5 de mar. de 2010

2010 – O Ano do Pinóquio

Por Geraldo Almendra

O mundo, em 2010, vai testemunhar ao que tudo indica o maior golpe já dado em um país para que um movimento partidário-prostituído assuma seu controle econômico, social e político.

Estamos na fronteira de uma ditadura organizada por uma fraude partidária chamada de PT, que deverá se perpetuar no poder por mais 20 anos, transformando o país em uma Cuba Continental comandada pela sórdida burguesia petista que praticamente já controla o país.

A pergunta que ficará nos anais da história da civilização ocidental será: como uma sociedade de um país continental beirando os 200 milhões de habitantes pode aceitar sua degeneração moral e sua tomada pelo movimento comunista internacional – representado no país pelo Fórum de SP – sem ao mesmo dar um tiro na defesa da democracia, da liberdade e da justiça social?

Os estudiosos tentarão achar uma resposta lógica para explicar como uma sociedade de um país, com condições de se transformar em uma das maiores potências econômicas do mundo, permitiu que seus poderes públicos republicanos fossem criminosamente aparelhados por quadrilhas organizadas e perguntarão: onde estava a “inteligência” legal e moral da sociedade capaz de evitar que o Brasil fosse transformado no paraíso da corrupção e da prevaricação, com um pano de fundo de relações público-privadas contaminadas pela prática do ilícito como princípio, meio e fim?

A resposta mais simplista e idiota que poderá ser registrada será atribuir ao Retirante Pinóquio a “genialidade política” de conseguir transformar, com sua liderança “estadista”-meliante, milhões de ignorantes e milhares de esclarecidos canalhas em cúmplices do golpe contra a sonhada democracia que vinha sendo perseguida pela sociedade brasileira, mas que passou a ser submissa a um Estado de Direito Comunista, simplesmente porque todos acreditavam na honestidade de princípios de uma fraude de ser humano em todos os sentidos que se queira avaliar.

Seria realmente uma genialidade política se este estado da arte de dominação pacífica de uma nação fosse fundamentado em uma ideologia sustentada com discursos que tivessem uma força ideológica honesta para a construção de um “mundo novo” apenas com o poder do convencimento à aceitação pelas massas das idéias de um líder ou estadista nato “vendedor” de um novo e revolucionário modelo socialista. MENTIRA! PURA CANALHICE!

O que realmente ficará registrado na história do nosso país através do trabalho de historiadores sérios é que não foi desse tipo de liderança a efetiva responsabilidade por um projeto de poder capaz de subjugar o Brasil - através de um movimento político corrupto por natureza -, um país continental com divisões de classes extremamente complexas de forma absolutamente pacífica. O que o canalha se aproveitou foi da xepa de séculos de degeneração moral de uma sociedade, uma destruição de valores e princípios fundamentais semeada pelos patifes esclarecidos das oligarquias apodrecidas.

A tomada do poder pelo PT em um impune estelionato eleitoral é o resultado final da infelicidade que nosso país ter sido ao longo de sua história dominado por oligarquias políticas calhordas que nunca se interessaram em construir uma grande nação democrática, livre, economicamente sustentável e competitiva.

Realmente, da maneira como o país, ao longo de sua história, foi edificado, o fez se transformar de uma Colônia em uma República, de um jeito que não podia dar certo. A semeadura da falência educacional e cultural, para manter as massas submissas aos canalhas das elites dominantes, produziu seus hediondos frutos que alimentaram a degeneração moral do país ao longo de sua história.

Uma nação, que começou colonizada por bandidos, chefiados por picaretas e criminosos, recebendo ordens do outro lado do mundo para acumular riquezas para poucos pela prática do mercantilismo que objetivava explorar o “novo paraíso de riquezas naturais” tinha que ter um ponto na sua história em que a degradação moral de sua sociedade - pelas oligarquias calhordas que foram se formando ao longo do tempo - chegaria ao estado da arte dos sonhos de todos os canalhas: a prática do ilícito como principal instrumento de enriquecimento dos grupos de poder.

De uma forma ou de outra, esses grupos sempre dominaram o país, mesmo no submundo civil do Regime Militar, com centenas de corruptos espalhados nos poderes públicos e prontos para dar uma facada nas costas das Forças Armadas assim que o poder voltasse às suas mãos. A Fraude da Abertura Democrática provou que o Regime Militar não completou adequadamente suas “tarefas” ao entregar o país para o controle do submundo do comuno sindicalismo e dos canalhas esclarecidos.

Talvez, o único momento de lucidez que a sociedade organizada do nosso país demonstrou ter na sua trajetória de subdesenvolvimento econômico e social ao longo de sua história, coletivamente, foi ter saído às ruas e pedir em 1964 uma dura intervenção militar para dar um basta nas tentativas dos traidores do país de transformá-lo em um repositório dos canalhas do comunismo decadente e genocida, que já tinham demonstrado a falência política e social de suas ideologias genocidas.

Infelizmente representantes dessa mesma sociedade – artistas, jornalistas amestrados, políticos, Igreja, grandes empresários, classe média, elites, academia entre muitos outros patifes traidores de nossa pátria – fazem agora a mesma coisa no sentido inverso: todos estão lutando no submundo da covardia apátrida e permitindo que o país seja absolutamente dominado por quadrilhas organizadas fantasiadas ou mascaradas com falsas idéias socialistas que a história já provou serem incompatíveis com a democracia, com a liberdade e com a justiça social. Nunca existiu e nem vai existir uma sociedade livre, digna e justa sob o manto de um sistema tão corrupto, genocida e decadente à semelhança de Cuba.

