27 de jan de 2010

Msg de incentivo ao Haiti!

Esse link destina-se ao envio de Msgs de incentivo para o nosso povo que está no Haiti. Mande a sua Msg para o email - webmaster@exercito.gov.br

Vejam as mensagens no link abaixo:
http://www.exercito.gov.br/05notic/paineis/2010/01jan/haiti2.html

21 de jan de 2010

Comandante do Exército lamenta a perda prematura dos soldados brasileiros


O comandante disse que os militares de capacetes azuis levaram ao Haiti solidariedade, alegria e esperança. Ele também afirmou que a dimensão humana da tragédia atinge a todos os brasileiros.

Militares mostram o que é representar o povo brasileiro


Em meio à crise moral em que a capital do Brasil se encontra, os militares confirmam o sentido da expressão: servir à pátria.

Brasília: político e patriótica. Dois endereços, duas faces. A da Câmara Legislativa ignora. Já da Vila Militar, acode. O que é estar a serviço do povo?

“Há tempo de falar e de calar. O meu é tempo de calar”, enfatiza a deputada Eurides Brito (PMDB).

De se calar? Os nossos militares se calaram porque souberam ouvir em volta. A repórter Lília Teles acompanhou o resgate de uma enfermeira, dos escombros do terremoto no Haiti, e relatou esse momento: “Ele está pedindo silêncio, agora. Está ouvindo uma voz, um pedido de socorro: ‘está aqui, aqui’”, diz a jornalista.

O que é representar um povo? Nossos militares rezaram para agradecer por estarem no Haiti no momento do Terremoto. “Graças a Deus, a gente estava aqui. Foi a primeira coisa que eu pensei”, ressalta o sargento Marco Antônio Leôncio.

Para servir ao próximo, e não ignorá-lo mesmo o vendo sofrer. “Pelo que eu vi, a poeira subindo na cidade e em todos os cantos, eu sabia que ‘eles’ estariam em apuros. Eu sabia que ia morrer muita gente, eu sabia que nós seríamos os primeiros a chegar. E a participação da força do Brasil seria fundamental”, afirma o sargento Leôncio.

Enquanto os políticos se trancaram ao calor do dinheiro, os militares abrem suas almas ou sente o toque do pulsar da vida. “Ela está segurando a minha mão, está bem, está bem”, vibra o sargento Leôncio, no momento do resgate da enfermeira, de 43 anos que está grávida.

E ficam gigantes: “Uma vida é uma vida. Mesmo que a gente tirasse apenas uma pessoa com vida, naquela situação, já valeria a pena”, destaca o militar.

Gigantes! E aí nos tornaram enormes, cheios de orgulhos.

Moral da história

Com quem nós nos identificamos: com esses militares; com a doutora Zilda Arns; com os bombeiros do DF, que foram para o Haiti; com os que se doam ou com aqueles que se servem dos impostos do povo e aceitam doações ilegais? Quem são os nossos heróis?

Confira no vídeo a reportagem completa e saiba qual é a moral desta história!

Texto e edição de texto: Liliane Cardoso
Moral da história: Alexandre Garcia
Edição de imagem: Edson Barreto
Pesquisa do Cedoc: André Bessa

20 de jan de 2010

Acende-se uma luz no fim do túnel!

Ternuma Regional Brasília
Por PChagas

Caros amigos

Hoje, assistindo ao noticiário nacional, tomei conhecimento de mais uma barbárie da bandidagem no Rio de Janeiro. Uma jovem senhora, mãe e esposa, atacada enquanto dirigia seu automóvel, vítima fatal de disparos de marginais, armados de fuzis militares, em mais uma “operação de assalto” em bairro da Cidade Maravilhosa.

Não sem razão, lembrei-me do Sr Paulo Vannuchi , da Sra Dilma Rousseff, do Sr Tarso Genro, do Sr Franklin Martins, do Sr José Dirceu e do chefe de todos eles, o Sr Lula Oportunista da Silva.

Lembrei-me que, no início dos anos setenta, ouvi meu pai comentar que o Brasil era um oásis de segurança na América Latina, mesmo estando em guerra contra traidores comunistas que, fiéis à cartilha de seu grande líder Carlos Marighela, teimavam em seqüestrar, assaltar bancos, assassinar, justiçar e aterrorizar a Nação.

Com tudo isso, vivíamos em segurança, felizes, aproveitando as maravilhas da cidade que hoje é vítima da compensação do crime.

Será que a natureza humana mudou? Será que os bandidos de hoje são de um tipo que não havia há trinta ou quarenta anos atrás? Claro que não! Os homens são os mesmos, as circunstâncias é que são outras, bem piores e desfavoráveis aos cidadãos de bem.

Naquele tempo, de gratas recordações, o instinto animal, irracional, dos homens era contido pela lógica da gratificante convivência pacífica e da intolerância ao crime. Havia menos gente nas cadeias e quem lá estava era por que lá deveria estar e ficar. Havia pleno emprego. O crime, definitivamente, não compensava!

Naquele tempo, quem andava armado nas ruas, cometendo os crimes que hoje, diariamente, povoam os noticiários, eram as “autoridades” acima citadas. As “operações de guerra” desencadeadas por eles foram inicialmente bem sucedidas, mas a competência que não faltava aos órgãos de segurança fez com que logo estivessem, de alguma forma, neutralizados, afastados e isolados de suas pretensas vítimas, mortos, cumprindo as devidas penas ou banidos do sagrado território desta terra.

Vivíamos, definitivamente, em paz e em segurança, mas não pela vontade deles.

Perdoados pela própria natureza do bom homem brasileiro e pela Lei do Esquecimento, voltaram ao convívio fraterno da Nação. Acolhidos pela boa fé de seus patrícios, valeram-se dela para, mais uma vez, traí-los. Começaram por instituir a tolerância ao crime e o incentivo à desonestidade e à desobediência às leis.