O final dessa triste história do nosso país na sua tentativa de tornar-se uma potência econômica e social, mas através dos séculos de prática de um processo cultural e educacional que não deu sustentação moral aos elos sociais fundamentados na honestidade e na moralidade, termina com a absoluta degeneração das relações públicas e privadas, o que abriu o espaço necessário para a definitiva tomada do poder público por quadrilhas organizadas que se estruturaram no submundo do comuno sindicalismo associados com os canalhas esclarecidos, especialmente essa academia sórdida que está vendendo a pátria em troca de sinecuras e garantia de uma vida profissional sem riscos, todos submissos a um sórdido corporativismo que domina o processo universitário público do país, que permite impunemente que um canalha diplomado, por exemplo, compre para seu gabinete uma lixeira de R$1000,00.

O ano de 2010 será o ano do Pinóquio se a sociedade não acordar.

Ou essa fraude humana e seus cúmplices serão alijados do poder por uma união nacional contra os canalhas da corrupção e da prevaricação, impedindo que seu maníaco sonho de poder perpétuo seja realizado através de sua cúmplice, ou, então, a sociedade fará nas urnas, manipuladas com o suborno generalizado e com o maior programa – o assistencialismo petista – de compra de votos que o mundo já conheceu uma covarde opção para que seus filhos e suas famílias se transformem em escravos de um Estado “Socialista”, que repetirá no Brasil a trajetória do ditador Fidel Castro em Cuba, mas aqui sob o comando do mais sórdido político que a história do nosso país haverá de registrar.

Façam suas escolhas e deixem seus filhos e suas famílias pagarem a conta de suas covardias corruptas e apátridas quando a provada nua e crua dualidade de uma sociedade comunista genocida bater às suas portas: a cumplicidade, ou a prisão. Se nenhuma das duas alternativas for aceita, a fuga ou a morte.

Geraldo Almendra, Economista e Professor de Matemática, Petrópolis

http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php?option=com_content&task=view&id=8471&Itemid=1

2 de mar. de 2010

Ferro-velho de Itaboraí já havia sido interditado


Ferro-velho de Itaboraí já havia sido interditado Depósito com peças e veículos extraviados do Exército foi esvaziado após denúncia.
POR MAHOMED SAIGG

Rio - Policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA) interditaram ontem um dos ferros-velhos especializados no comércio de viaturas militares em Itaboraí denunciados por O DIA. No local, peças e veículos extraviados do Exército Brasileiro eram vendidos por até R$ 30 mil. As provas do crime, no entanto, não foram encontradas pelos agentes, que se surpreenderam ao chegar ao endereço. Os três depósitos que até a semana passada estavam abarrotados de objetos militares foram encontrados praticamente vazios na tarde de ontem.

Em menos de uma semana, depósito foi esvaziado. Foto: Carlo Wrede | Agência O Dia De acordo com o dono do ferro-velho, o material foi retirado por equipes do Exército que estiveram no local na semana passada. “Eles chegaram aqui e só disseram que iriam levar tudo de volta para o quartel”, contou o comerciante, que não soube explicar por que autorizou a retirada dos veículos, já que garantiu tê-los comprado por meio de licitação.

O Comando Militar do Leste (CML), por sua vez, nega a versão de que tenha enviado uma equipe para retirar as viaturas do ferro-velho. Segundo o Exército, o próprio comerciante teria ido até o Parque Regional de Manutenção da 1ª Região Militar, em Magalhães Bastos — de onde o material havia sido extraviado —, para devolver tudo.

De qualquer forma, nos terrenos onde até ontem funcionavam os três depósitos do ferro-velho, no município de Itaboraí, Região Metropolitana, restaram apenas algumas carcaças de veículos militares. Estes, sim, comprados legalmente da Força. Todos os outros, fotografados e filmados por O DIA ao longo de um mês, desapareceram de lá. Segundo as informações passadas à polícia pelo dono do ferro-velho, a retirada dos veículos do local ocorreu logo após O DIA acionar o CML, em busca de explicações para o esquema. As peças só chegaram ao parque por volta das 13h de ontem.

O extravio de viaturas do Exército de quartéis localizados na Região Metropolitana do Rio está sendo investigado em um Inquérito Policial Militar (IPM). O inquérito foi instaurado após a conclusão de sindicância que confirmou a entrada de pessoas não autorizadas — civis e militares — em áreas restritas.

Apesar de estarem sendo mantidas em extremo sigilo, as primeiras informações obtidas pelos oficiais que coordenam as investigações indicam que o grupo — formado inclusive por oficiais do Exército — já teria faturado R$ 600 mil com o esquema.

Entre os veículos mais cobiçados pelo bando está o caminhão REO. Usado pelas tropas americanas na Guerra da Coreia, no início da década de 50, eles chegavam a ser vendidos por R$ 30 mil, só com a lataria. Os principais clientes são colecionadores de vários estados do Brasil, que disputam este tipo de mercadoria, cada vez mais escassa no mercado. A venda de peças também garante a rentabilidade do negócio ilegal.

SEM AUTORIZAÇÃO: Estabelecimento já havia sido interditado

Esta foi a segunda vez que o ferro-velho de Itaboraí foi interditado pela polícia. Ano passado, agentes da mesma delegacia já haviam fechado o estabelecimento por falta de autorização para funcionar. O proprietário, no entanto, ignorou a punição e reabriu as portas.

Após a denúncia de O DIA, mostrando envolvimento do dono do negócio com extravio de viaturas do Exército, o delegado Márcio Mendonça Dubragás, da DRFA, instaurou procedimento para investigar a participação dele no desvio das peças. “Vamos encaminhar um ofício ao Exército, solicitando cópia do Inquérito Policial Militar, para saber se ele sabia que o material que vendia aqui era roubado”, disse o delegado.