Deixaram que se criassem, em todos os rincões da Pátria, hordas de criminosos, organizados ou não. Deixaram que se formasse, a troco de ilusões e mentiras, um exército de pretensos camponeses, massa de manobra para o desrespeito à propriedade e à produção rural. Locupletaram-se pela prática descarada da corrupção, do desvio de verbas, do aparelhamento da máquina pública e pela auto-indulgência e indenização pelos crimes que cometeram.

Ao serem obrigados a deixar cair a máscara da hipocrisia que, sob o escudo da defesa de “Direitos Humanos”, encobria suas verdadeiras e destrutivas intenções, voltam ao noticiário com uma absurda tentativa de regulamentar e institucionalizar a desordem moral que seus poucos e deturpados valores éticos, propositadamente, criaram.

O primeiro alerta desta vez veio da Caserna, silenciosa, disciplinada, mas atenta a seu dever constitucional e a seu comprometimento com a liberdade e com o direito.

Chamada a atenção, os demais seguimentos da sociedade, ainda não impregnados e contaminados pela hegemonia do pensamento, passaram a denunciar o cerceamento que lhes estava sendo sorrateiramente impingido. Desatentos, inocentemente, estavam a embarcar em mais uma arapuca da mente doentia de fanáticos a serviço do totalitarismo socialista!

Acende-se uma luz no fim do túnel! A Nação começa a dar sinais de que não pretende tolerar a mordaça ou permanecer à mercê de mentiras, de falsos rancores e de criminosos. A nação começa e enxergar o destino que lhe querem impor e entende que não lhe convém conviver com a impunidade, com assassinos e com defensores de direitos espúrios de desajustados, de foras-da-lei e de desordeiros, cuja ação deletéria incentiva o desrespeito à vida de pessoas que, como a jovem senhora morta a tiros de fuzil no Rio de Janeiro, diariamente perdem o Direito Humano da Vida e da Propriedade nas cidades e nos campos do Brasil.
http://www.ternuma.com.br/

19 de jan de 2010

O General brasileiro que `enganou` Hitler nas Olimpíadas de 1936


Roberto de Pessôa, militar paraibano, assistiu ao Jogos para aprender técnicas de preparação física. Resistência foi o principal ponto observado pelo `espião`.

18 de jan de 2010

Imagens do desabamento de uma igreja no Haiti


A única coisa que restou da Igreja Sacré Coeur de Tugeau foi o crucifixo. As pessoas se ajoelham. O desespero é grande. Foi na igreja onde Zilda Arns morreu.

17 de jan de 2010

Herói virtual


É só incluir uma foto e ver como fica o filme.
http://en.tackfilm.se/?id=1263234328026RA7

14 de jan de 2010

Terremoto no Haiti


Terça-feira à tarde, 12 de janeiro, o pior terremoto em 200 anos - 7,0 de magnitude - atingiu menos de dez milhas da cidade caribenha de Port-au-Prince, Haiti. O primeiro tremor foi mais tarde seguido por doze réplicas de magnitude superior a 5,0. Estruturas de todos os tipos foram danificadas ou recolhido, das casas da favela de símbolos nacionais. Ainda é muito cedo no esforço de recuperação, mas milhões de pessoas estão deslocadas provável, e milhares podem ter morrido como as equipes de resgate de todo o mundo estão agora a descer para ajudar o Haiti, onde eles são capazes.

13 de jan de 2010

Haiti: novo boletim confirma 12 mortes

Do blog do CLÁUDIO HUMBERTO

Novo boletim do Exército Brasileiro, divulgado no início da tarde desta quarta (13), confirmou a morte de 11 militares e da médica fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns. Estão desaparecidos sete soldados, há sete feridos em atendimento no Hospital Argentino da Minustah e dois outros foram enviados para a República Dominicana. Os militares que morreram na tragédia são: o 1º tenente Bruno Ribeiro Mário, o 2º sargento Davi Ramos de Lima, o 2º sargento Leonardo de Castro Carvalho, o cabo Douglas Pedrotti Neckel, o cabo Washington Luis de Souza Seraphin, o soldado Tiago Anaya Detimermani, o soldado Antonio José Anacleto, o cabo Arí Dirceu Fernandes Júnior, o soldado Kleber Da Silva Santos, e o subtenente Raniel Batista de Camargo. Morreu ainda o coronel Emilio Carlos Torres dos Santos, do Gabinete do Comandante do Exército e que trabalhava na Minustah, a missão brasileira no Haiti ligada às Nações Unidas.

12 de jan de 2010

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 2 – MUITAS DE SUAS VÍTIMAS ERAM PESSOAS COMUNS: SÓ TIVERAM A MÁ SORTE DE CRUZAR COM ESQUERDISTA

Reinaldo Azevedo
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
| 17:04

Prossigo com a lista das pessoas assassinadas pelos terroristas de esquerda. Seguem mais 31 nomes. Sempre que possível, identificam-se o grupo e os assassinos. Impressiona a quantidade pessoas comuns mortas pelos esquerdistas, gente que só cometeu o erro de ter cruzado o caminho desses grandes humanistas.

Quando a lista estiver completa, reparem que a ALN (Ação Libertadora Nacional) e a VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) estão entre os grupos mais violentos. À primeira, pertenceu o ministro Paulo Vannuchi, que hoje comanda a banda que quer a “revanche”; a ministra Dilma Rousseff, cuja pasta deu forma final ao “decreto”, integrou a segunda. Aos mortos:

20 - 07/01/69 - Alzira Baltazar de Almeida - dona de casa - Rio de Janeiro/RJ
Uma bomba jogada por terroristas embaixo de uma viatura policia, estacionada em frente à 9ª Delegacia de Polícia, ao explodir, matou Alzira, que passava pela rua

21 - 11/01/69 - Edmundo Janot - Lavrador - Rio de Janeiro / RJ
Morto a tiros, foiçadas e facadas por um grupo de terroristas que haviam montado uma base de guerrilha nas proximidades da sua fazenda.

22 - 29/01/69 - Cecildes Moreira de Faria - Subinspetor de Polícia - BH/ MG

23 - 29/01/69 - José Antunes Ferreira - guarda civil-BH/MG
Policiais chegaram a um “aparelho” do Comando de Libertação Nacional (Colina), na rua Itacarambu nº 120, bairro São Geraldo. Foram recebidos por rajadas de metralhadora, disparadas por Murilo Pinto Pezzuti da Silva , “Cesar’ ou “Miranda”, que mataram o subinspetor Cecildes Moreira da Silva (ver acima), que deixou viúva e oito filhos menores. Ferreira também morreu. Além do assassino, foram presos os seguintes terroristas: Afonso Celso L.Leite (Ciro), Mauricio Vieira de Castro (Carlos), Nilo Sérgio Menezes Macedo, Júlio Antonio Bittencourt de Almeida (Pedro), Jorge Raimundo Nahas (Clovis ou Ismael) e Maria José de Carvalho Nahas (Celia ou Marta). No interior do “aparelho”, foram apreendidos 1 fuzil FAL, 5 pistolas, 3 revólveres, 2 metralhadoras, 2 carabinas, 2 granadas de mão, 702 bananas de dinamite, fardas da PM e dinheiro de assaltos.

24 - 14/04/69 - Francisco Bento da Silva - motorista - SP
Morto durante um assalto, praticado pela Ala Vermelha do PC do B ao carro pagador (uma Kombi) do Banco Francês-Italiano para a América do Sul, na Alameda Barão de Campinas, quando foram roubados vinte milhões de cruzeiros. Participaram desta ação os seguintes terroristas: Élio Cabral de Souza, Derly José de Carvalho, Daniel José de Carvalho, Devanir José de Carvalho, James Allen Luz, Aderval Alves Coqueiro, Lúcio da Costa Fonseca, Gilberto Giovanetti, Ney Jansen Ferreira Júnior, Genésio Borges de Melo e Antônio Medeiros Neto

25 - 14/04/69 - Luiz Francisco da Silva - guarda bancário -SP
Também Morto durante o assalto acima relatado.

26 - 08/05/69 - José de Carvalho - Investigador de Polícia - SP
Atingido com um tiro na boca durante um assalto ao União de Bancos Brasileiros, em Suzano, no dia 07 de maio, vindo a falecer no dia seguinte. Nessa ação, os terroristas feriram, também, Antonio Maria Comenda Belchior e Ferdinando Eiamini. Participaram os seguintes terroristas da Ação Libertadora Nacional (ALN): Virgílio Gomes da Silva, Aton Fon Filho, Takao Amano, Ney da Costa Falcão, Manoel Cyrilo de Oliveira Neto e João Batista Zeferino Sales Vani. Takao Amano foi baleado na coxa e operado, em um “aparelho médico” por Boanerges de Souza Massa, médico da ALN.

27 - 09/05/69 - Orlando Pinto da Silva - Guarda Civil - SP
Morto com dois tiros, um na nuca e outro na testa, disparados por Carlos Lamarca, durante assalto ao Banco Itaú, na rua Piratininga, Bairro da Mooca. Na ocasião também foi esfaqueado o gerente do Banco, Norberto Draconetti. Organização responsável por esse assalto: Vanguarda Popular Revolucionária (VPR).

28 - 27/05/69 - Naul José Montovani - Soldado PM - SP
Em 27/05/69 foi realizada uma ação contra o 15º Batalhão da Força Pública de São Paulo, atual PMESP, na Avenida Cruzeiro do Sul, SP/SP. Os terroristas Virgílio Gomes da Silva, Aton Fon Filho, Carlos Eduardo Pires Fleury, Maria Aparecida Costa, Celso Antunes Horta e Ana Maria de Cerqueira César Corbusier metralharam o soldado Naul José Montovani, que estava de sentinela e que morreu instantaneamente. O soldado Nicário Conceição Pulpo, que correu ao local ao ouvir os disparos, foi gravemente ferido na cabeça, tendo ficado paralítico.

29 - 04/06/69 - Boaventura Rodrigues da Silva - Soldado PM - SP
Morto por terroristas durante assalto ao Banco Tozan.

30 - 22/06/69 - Guido Boné - soldado PM - SP
Morto por militantes da ALN que atacaram e incendiaram a rádio-patrulha RP 416, da então Força Pública de São Paulo, hoje Polícia Militar, matando os seus dois ocupantes, os soldados Guido Bone e Natalino Amaro Teixeira, roubando suas armas.

31 - 22/06/69 - Natalino Amaro Teixeira - Soldado PM - SP
Morto por militantes da ALN na ação acima relatada.

32 - 11/07/69 - Cidelino Palmeiras do Nascimento - Motorista de táxi - RJ
Morto a tiros quando conduzia, em seu carro, policiais que perseguiam terroristas que haviam assaltado o Banco Aliança, agência Muda. Participaram deste assassinato os terroristas Chael Charles Schreier, Adilson Ferreira da Silva, Fernando Borges de Paula Ferreira, Flávio Roberto de Souza, Reinaldo José de Melo, Sônia Eliane Lafóz e o autor dos disparos Darci Rodrigues, todos pertencentes a organização terrorista VAR-Palmares.

33 - 24/07/69 - Aparecido dos Santos Oliveira - Soldado PM - SP
O Banco Bradesco, na rua Turiassu, no Bairro de Perdizes, foi assaltado por uma frente de grupos de esquerda. Foram roubados sete milhões de cruzeiros. Participaram da ação:
- Pelo Grupo de Expropriação e Operação: Devanir José de Carvalho, James Allen Luz, Raimundo Gonçalves de Figueiredo, Ney Jansen Ferreira Júnior, José Couto Leal;
- Pelo Grupo do Gaúcho: Plínio Petersen Pereira, Domingos Quintino dos Santos, Chaouky Abara;
- Pela VAR-Palmares: Chael Charles Schreier, Roberto Chagas e Silva, Carmem Monteiro dos Santos Jacomini e Eduardo Leite.
Raimundo Gonçalves Figueiredo baleou o soldado Oliveira. Já caído, ele recebeu mais quatro tiros disparados por Domingos Quintino dos Santos.