O comerciante já responde por violação de interdição e pode pegar de 3 meses a 1 ano de detenção. Caso seja comprovada a participação, ele vai responder também por receptação de material roubado do Exército.


1 de mar. de 2010

CURSO DE GENERAL A DISTÂNCIA


Olha aí pessoal. Finalmente o curso que faltava.
Para quem já é general, uma oportunidade de aprimorar os conhecimentos.
Para quem não foi promovido a general, inclusive os mangões como eu, ótima chance de compensar o tempo perdido.
A ECEME já era!
Eheheheheh....


ACREDITEM SE QUISER!!!
PARECE PIADA, MAS NÃO É QUE O SITE EXISTE MESMO? ESTA FACULDADE OFERECE UM CURSO DE GENERAL A DISTÂNCIA. RESTA SABER, QUE PAÍS TERIA UM EXÉRCITO PARA TAL COMANDANTE...

http://www.faculdadelivre.com.br/index.php?sec=ver_curso&id=3675

Só no Brasil deixam rolar uma picaretagem dessas...
Onde estão as instituições responsáveis em coibir essa safadeza...min educação...polícia federal...?!?!?

27 de fev. de 2010

Exilados invadiram consulado do Brasil em Miami para protestar contra Lula


Aos gritos de "Cuba livre", "Lula cúmplice" e "Liberdade", militantes da Assembleia da Resistência, constituída de exilados cubanos, ocuparam nesta sexta-feira o consulado do Brasil em Miami para protestar contra a "cumplicidade do presidente Lula" em relação à ditadura cubana, da qual escaparam. Eles se referiam ao fato de Lula manter constrangedor silêncio sobre a morte do preso político Horacio Zapata exatamente no dia da visita do presidente brasileiro a Havana.

Nos cometários da página do YouTube, brasileiros deixam mensagens de solidariedade, pedindo desculpas pelo vergonhoso comportamento do presidente e do governo brasileiros.
http://www.claudiohumberto.com.br/principal/index.php

26 de fev. de 2010

MYRRIA - A CRÍTICA

AROEIRA - O DIA

Jair Bolsonaro: Contra gays nas Forças Armadas

Deputado federal (PP-RJ)

Rio - O comandante é o espelho da tropa! Esta é a primeira lição que se aprende no quartel. Um comandante gay assumido certamente causaria constrangimento de seus subordinados perante os demais colegas de farda.

Da mesma forma, pastores e padres gays assumidos também afastariam fiéis. É a realidade não demagógica. Não se trata de condenar opção sexual, mas há de se considerar profissões ou ofício que não combinam com determinadas condutas. Isto não é discriminação, apenas uma constatação. Políticos ou ativistas que recriminam o general Cerqueira são os que defendem reserva de cotas para ex-condenados, mas não os empregam em seus gabinetes ou residências. Ao entregar seu filho para o serviço militar, o pai tem a certeza de que lá ele irá moldar seu caráter em valores morais e éticos. Não quer vê-lo, receber ordens de alguém que poderá aliciá-lo para o homossexualismo, como se isto fizesse parte da normalidade em nossa sociedade.

Se passarmos a dar comandos a homossexuais, as Forças Armadas sofrerão, rapidamente, processo de descrédito, com comprometimento do seu dever constitucional já que se alicerça na hierarquia e disciplina.
Aos críticos, costumo dizer que gozamos de tantos privilégios que nenhum deles têm um só filho na carreira das armas. A verdade para os moralistas de plantão dói na alma. Vivem da mentira e da calúnia.

Um casal unido sob a benção de Deus, ao esperar um filho, nunca diz que teria orgulho se o mesmo se revelasse gay no futuro. Que hipocrisia é esta de passeatas de “orgulho” gay?

Respeitemos a opção sexual dessa minoria, mas não podemos tolerar quando estes querem que os aceitemos, no seio de nossa família, ou em algumas profissões, como se isto fosse um padrão de vida para servir de exemplo e orgulho para todos.

25 de fev. de 2010

São Luiz Inácio


São Luiz Inácio: ele fica irritado com quem ainda não se convenceu que ele já foi canonizado em vida

Irritado, Lula lamenta morte de dissidente cubano em greve de fome

Presidente diz não ter recebido carta de grupos opositores com pedido para que intercedesse por presos políticos

Tânia Monteiro, ENVIADA ESPECIAL, HAVANA

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100225/not_imp515824,0.php


ENCONTRO - Lula visita Fidel (E), acompanhado de Raúl (D): para brasileiro, ex-presidente está recuperado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva irritou-se com as informações de grupos de direitos humanos, segundo as quais pediram uma audiência a ele para que intercedesse junto ao governo cubano em favor do preso político cubano Orlando Zapata Tamayo, que morreu na terça-feira após 85 dias de greve de fome. "Se tivessem pedido pra conversar comigo, eu teria conversado com eles e qualquer presidente teria conversado. Não nos recusamos a conversar", disse Lula. Ele afirmou que não recebeu nenhuma carta ou pedido para intermediar o caso e, se tivesse recebido, talvez pudesse ter procurado Zapata e evitado a morte dele porque é contra a greve de fome.

Lula, na verdade, esquivou-se de comentar as acusações de violações dos direitos humanos em Cuba e a prisão de ativistas políticos no país, limitando-se a responder o fato de não ter recebido o pedido para intermediar a questão. Questionado sobre se não era ruim para sua biografia não condenar as prisões políticas, Lula disse que sua solidariedade não pode ser questionada e voltou a fazer críticas aos dissidentes.

"Temos de lamentar, como ser humano, sobre alguém que morreu porque decidiu fazer greve de fome, que vocês sabem que eu sou contra porque fiz greve de fome", afirmou Lula. "Se essas pessoas tivessem falado comigo antes, eu teria pedido para ele parar a greve e quem sabe teria evitado que ele morresse. Lamento profundamente que uma pessoa se deixe morrer por uma greve de fome."

O presidente lembrou a sua experiência de quando fez greve de fome e avisou que nunca mais faz isso. E fez um alerta aos ativistas: "As pessoas precisam parar com o hábito de fazer cartas, guardarem para si e depois dizerem que mandaram para os outros. Quando uma pessoa manda uma carta para um presidente, no mínimo, só pode dizer que o presidente a recebeu se protocolar a carta."

O assessor internacional do presidente, Marco Aurélio Garcia, disse que a carta não chegou a Lula nem houve pedido de audiência. "Há problemas de direitos humanos no mundo inteiro", declarou. O governo evita abordar questões delicadas de países que considera amigos.

O presidente cubano, Raúl Castro, por seu lado, lamentou a morte do ativista e responsabilizou os EUA por ela. O cubano disse-se disposto a conversar com Washington sobre "tudo", mas em igualdade de condições. "Lamentamos muito. Ele (Zapata) foi sentenciado a 3 anos por ter causado problemas e foi levado a nossos melhores hospitais. Morreu. Lamentamos muito", disse. Em seguida, afirmou: "Em meio século, não assassinamos ninguém aqui. Aqui ninguém foi torturado. Houve tortura na Ilha de Cuba, mas na base de Guantánamo, que não é nosso território."

Lula reuniu-se com Fidel Castro na residência dele. Lula encontrou Fidel "recuperado" e "excepcionalmente bem". Segundo Lula disse a assessores, a situação de Fidel hoje é muito diferente da de 2008, quando o visitou em uma casa de repouso.

REAÇÕES
Raúl Castro
Presidente de Cuba
"Lamentamos muito. Ele (Zapata) foi condenado por ter causado problemas e foi levado a nossos melhores hospitais"
"Isso (a morte) se deve à confrontação que temos com os EUA. A confrontação fez Cuba perder milhares de cubanos. Sobretudo na primeira década, vítimas de terrorismo de Estado. Entre mortos e feridos, que ficaram deficientes e mutilados, por volta de 5 mil"
Marco Aurélio Garcia
Assessor internacional do Palácio do Planalto
"Há problemas de direitos humanos no mundo inteiro"

24 de fev. de 2010

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23 de fev. de 2010

'Nova' Telebrás beneficia cliente do ex-ministro José Dirceu

Dirceu recebe de empresa por trás da Telebrás - Petista foi contratado por ao menos R$ 620 mil por empresa beneficiada com reativação da estatal de telecomunicações - Empresa nas Ilhas Virgens Britânicas comprou por R$ 1 rede de fibras ópticas que será usada por Telebrás e pode ficar com R$ 200 mi

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O líder petista e ex-ministro da Casa Civil José Dirceu participa do congresso do PT ocorrido no último final de semana em Brasília

O ex-ministro José Dirceu recebeu pelo menos R$ 620 mil do principal grupo empresarial privado que será beneficiado caso a Telebrás seja reativada, como promete o governo.

O dinheiro foi pago entre 2007 e 2009 por Nelson dos Santos, dono da Star Overseas Ventures, companhia sediada nas Ilhas Virgens Britânicas, paraíso fiscal no Caribe. Dirceu não quis comentar, e Santos declarou que o dinheiro pago não foi para “lobby”.

Tanto a trajetória da Star Overseas quanto a decisão de Santos de contratar Dirceu, deputado cassado e réu no processo que investiga o mensalão, expõem a atuação de uma rede de interesses privados junto ao governo paralelamente ao discurso oficial do fortalecimento estatal do setor.

De sucata a ouro

Em 2005, a “offshore” de Santos comprou, por R$ 1, participação em uma empresa brasileira praticamente falida chamada Eletronet. Com a reativação da Telebrás, Santos poderá sair do negócio com cerca de R$ 200 milhões.

Constituída como estatal, no início da decada de 90, a Eletronet ganhou sócio privado em março de 1999, quando 51% de seu capital passou para a americana AES. Os 49% restantes ficaram nas mãos do governo. Em 2003, a Eletronet pediu autofalência porque seu modelo de negócio não resistiu à competição das teles privatizadas.

Resultado: o valor de seu principal ativo, uma rede de 16 mil quilômetros de cabos de fibra óptica interligando 18 Estados, não cobria as dívidas, estimadas em R$ 800 milhões.

Diante da falência, a AES vendeu sua participação para uma empresa canadense, a Contem Canada, que, por sua vez, revendeu metade desse ativo para Nelson dos Santos, da Star Overseas, transformando-o em sócio do Estado dentro da empresa falida.

A princípio, o negócio de Santos não fez sentido aos integrantes do setor. Afinal, ele pagou R$ 1 para supostamente assumir, ao lado do Estado, R$ 800 milhões em dívidas.

O ex-ministro não quis comentar.

22 de fev. de 2010

Você é importante nesta rede

Este será um blog diferente. Será acessado apenas pelos blogueiros que formarão a rede. Com login e senha. Dentro dele, conteúdos que colocaremos na rede. Estratégias. Táticas. Vamos montar uma grande rede em defesa da democracia. Precisamos de adesões, muitas adesões. Este movimento não tem dono. Tem apenas uma articulação e, com o passar do tempo, terá várias frentes de ação. Vamos brincar com eles de forma organizada? Coloque na área de comentários o endereço do seu blog e um e-mail para contato. Os e-mails não serão publicados.