34 - 20/08/69 - José Santa Maria - Gerente de Banco - RJ
Morto por terroristas que assaltaram o Banco de Crédito Real de Minas Gerais, do qual era gerente

35 - 25/08/69 - Sulamita Campos Leite - dona de casa, PA
Parente do terrorista Flávio Augusto Neves Leão Salles. Morta na casa dos Salles, em Belém, ao detonar, por inadvertência ,uma carga de explosivos escondida pelo terrorista

36 - 31/08/69 - Mauro Celso Rodrigues - Soldado PM - MA
Morto quando procurava impedir a luta entre proprietários e posseiros, incitada por movimentos subversivos.

37 - 03/09/69 - José Getúlio Borba - Comerciário - SP
Os terroristas da Ação Libertadora Nacional (ALN) Antenor Meyer, José Wilson Lessa Sabag, Francisco José de Oliveira e Maria Augusta Tomaz resolveram comprar um gravador na loja Lutz Ferrando, na esquina da Avenida Ipiranga com a Rua São Luis. O pagamento seria feito com um cheque roubado num assalto. Descobertos, receberam voz de prisão e reagiram. Na troca de tiros, o guarda civil João Szelacsak Neto ficou ferido com um tiro na coxa, e o funcionário da loja, José Getúlio Borba, foi mortalmente ferido. Perseguidos pela polícia, o terrorista José Wilson Lessa Sabag matou a tiros o soldado da Força Pública (atual PM) João Guilherme de Brito.

38 - 03/09/69 - João Guilherme de Brito - Soldado da Força Pública/SP
Morto na ação acima narrada.

39 - 20/09/69 - Samuel Pires - Cobrador de ônibus - SP
Morto por terroristas quando assaltavam uma empresa de ônibus.

40 - 22/09/69 - Kurt Kriegel - Comerciante - Porto Alegre/RS
Comerciante Kurt Kriegel, morto pela Var-Palmates em Porto Alegre.

41 - 30/09/69 - Cláudio Ernesto Canton - Agente da Polícia Federal - SP
Após ter efetuado a prisão de um terrorista, foi atingido na coluna vertebral, vindo a falecer em conseqüência desse ferimento.

42 - 04/10/69 - Euclídes de Paiva Cerqueira - Guarda particular - RJ
Morto por terroristas durante assalto ao carro transportador de valores do Banco Irmãos Guimarães

43 - 06/10/69 - Abelardo Rosa Lima - Soldado PM - SP
Metralhado por terroristas numa tentativa de assalto ao Mercado Peg-Pag. Autores: Devanir José de Carvalho (Henrique) , Walter Olivieri, Eduardo Leite (Bacuri), Mocide Bucherone e Ismael Andrade dos Santos. Organizações Terroristas: REDE (Resistência Democrática) e MRT (Movimento Revolucionário Tiradentes).

44 - 07/10/69 - Romildo Ottenio - Soldado PM - SP
Morto quando tentava prender um terrorista.

45 - 31/10/69 - Nilson José de Azevedo Lins- civil - PE
Gerente da firma Cornélio de Souza e Silva, distribuidora da Souza Cruz, em Olinda. Foi assaltado e morto quando ia depositar, no Banco, o dinheiro da firma. Organização: PCBR (Partido Comunista Brasileiro Revolucionário). Autores: Alberto Vinícius Melo do Nascimento, Rholine Sonde Cavalcante Silva, Carlos Alberto Soares e João Maurício de Andrade Baltar

46 - 04/11/69 - Estela Borges Morato - Investigadora do DOPS - SP
Morta a tiros quando participava da operação em que morreu o terrorista Carlos Marighela.

47 - 04/11/69 - Friederich Adolf Rohmann - Protético - SP
Morto durante a operação que resultou na morte do terrorista Carlos Marighela.

48 - 07/11/69 - Mauro Celso Rodrigues - soldado PM - MA
Morto em uma emboscada, durante a luta travada entre lavradores de terra, incitados por militantes da Ação Popular(AP).

49 - 14/11/69 - Orlando Girolo - Bancário - SP
Morto por terroristas durante assalto ao Bradesco.

50 - 17/11/69 - Joel Nunes - Subtenente PM - RJ
Neste dia, o PCBR assaltou o Banco Sotto Maior, na Praça do Carmo, no subúrbio carioca de Brás de Pina, de onde foram roubados cerca de 80 milhões de cruzeiros. Na fuga, obstados por uma viatura policial, surgiu um violento tiroteio no qual Avelino Bioni Capitani matou o sargento da PM Joel Nunes. Na ocasião, foi preso o terrorista Paulo Sérgio Granado Paranhos.

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/todas-as-pessoas-mortas-por-terroristas-de-esquerda-2-%E2%80%93-muitas-de-suas-vitimas-eram-pessoas-comuns-so-tiveram-a-ma-sorte-de-cruzar-com-esquerdista/

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 1 – OS 19 ASSASSINADOS ANTES DO AI-5

Reinaldo Azevedo
terça-feira, 12 de janeiro de 2010 | 15:29

O que é que os livros de história e boa parte da imprensa escondem de você, leitor? Apenas a verdade.

As esquerdas alegam que o Regime Militar, ao longo de 21 anos, matou 424 dos seus militantes. É um número provavelmente inflado. Mortos comprovados são 293 - os outros constam como “desaparecidos” e se dá de barato que tenham sido mortos por “agentes do regime”. Nessa conta, diga-se, estão quatro militantes da ALN-Molipo que foram mortos pelos próprios “companheiros”. Ela também inclui os que morreram de arma na mão no Araguaia - já lembro a lista total. Este post tem outro objetivo. E, antes que prossiga, uma questão de princípio: não deveria ter morrido uma só pessoa depois de rendida pelo Estado. Ponto final. Não há o que discutir sobre este particular.