Observação: não há como não mostrar e-mails. Coloquem um e-mail que não seja pessoal, se isto for problema, ok? E peçam para deletar os que não querem mostrar o mesmo.

http://blogspelademocracia.blogspot.com/

16 de fev. de 2010

UM MORTAL SILÊNCIO

Ao longe um clarim lamentoso.
Do frio metal um som dorido, pungente, magoado e tristonho.
É o toque de silêncio.
Os ouvintes compungidos abaixam a cabeça.
Uma dor amarga a nossa boca.
Esvai-se mais uma esperança.
Os olhos de todos se embaçam pela lágrima que não rolou, mas que foi engolida pela impotência, e desceu pela seca garganta.
Por ora, calou-se a única voz de um militar da ativa capaz de emitir uma opinião sem medo.
De denunciar o vergonhoso “establishment” que sombreia o futuro da Pátria. Calou-se, penalizada pela prepotência, pelo desmando, pela ignomínia, pelo totalitarismo, pois a bem da verdade, aquela voz inspirou medo.
Sufocou-se o alerta desinteressado, uma voz brasileira foi amordaçada, mas não se muda uma vírgula sequer do texto eivado de maléficas intenções e torpes objetivos. Diante da infidelidade no sofá, retira-se o sofá.
Esperamos que a imolação do General no altar da besta sirva de alerta para os incautos, para que dêem tratos à bola, e pensem. “Poxa”, se um General de Exercito, de altíssimo conceito foi capaz de expor-se contra alguma “coisa”, a “coisa”, “boa coisa não é”.
Nós militares perdemos e muito. O peso de um General de Exército entre nós é grande.
Sabemos do crivo para chegar a tanto, as qualidades necessárias para atingir o ápice da carreira. O militar precisa ter estofo, caráter, atitude.
O General Santa Rosa as teve e cultivou-as com desvelada atenção ao longo de sua carreira, e as manteve altaneiras, até no seu encerramento.
Porém, se de um lado o corneteiro, com toda a sua sensibilidade solta do fundo do peito acordes que tocam a nossa alma, lamentando o destino da voz amordaçada, por outro, festejemos a coragem e o exemplo do General.
Por isso, Mestre da Banda inicie o dobrado “Fibra de Heróis”, em regozijo, pois, certamente, outros da mesma estirpe, incentivados pelo exemplo altaneiro do exonerado e intimorato Chefe, terão a hombridade de afrontar com dignidade, com a altivez do soldado a tantos quantos pérfidos e canalhas surgirem, mesmo que acobertados por uma distorcida democracia, construída para atender seus deploráveis desígnios.
Quem viver verá que a fibra do soldado não perece.

Brasília, DF, 13 de fevereiro de 2010
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira


“Os homens só se lembram de Deus e dos soldados
nos momentos de aflição”

El Camino del Rey


El Caminito del Rey
(Inglês: Via pouco do Rei) É uma passagem ou Via Ferrata, Agora caído em desuso, fixado ao longo das paredes íngremes de uma estreita desfiladeiro em El Chorro, Perto de Álora em Málaga, Espanha. O nome é muitas vezes abreviado para Camino del Rey ".

Em 1901 tornou-se evidente que os trabalhadores no hidrelétricas plantas em Chorro Falls e Gaitanejo Falls precisava de uma passarela para atravessar entre as quedas, a fornecer para o transporte de materiais, e para a inspeção e manutenção do canal. A construção da passarela levou quatro anos e foi terminado em 1905.

Em 1921, King Alfonso XIII cruzou a passarela para a inauguração da barragem Conde del Guadalhorce e tornou-se conhecida por seu nome atual.

Em alguns lugares a passarela desabou

A passarela tem ido agora muitos anos sem manutenção, e está em um estado muito deteriorado e perigoso. É um metro (3 pés e 3 polegadas) de largura, e tem mais de 100 metros (350 pés) acima do rio. Quase todo o caminho não tem corrimão. Algumas partes da passarela de concreto que desabou completamente e tudo o que resta é a viga de aço no lugar originalmente para segurá-la para cima. Pode-se trancar em um moderno de segurança em aço-fio para não cair, embora não pode segurar muito peso. Várias pessoas perderam suas vidas na passarela nos últimos anos, depois que quatro pessoas morreram em dois acidentes em 1999 e 2000[1], O governo local fechou as entradas. Para este dia continua a ser ilegal a cruz. No entanto o policiamento é extremamente reduzido e muitos turistas aventureiros ainda encontrar o caminho para a passagem para explorá-lo.

Alguns viajantes escolher para começar a andar pelo túnel de trem para a represa, e depois voltando para El Chorro. A maioria de subir em uma série de balaústres em ruínas e, em seguida, uma chaminé bem protegida na face do penhasco para chegar ao Caminito del Rey ". Um cabo vai do comprimento do caminho, dando às pessoas um método para proteger-se durante toda a duração do caminho. No entanto, a estabilidade do cabo é desconhecida. Seria sensato ter espaço (mais de 10 metros) entre os viajantes. Dessa forma, se uma seção quebras, o cabo será apenas segurando o peso de uma pessoa.

O governo regional da Andaluzia orçamentado em 2006 para um plano de recuperação[2] estimado em € 7 milhões.

Adrenaline - base jump world record - HD - 1080p


11 de fev. de 2010

27 de jan. de 2010

Msg de incentivo ao Haiti!

Esse link destina-se ao envio de Msgs de incentivo para o nosso povo que está no Haiti. Mande a sua Msg para o email - webmaster@exercito.gov.br

Vejam as mensagens no link abaixo:
http://www.exercito.gov.br/05notic/paineis/2010/01jan/haiti2.html

21 de jan. de 2010

Comandante do Exército lamenta a perda prematura dos soldados brasileiros


O comandante disse que os militares de capacetes azuis levaram ao Haiti solidariedade, alegria e esperança. Ele também afirmou que a dimensão humana da tragédia atinge a todos os brasileiros.

Militares mostram o que é representar o povo brasileiro


Em meio à crise moral em que a capital do Brasil se encontra, os militares confirmam o sentido da expressão: servir à pátria.

Brasília: político e patriótica. Dois endereços, duas faces. A da Câmara Legislativa ignora. Já da Vila Militar, acode. O que é estar a serviço do povo?

“Há tempo de falar e de calar. O meu é tempo de calar”, enfatiza a deputada Eurides Brito (PMDB).

De se calar? Os nossos militares se calaram porque souberam ouvir em volta. A repórter Lília Teles acompanhou o resgate de uma enfermeira, dos escombros do terremoto no Haiti, e relatou esse momento: “Ele está pedindo silêncio, agora. Está ouvindo uma voz, um pedido de socorro: ‘está aqui, aqui’”, diz a jornalista.

O que é representar um povo? Nossos militares rezaram para agradecer por estarem no Haiti no momento do Terremoto. “Graças a Deus, a gente estava aqui. Foi a primeira coisa que eu pensei”, ressalta o sargento Marco Antônio Leôncio.

Para servir ao próximo, e não ignorá-lo mesmo o vendo sofrer. “Pelo que eu vi, a poeira subindo na cidade e em todos os cantos, eu sabia que ‘eles’ estariam em apuros. Eu sabia que ia morrer muita gente, eu sabia que nós seríamos os primeiros a chegar. E a participação da força do Brasil seria fundamental”, afirma o sargento Leôncio.

Enquanto os políticos se trancaram ao calor do dinheiro, os militares abrem suas almas ou sente o toque do pulsar da vida. “Ela está segurando a minha mão, está bem, está bem”, vibra o sargento Leôncio, no momento do resgate da enfermeira, de 43 anos que está grávida.

E ficam gigantes: “Uma vida é uma vida. Mesmo que a gente tirasse apenas uma pessoa com vida, naquela situação, já valeria a pena”, destaca o militar.

Gigantes! E aí nos tornaram enormes, cheios de orgulhos.

Moral da história

Com quem nós nos identificamos: com esses militares; com a doutora Zilda Arns; com os bombeiros do DF, que foram para o Haiti; com os que se doam ou com aqueles que se servem dos impostos do povo e aceitam doações ilegais? Quem são os nossos heróis?

Confira no vídeo a reportagem completa e saiba qual é a moral desta história!

Texto e edição de texto: Liliane Cardoso
Moral da história: Alexandre Garcia
Edição de imagem: Edson Barreto
Pesquisa do Cedoc: André Bessa

20 de jan. de 2010

Acende-se uma luz no fim do túnel!

Ternuma Regional Brasília
Por PChagas

Caros amigos

Hoje, assistindo ao noticiário nacional, tomei conhecimento de mais uma barbárie da bandidagem no Rio de Janeiro. Uma jovem senhora, mãe e esposa, atacada enquanto dirigia seu automóvel, vítima fatal de disparos de marginais, armados de fuzis militares, em mais uma “operação de assalto” em bairro da Cidade Maravilhosa.

Não sem razão, lembrei-me do Sr Paulo Vannuchi , da Sra Dilma Rousseff, do Sr Tarso Genro, do Sr Franklin Martins, do Sr José Dirceu e do chefe de todos eles, o Sr Lula Oportunista da Silva.

Lembrei-me que, no início dos anos setenta, ouvi meu pai comentar que o Brasil era um oásis de segurança na América Latina, mesmo estando em guerra contra traidores comunistas que, fiéis à cartilha de seu grande líder Carlos Marighela, teimavam em seqüestrar, assaltar bancos, assassinar, justiçar e aterrorizar a Nação.

Com tudo isso, vivíamos em segurança, felizes, aproveitando as maravilhas da cidade que hoje é vítima da compensação do crime.

Será que a natureza humana mudou? Será que os bandidos de hoje são de um tipo que não havia há trinta ou quarenta anos atrás? Claro que não! Os homens são os mesmos, as circunstâncias é que são outras, bem piores e desfavoráveis aos cidadãos de bem.

Naquele tempo, de gratas recordações, o instinto animal, irracional, dos homens era contido pela lógica da gratificante convivência pacífica e da intolerância ao crime. Havia menos gente nas cadeias e quem lá estava era por que lá deveria estar e ficar. Havia pleno emprego. O crime, definitivamente, não compensava!

Naquele tempo, quem andava armado nas ruas, cometendo os crimes que hoje, diariamente, povoam os noticiários, eram as “autoridades” acima citadas. As “operações de guerra” desencadeadas por eles foram inicialmente bem sucedidas, mas a competência que não faltava aos órgãos de segurança fez com que logo estivessem, de alguma forma, neutralizados, afastados e isolados de suas pretensas vítimas, mortos, cumprindo as devidas penas ou banidos do sagrado território desta terra.

Vivíamos, definitivamente, em paz e em segurança, mas não pela vontade deles.

Perdoados pela própria natureza do bom homem brasileiro e pela Lei do Esquecimento, voltaram ao convívio fraterno da Nação. Acolhidos pela boa fé de seus patrícios, valeram-se dela para, mais uma vez, traí-los. Começaram por instituir a tolerância ao crime e o incentivo à desonestidade e à desobediência às leis.