O que não se diz é que o terrorismo de esquerda matou nada menos de 119 pessoas, muitas delas sem qualquer vinculação com a luta política. Quase ninguém sabe disso. Também se consolidou uma outra brutal inverdade histórica, segundo a qual as ações armadas da esquerda só tiveram início depois do AI-5, de 13 de dezembro de 1968. É como se, antes disso, os esquerdistas tivessem se dedicado apenas à resistência pacífica.

Neste primeiro post sobre as vítimas dos terroristas de esquerda, listo apenas as pessoas mortas antes do AI-5: nada menos de 19. Em muitos casos, aparecem os nomes dos assassinos.

Se vocês forem procurar na lista dos indenizados com a Bolsa Ditadura, muitos homicidas estão lá, sendo beneficiados por sua “luta contra a ditadura”. Ou, então, suas respectivas famílias recebem o benefício, e o terrorista é alçado ao panteão dos heróis. Quem fez a lista dos assassinados pela esquerda é o grupo Terrorismo Nunca Mais. “Ah, lista feita pelo pessoal da direita não vale!!!” E a feita pela extrema esquerda? Vale? Ademais, estes fatos estão devidamente documentados . Seguem os nomes das 19 pessoas assassinadas antes do AI-5 e, sempre que possível, de seus algozes. Ao longo do dia, publicarei os outros 100 nomes.

Ah, sim: PARA AS VÍTIMAS DA ESQUERDA, NÃO HÁ INDENIZAÇÃO. Como vocês sabem, eles não têm nem mesmo direito à memória. Foram apagados da história pela Comissão da Mentira.

AS VÍTIMAS DAS ESQUERDAS ANTES DO AI-5

1 - 12/11/64 - Paulo Macena, Vigia - RJ
Explosão de bomba deixada por uma organização comunista nunca identificada, em protesto contra a aprovação da Lei Suplicy, que extinguiu a UNE e a UBES. No Cine Bruni, Flamengo, com seis feridos graves e 1 morto

2 - 27/03/65- Carlos Argemiro Camargo, Sargento do Exército - Paraná
Emboscada de um grupo de militantes da Força Armada de Libertação Nacional (FALN), chefiado pelo ex-coronel Jeffersom Cardim de Alencar Osorio. Camargo foi morto a tiros. Sua mulher estava grávida de sete meses.

3 - 25/07/66 - Edson Régis de Carvalho, Jornalista - PE
Explosão de bomba no Aeroporto Internacional de Guararapes, com 17 feridos e 2 mortos. Ver próximo nome.

4 - 25/07/66 - Nelson Gomes Fernandes, almirante - PE
Morto no mesmo atentado citado no item 3. Além das duas vítimas fatais, ficaram feridas 17 pessoas, entre elas o então coronel do Exército Sylvio Ferreira da Silva. Além de fraturas expostas, teve amputados quatro dedos da mão esquerda. Sebastião Tomaz de Aquino, guarda civil, teve a perna direita amputada.

5 - 28/09/66 - Raimundo de Carvalho Andrade - Cabo da PM, GO
Morto durante uma tentativa de desocupação do Colégio Estadual Campinas, em Goiânia, que havia sido ocupado por estudantes de esquerda. O grupo de soldados convocado para a tarefa era formado por burocratas, cozinheiros etc. Estavam armados com balas de festim. Andrade, que era alfaiate da Polícia Militar, foi morto por uma bala de verdade disparada de dentro da escola.

6 - 24/11/67 - José Gonçalves Conceição (Zé Dico) - fazendeiro - SP
Morto por Edmur Péricles de Camargo, integrante da Ala Marighella, durante a invasão da fazenda Bandeirante, em Presidente Epitácio. Zé Dico foi trancado num quarto, torturado e, finalmente, morto com vários tiros. O filho do fazendeiro que tentara socorrer o pai foi baleado por Edmur com dois tiros nas costas.

7 - 15/12/67 - Osíris Motta Marcondes, bancário - SP
Morto quando tentava impedir um assalto terrorista ao Banco Mercantil, do qual era o gerente.

8 - 10/01/68 - Agostinho Ferreira Lima - Marinha Mercante - Rio Negro/AM
No dia 06/12/67, a lancha da Marinha Mercante “Antônio Alberto” foi atacada por um grupo de nove terroristas, liderados por Ricardo Alberto Aguado Gomes, “Dr. Ramon”, que, posteriormente, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN). Neste ataque, Agostinho Ferreira Lima foi ferido gravemente, vindo a morrer no dia 10/01/68.

9 - 31/05/68 - Ailton de Oliveira, guarda Penitenciário - RJ
O Movimento Armado Revolucionário (MAR) montou uma ação para libertar nove de seus membros que cumpriam pena na Penitenciária Lemos de Brito (RJ) e que, uma vez libertados, deveriam seguir para a região de Conceição de Jacareí, onde o MAR pretendia estabelecer o “embrião do foco guerrilheiro”. No dia 26/05/68, o estagiário Júlio César entregou à funcionária da penitenciária Natersa Passos, num pacote, três revólveres calibre 38. Às 17h30, teve início a fuga. Os terroristas foram surpreendidos pelos guardas penitenciários Ailton de Oliveira e Jorge Félix Barbosa. Foram feridos, e Ailton morreu no dia 31/05/68. Ainda ficou gravemente ferido o funcionário da Light João Dias Pereira, que se encontrava na calçada da penitenciária. O autor dos disparos que atingiram o guarda Ailton foi o terrorista Avelino Brioni Capitani