Deixaram que se criassem, em todos os rincões da Pátria, hordas de criminosos, organizados ou não. Deixaram que se formasse, a troco de ilusões e mentiras, um exército de pretensos camponeses, massa de manobra para o desrespeito à propriedade e à produção rural. Locupletaram-se pela prática descarada da corrupção, do desvio de verbas, do aparelhamento da máquina pública e pela auto-indulgência e indenização pelos crimes que cometeram.

Ao serem obrigados a deixar cair a máscara da hipocrisia que, sob o escudo da defesa de “Direitos Humanos”, encobria suas verdadeiras e destrutivas intenções, voltam ao noticiário com uma absurda tentativa de regulamentar e institucionalizar a desordem moral que seus poucos e deturpados valores éticos, propositadamente, criaram.

O primeiro alerta desta vez veio da Caserna, silenciosa, disciplinada, mas atenta a seu dever constitucional e a seu comprometimento com a liberdade e com o direito.

Chamada a atenção, os demais seguimentos da sociedade, ainda não impregnados e contaminados pela hegemonia do pensamento, passaram a denunciar o cerceamento que lhes estava sendo sorrateiramente impingido. Desatentos, inocentemente, estavam a embarcar em mais uma arapuca da mente doentia de fanáticos a serviço do totalitarismo socialista!

Acende-se uma luz no fim do túnel! A Nação começa a dar sinais de que não pretende tolerar a mordaça ou permanecer à mercê de mentiras, de falsos rancores e de criminosos. A nação começa e enxergar o destino que lhe querem impor e entende que não lhe convém conviver com a impunidade, com assassinos e com defensores de direitos espúrios de desajustados, de foras-da-lei e de desordeiros, cuja ação deletéria incentiva o desrespeito à vida de pessoas que, como a jovem senhora morta a tiros de fuzil no Rio de Janeiro, diariamente perdem o Direito Humano da Vida e da Propriedade nas cidades e nos campos do Brasil.
http://www.ternuma.com.br/

19 de jan. de 2010

O General brasileiro que `enganou` Hitler nas Olimpíadas de 1936


Roberto de Pessôa, militar paraibano, assistiu ao Jogos para aprender técnicas de preparação física. Resistência foi o principal ponto observado pelo `espião`.

18 de jan. de 2010

Imagens do desabamento de uma igreja no Haiti


A única coisa que restou da Igreja Sacré Coeur de Tugeau foi o crucifixo. As pessoas se ajoelham. O desespero é grande. Foi na igreja onde Zilda Arns morreu.

17 de jan. de 2010

Herói virtual


É só incluir uma foto e ver como fica o filme.
http://en.tackfilm.se/?id=1263234328026RA7

14 de jan. de 2010

Terremoto no Haiti


Terça-feira à tarde, 12 de janeiro, o pior terremoto em 200 anos - 7,0 de magnitude - atingiu menos de dez milhas da cidade caribenha de Port-au-Prince, Haiti. O primeiro tremor foi mais tarde seguido por doze réplicas de magnitude superior a 5,0. Estruturas de todos os tipos foram danificadas ou recolhido, das casas da favela de símbolos nacionais. Ainda é muito cedo no esforço de recuperação, mas milhões de pessoas estão deslocadas provável, e milhares podem ter morrido como as equipes de resgate de todo o mundo estão agora a descer para ajudar o Haiti, onde eles são capazes.

13 de jan. de 2010

Haiti: novo boletim confirma 12 mortes

Do blog do CLÁUDIO HUMBERTO

Novo boletim do Exército Brasileiro, divulgado no início da tarde desta quarta (13), confirmou a morte de 11 militares e da médica fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns. Estão desaparecidos sete soldados, há sete feridos em atendimento no Hospital Argentino da Minustah e dois outros foram enviados para a República Dominicana. Os militares que morreram na tragédia são: o 1º tenente Bruno Ribeiro Mário, o 2º sargento Davi Ramos de Lima, o 2º sargento Leonardo de Castro Carvalho, o cabo Douglas Pedrotti Neckel, o cabo Washington Luis de Souza Seraphin, o soldado Tiago Anaya Detimermani, o soldado Antonio José Anacleto, o cabo Arí Dirceu Fernandes Júnior, o soldado Kleber Da Silva Santos, e o subtenente Raniel Batista de Camargo. Morreu ainda o coronel Emilio Carlos Torres dos Santos, do Gabinete do Comandante do Exército e que trabalhava na Minustah, a missão brasileira no Haiti ligada às Nações Unidas.

12 de jan. de 2010

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 2 – MUITAS DE SUAS VÍTIMAS ERAM PESSOAS COMUNS: SÓ TIVERAM A MÁ SORTE DE CRUZAR COM ESQUERDISTA

Reinaldo Azevedo
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
| 17:04

Prossigo com a lista das pessoas assassinadas pelos terroristas de esquerda. Seguem mais 31 nomes. Sempre que possível, identificam-se o grupo e os assassinos. Impressiona a quantidade pessoas comuns mortas pelos esquerdistas, gente que só cometeu o erro de ter cruzado o caminho desses grandes humanistas.

Quando a lista estiver completa, reparem que a ALN (Ação Libertadora Nacional) e a VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) estão entre os grupos mais violentos. À primeira, pertenceu o ministro Paulo Vannuchi, que hoje comanda a banda que quer a “revanche”; a ministra Dilma Rousseff, cuja pasta deu forma final ao “decreto”, integrou a segunda. Aos mortos:

20 - 07/01/69 - Alzira Baltazar de Almeida - dona de casa - Rio de Janeiro/RJ
Uma bomba jogada por terroristas embaixo de uma viatura policia, estacionada em frente à 9ª Delegacia de Polícia, ao explodir, matou Alzira, que passava pela rua

21 - 11/01/69 - Edmundo Janot - Lavrador - Rio de Janeiro / RJ
Morto a tiros, foiçadas e facadas por um grupo de terroristas que haviam montado uma base de guerrilha nas proximidades da sua fazenda.