10 - 26/06/68- Mário Kozel Filho - Soldado do Exército - SP
No dia 26/06/68, Kozel atua como sentinela do Quartel General do II Exército. Às 4h30, um tiro é disparado por um outro soldado contra uma camioneta que, desgovernada, tenta penetrar no quartel. Seu motorista saltara dela em movimento, após acelerá-la e direcioná-la para o portão do QG. O soldado Rufino, também sentinela, dispara 6 tiros contra o mesmo veículo, que, finalmente, bate na parede externa do quartel. Kozel sai do seu posto e corre em direção ao carro para ver se havia alguém no seu interior. Havia uma carga com 50 quilos de dinamite, que, segundos depois, explode. O corpo de Kozel é dilacerado. Os soldados João Fernandes, Luiz Roberto Julião e Edson Roberto Rufino ficam muito feridos. É mais um ato terrorista da organização chefiada por Lamarca, a VPR. Participaram do crime os terroristas Diógenes José de Carvalho Oliveira, Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Edmundo Coleen Leite, José Araújo Nóbrega, Oswaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra Andrade e José Ronaldo Tavares de Lima e Silva. Ah, sim: a família de Lamarca recebeu indenização. De Kozel, quase ninguém mais se lembra.

11 - 27/06/68 - Noel de Oliveira Ramos - civil - RJ
Morto com um tiro no coração em conflito na rua. Estudantes distribuíam, no Largo de São Francisco, panfletos a favor do governo e contra as agitações estudantis conduzidas por militantes comunistas. Gessé Barbosa de Souza, eletricista e militante da VPR, conhecido como “Juliano” ou “Julião”, infiltrado no movimento, tentou impedir a manifestação com uma arma. Os estudantes, em grande maioria, não se intimidaram e tentaram segurar Gessé que fugiu atirando, atingindo mortalmente Noel de Oliveira Ramos e ferindo o engraxate Olavo Siqueira.

12- 27/06/68 - Nelson de Barros - Sargento PM - RJ
No dia 21/06/68, conhecida como a “Sexta-Feira Sangrenta”, realizou-se no Rio uma passeata contra o regime militar. Cerca de 10.000 pessoas ergueram barricadas, incendiaram carros, agrediram motoristas, saquearam lojas, atacaram a tiros a embaixada americana e as tropas da Polícia Militar. No fim da noite, pelo menos 10 mortos e centenas de feridos. Entre estes, estava o sargento da PM Nelson de Barros, que morreu no dia 27.

13 - 01/07/68 - Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen - major do Exército Alemão - RJ
Morto no Rio, onde fazia o Curso da Escola de Comando e Estado Maior do Exército. Assassinado na rua Engenheiro Duarte, Gávea, por ter sido confundido com o major boliviano Gary Prado, suposto matador de Che Guevara, que também cursava a mesma escola. Autores: Severino Viana Callou, João Lucas Alves e um terceiro não-identificado. Todos pertenciam à organização terrorista COLINA- Comando de Libertação Nacional.

14 - 07/09/68 - Eduardo Custódio de Souza - Soldado PM - SP
Morto com sete tiros por terroristas de uma organização não identificada quando de sentinela no DEOPS, em São Paulo.

15 - 20/09/68 - Antônio Carlos Jeffery - Soldado PM - SP
Morto a tiros quando de sentinela no quartel da então Força Pública de São Paulo (atual PM) no Barro Branco. Organização terrorista que praticou o assassinato: Vanguarda Popular Revolucionária. Assassinos: Pedro Lobo de Oliveira, Onofre Pinto, Diógenes José Carvalho de Oliveira, atualmente conhecido como “Diógenes do PT”, ex-auxiliar de Olívio Dutra no Governo do RS.

16- 12/10/68 - Charles Rodney Chandler - Cap. do Exército dos Estados Unidos - SP
Herói na guerra com o Vietnã, veio ao Brasil para fazer o Curso de Sociologia e Política, na Fundação Álvares Penteado, em São Paulo/SP. No início de outubro de 68, um “Tribunal Revolucionário”, composto pelos dirigentes da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), Onofre Pinto (Augusto, Ribeiro, Ari), João Carlos Kfouri Quartin de Morais (Maneco) e Ladislas Dowbor (Jamil), condenou o capitão Chandler à morte, porque ele “seria um agente da CIA”. Os levantamentos da rotina de vida do capitão foram realizados por Dulce de Souza Maia (Judite). Quando retirava seu carro das garagem para seguir para a Faculdade, Chandler foi assassinado com 14 tiros de metralhadora e vários tiros de revólver, na frente da sua mulher, Joan, e de seus 3 filhos. O grupo de execução era constituído pelos terroristas Pedro Lobo de Oliveira (Getúlio), Diógenes José de Carvalho Oliveira (Luis, Leonardo, Pedro) e Marco Antônio Bráz de Carvalho (Marquito).

17 - 24/10/68 - Luiz Carlos Augusto - civil - RJ
Morto, com 1 tiro, durante uma passeata estudantil.

18 - 25/10/68 - Wenceslau Ramalho Leite - civil - RJ
Morto, com quatro tiros de pistola Luger 9mm durante o roubo de seu carro, na avenida 28 de Setembro, Vila Isabel, RJ. Autores: Murilo Pinto da Silva (Cesar ou Miranda) e Fausto Machado Freire (Ruivo ou Wilson), ambos integrantes da organização terrorista COLINA (Comando de Libertação Nacional).

19 - 07/11/68 - Estanislau Ignácio Correia - Civil - SP
Morto pelos terroristas Ioshitame Fugimore, Oswaldo Antônio dos Santos e Pedro Lobo Oliveira, todos integrantes da Vanguarda Popular Revolucionária(VPR), quando roubavam seu automóvel na esquina das ruas Carlos Norberto Souza Aranha e Jaime Fonseca Rodrigues, em São Paulo.

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/todas-as-pessoas-mortas-por-terroristas-de-esquerda-1-%E2%80%93-os-19-assassinados-antes-do-ai-5/

8 de jan de 2010

Programa Nacional de Direitos Humanos recebe novas críticas


O Programa Nacional de Direitos Humanos recebeu, nesta sexta-feira, novas críticas de entidades da sociedade civil que viram no decreto uma tentativa de restringir a liberdade de expressão. O ministro da Agricultura reclamou que não foi ouvido durante a elaboração do documento.
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, não gostou das referências feitas ao agronegócio no decreto que criou o Programa Nacional de Direitos Humanos. Para o caso de invasão de terras, como as promovidas pelo MST, o texto sugere primeiro negociar com os invasores. Só depois caberia ação na Justiça para a desocupação da área.
Em outro trecho, o agronegócio é citado como um setor que não se preocupa com os direitos de pequenos e médios produtores.
Stephanes disse que o Ministério dele não participou do processo. “Não fomos ouvidos em relação a isso, agora, lemos o projeto, e ele traz embutido um preconceito em relação à agricultura comercial e no nosso entender aumenta a insegurança jurídica no campo. Nós temos que levar a nossa posição ao presidente da República e ver o que é possível modificar”.
O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, discordou do colega. “Será que alguém ainda acha que a negociação não leva a situações pacíficas? Sempre que a gente senta à mesa, coloca as partes frente a frente e busca uma solução,a gente sempre evita violência”.
O decreto tem a aval de 27 dos 37 ministros. E, claro, é assinado pelo presidente Lula. O programa prevê a interferência do governo em diversos setores. Com a elaboração de 27 projetos de lei, para impedir, por exemplo, ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União.
“Ele regula matérias que são do Congresso Nacional e que não podem ser objeto de um decreto. Portanto, elas não seriam constitucionalmente aceitáveis”, afirmou o deputado Raul Jungmann.
Outras propostas atingem a autonomia das empresas de comunicação, como o acompanhamento da linha editorial e penalidades para quem for taxado pelo governo de violador dos direitos humanos.
Em nota, a Abert - Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão -, denunciou a intenção do governo de restringir a liberdade de expressão. E espera que as restrições contidas no decreto sejam extintas, em benefício da democracia e da sociedade. A nota é também assinada pela Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e pela Associação Nacional de Jornais (ANJ).
“É mais uma tentativa de se cercear a liberdade de expressão. A democracia precisa da diversidade de opinião. E a sociedade tem direito ao acesso a qualquer tipo de opinião seja ela qual for”, declarou a presidente da ANJ Judith Brito.
Militares, ruralistas, jornalistas, parlamentares, religiosos prometem lutar para impedir que, sob o pretexto de defesa dos direitos humanos, essas propostas ganhem força de lei. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) argumenta que o Estado que quer impor esse programa é justamente quem mais desrespeita os direitos humanos.
“O Estado tem que dar exemplo e nós vamos agora cobrar do Estado aquilo que ele está cobrando de nós mesmos. É uma forma de contribuirmos com a democracia brasileira”, declarou o presidente da OAB Cézar Britto.
A Secretaria Nacional de Direitos Humanos divulgou, uma nota em que declara que o programa foi discutido em conferências em todo o país e que tem como um de seus objetivos estratégicos o acesso à Justiça no campo e na cidade.
Segundo a secretaria, o documento contempla ainda a liberdade religiosa e a garantia do direito à comunicação democrática e ao acesso à informação.

7 de jan de 2010

Produtores rurais e Congresso reagem ao novo Programa de Direitos Humanos do governo

ELIAS - DIÁRIO DE SANTA MARIA

Frank

6 de jan de 2010

3 de jan de 2010

A CRISE MILITAR QUE NÃO HOUVE

NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado

A CRISE MILITAR QUE NÃO HOUVE

31 de dezembro de 2009

As esquerdas brasileiras sempre souberam que seu inimigo jurado de morte são as Forças Armadas. Por elas foram derrotadas em todas as vezes que quiseram medir forças, como em 1935, 1964 e anos subseqüentes. As Forças Armadas são a única organização capaz de lhes fazer frente, não apenas no plano militar propriamente dito, mas também no plano ideológico. Os “milicos” encarnam a Nação, têm história longa, confundem-se com a Independência e a unidade nacional; têm tradição que cultivam e também seu próprio sistema de formação de quadros, até agora impermeável à catequização comunista.

Desde que triunfaram utilizando os métodos de Gramsci que as esquerdas cercam seu maior inimigo, ora adulando, ora ignorando, ora provocando escaramuças para saber até onde vai o pavio das Forças Armadas. A aproximação do fim do mandato de Lula, que tentaram por todos os meios prolongar, fez com que se precipitasse o embate mais afoito. Essa tentativa de rever a Lei de Anistia é o Rubicão que não pode ser cruzado. Elas sabem disso, mas encontram-se em um impasse estratégico: estão em seu melhor momento histórico para dar o bote totalitário, mas desconfiam que não acumularam força suficiente para degolar o inimigo.

Seu balanço de poder é muito favorável: têm a Presidência da República, têm a opinião pública, os empresários estão inermes a seus pés, dependentes de recursos financeiros e de alivio da fiscalização estatal, cujo garrote vil foi apertado ao limite nas últimas décadas. Têm o sistema de ensino e os meios de comunicação, que estão em processo de domínio total depois da realização da Confecom. Têm apoios internacionais de que nunca dispuseram. Têm milícias em todos os recantos do país, a começar pelo MST. Têm as universidades, as igrejas, o meio editorial, o imenso funcionalismo público, por elas inflado criminosamente nas últimas décadas. Têm os sindicatos e os fundos de pensão.

Para ter o poder total as esquerdas só precisam mesmo conquistar as Forças Armadas, isto é, capacidade militar e organização. Essa é sua fraqueza congênita e por isso, desde a origem, tentaram o golpe de Estado, para controlar os “milicos” desde cima. Até agora falharam no intento. As Forças Armadas, para alívio da Nação, continuam sendo o esteio da nacionalidade e o instrumento garantidor das liberdades. Os inimigos traiçoeiros, apesar do tempo que dispuseram, dos recursos, das patranhas, das promessas populistas nunca conseguiram transpor os umbrais dos quartéis. Lá, mesmo Lula, só entram como convidadas e só falam com os comandantes, uma elite bem formada e moralmente superior, avessa ao seu proselitismo.

Lendo os editoriais de hoje dos principais jornais podemos ter três pontos de vista sobre o episódio que quase culminou com a saída de Nelson Jobim do Ministério da Defesa. O Estadão, como há muito, não tinha um posicionamento tão afirmativo e coerente com seu passado de lutas pela liberdade. O editorialista deixou de lado a covardia que tomou conta do jornal nos últimos tempos. Brincando com Fogo deu nomes aos bois: “A reação dos comandantes militares à tentativa mais uma vez patrocinada pelo ministro de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, de revogar a Lei da Anistia foi enérgica e recebeu inteiro apoio do ministro da Defesa, Nelson Jobim, que há tempos vem tentando conter as iniciativas revanchistas de Vannuchi e do ministro da Justiça, Tarso Genro. As pessoas pouco afeitas aos fatos ligados à repressão política, durante os governos militares, e que somente tomem conhecimento das iniciativas daquela dupla de ministros certamente terão a impressão de que os quartéis, na atualidade, estão cheios de torturadores e as Forças Armadas são dirigidas por liberticidas. Nada mais falso”.

E mais disse: “Para os militares, é ponto de honra que a Lei da Anistia permaneça em vigor, nos termos em que foi aprovada em 1985. Entre outros motivos, porque assim se isola a instituição de uma fase histórica conflituosa, que exigiu que os militares deixassem de lado sua missão profissional tradicional e assumissem os encargos da luta contra a subversão. Isso não se fez sem prejuízos à coesão e à hierarquia das Forças Armadas. Para a Nação, a manutenção da Lei da Anistia é mais que um ponto de honra. É a garantia de que os acontecimentos daquela época não serão usados como pretexto para que se promova uma nova e mais perniciosa divisão política e ideológica da família brasileira”.

Já a Folha de São Paulo, jornal completamente tomado pelas esquerdas, tentou como sempre relativizar (Confronto vão). Ao invés de criticar o autor da proeza, o ministro Tarso Genro, faz o contrário, elogiou-o: “Foi acertada a atitude do ministro da Justiça, Tarso Genro, ao declarar que "não há nenhuma controvérsia insanável" em torno do texto do Programa Nacional de Direitos Humanos e da chamada "Comissão da Verdade", destinada a apurar os casos de tortura e de desaparecimento de presos políticos durante o regime militar. É legítima qualquer investigação histórica sobre esse período, durante o qual crimes foram cometidos pelos dois lados em conflito”.

Ora, foi precisamente o rei da República petista de Santa Maria quem cutucou a onça com vara curta, ele que aparelhou a Polícia Federal para ser uma espécie de polícia política, contra todos os inimigos. Ela só não é eficaz contra os “milicos”. Nos quartéis não tem dinheiro na cueca, nem negociatas, nem insidiosas transações que atraiçoam os brasileiros. Tem gente de escol, de moral superior. E tem armas. Lá sua jurisdição não alcança. A Folha de São Paulo, como sempre, mentiu e enganou os seus leitores, se alinhando com as esquerdas revolucionárias.

O editorial de O Globo preferiu desvincular a figura de Lula da crise (Revanchismo): “A conhecida ambiguidade do presidente Lula deriva de uma característica da montagem do seu governo, uma estrutura sem unidade, composta de capitanias hereditárias, sob controle de agrupamentos políticos de tendências disparatadas”.Ora, Lula não foi ambíguo de jeito nenhum, publicou o decreto e só deu um passo atrás porque viu que os homens em armas não estão para brincadeira. Os “milicos” não vão tolerar esse tipo de provocação e por isso Lula teve que enfiar a viola no saco e mandar seu Sinistro da Justiça calar o bico. Lula está na linha de frente da conversão do Brasil em uma sociedade comunista e não cabe mais a idéia de que não sabe o que seus ministros fazem, sobretudo aqueles encarregados de levar à frente o projeto revolucionário.

Lula foi realista e fez a parte que lhe cabe, de recuar, mas o realismo não o isenta de ter endossado a iniciativa insana.

Não houve crise militar, houve uma escaramuça, uma simples medição de força. As esquerdas perderam a rodada, mas elas nunca desistem. Voltarão. Uma crise militar de verdade tiraria Lula do poder em horas. As esquerdas já viram esse filme antes. Espero que elas paguem para ver. Elas estão impacientes e não querem mais aguardar o tempo de dar o bote certo. Crise militar de verdade teve em 1935 e em 1964, quando os Guardas da Pátria fizeram o que precisava ser feito: vencer os degenerados.

1 de jan de 2010

Famosos tiveram prioridade nos pagamentos

A política de indenizações a vítimas do regime militar (1964-1985) priorizou os integrantes mais afamados da esquerda. Desde que foi criada, em 2001, a Comissão de Anistia autorizou o pagamento de cerca de R$ 3 bilhões a anistiados. Só 0,14% desse valor estava previsto para agricultores pobres do Araguaia, onde ocorreram os combates mais sangrentos da ditadura. Em junho, foram autorizados pagamentos a outros 44 agricultores. Essas indenizações, que somam cerca de R$ 4,4 milhões, estão bloqueadas pela Justiça. São indenizações que não passam de R$ 140 mil. Valores muito diferente das concedidas a pessoas influentes, como os jornalistas Carlos Heitor Cony (R$ 1,4 milhão), Ziraldo Alves (R$ 1,2 milhão) e Sérgio Jaguaribe, o Jaguar (R$ 1 milhão), e a ex-funcionária da Petrobras Maria Augusta Carneiro (R$ 600 mil). L.N.