22 - 29/01/69 - Cecildes Moreira de Faria - Subinspetor de Polícia - BH/ MG

23 - 29/01/69 - José Antunes Ferreira - guarda civil-BH/MG
Policiais chegaram a um “aparelho” do Comando de Libertação Nacional (Colina), na rua Itacarambu nº 120, bairro São Geraldo. Foram recebidos por rajadas de metralhadora, disparadas por Murilo Pinto Pezzuti da Silva , “Cesar’ ou “Miranda”, que mataram o subinspetor Cecildes Moreira da Silva (ver acima), que deixou viúva e oito filhos menores. Ferreira também morreu. Além do assassino, foram presos os seguintes terroristas: Afonso Celso L.Leite (Ciro), Mauricio Vieira de Castro (Carlos), Nilo Sérgio Menezes Macedo, Júlio Antonio Bittencourt de Almeida (Pedro), Jorge Raimundo Nahas (Clovis ou Ismael) e Maria José de Carvalho Nahas (Celia ou Marta). No interior do “aparelho”, foram apreendidos 1 fuzil FAL, 5 pistolas, 3 revólveres, 2 metralhadoras, 2 carabinas, 2 granadas de mão, 702 bananas de dinamite, fardas da PM e dinheiro de assaltos.

24 - 14/04/69 - Francisco Bento da Silva - motorista - SP
Morto durante um assalto, praticado pela Ala Vermelha do PC do B ao carro pagador (uma Kombi) do Banco Francês-Italiano para a América do Sul, na Alameda Barão de Campinas, quando foram roubados vinte milhões de cruzeiros. Participaram desta ação os seguintes terroristas: Élio Cabral de Souza, Derly José de Carvalho, Daniel José de Carvalho, Devanir José de Carvalho, James Allen Luz, Aderval Alves Coqueiro, Lúcio da Costa Fonseca, Gilberto Giovanetti, Ney Jansen Ferreira Júnior, Genésio Borges de Melo e Antônio Medeiros Neto

25 - 14/04/69 - Luiz Francisco da Silva - guarda bancário -SP
Também Morto durante o assalto acima relatado.

26 - 08/05/69 - José de Carvalho - Investigador de Polícia - SP
Atingido com um tiro na boca durante um assalto ao União de Bancos Brasileiros, em Suzano, no dia 07 de maio, vindo a falecer no dia seguinte. Nessa ação, os terroristas feriram, também, Antonio Maria Comenda Belchior e Ferdinando Eiamini. Participaram os seguintes terroristas da Ação Libertadora Nacional (ALN): Virgílio Gomes da Silva, Aton Fon Filho, Takao Amano, Ney da Costa Falcão, Manoel Cyrilo de Oliveira Neto e João Batista Zeferino Sales Vani. Takao Amano foi baleado na coxa e operado, em um “aparelho médico” por Boanerges de Souza Massa, médico da ALN.

27 - 09/05/69 - Orlando Pinto da Silva - Guarda Civil - SP
Morto com dois tiros, um na nuca e outro na testa, disparados por Carlos Lamarca, durante assalto ao Banco Itaú, na rua Piratininga, Bairro da Mooca. Na ocasião também foi esfaqueado o gerente do Banco, Norberto Draconetti. Organização responsável por esse assalto: Vanguarda Popular Revolucionária (VPR).

28 - 27/05/69 - Naul José Montovani - Soldado PM - SP
Em 27/05/69 foi realizada uma ação contra o 15º Batalhão da Força Pública de São Paulo, atual PMESP, na Avenida Cruzeiro do Sul, SP/SP. Os terroristas Virgílio Gomes da Silva, Aton Fon Filho, Carlos Eduardo Pires Fleury, Maria Aparecida Costa, Celso Antunes Horta e Ana Maria de Cerqueira César Corbusier metralharam o soldado Naul José Montovani, que estava de sentinela e que morreu instantaneamente. O soldado Nicário Conceição Pulpo, que correu ao local ao ouvir os disparos, foi gravemente ferido na cabeça, tendo ficado paralítico.

29 - 04/06/69 - Boaventura Rodrigues da Silva - Soldado PM - SP
Morto por terroristas durante assalto ao Banco Tozan.

30 - 22/06/69 - Guido Boné - soldado PM - SP
Morto por militantes da ALN que atacaram e incendiaram a rádio-patrulha RP 416, da então Força Pública de São Paulo, hoje Polícia Militar, matando os seus dois ocupantes, os soldados Guido Bone e Natalino Amaro Teixeira, roubando suas armas.

31 - 22/06/69 - Natalino Amaro Teixeira - Soldado PM - SP
Morto por militantes da ALN na ação acima relatada.

32 - 11/07/69 - Cidelino Palmeiras do Nascimento - Motorista de táxi - RJ
Morto a tiros quando conduzia, em seu carro, policiais que perseguiam terroristas que haviam assaltado o Banco Aliança, agência Muda. Participaram deste assassinato os terroristas Chael Charles Schreier, Adilson Ferreira da Silva, Fernando Borges de Paula Ferreira, Flávio Roberto de Souza, Reinaldo José de Melo, Sônia Eliane Lafóz e o autor dos disparos Darci Rodrigues, todos pertencentes a organização terrorista VAR-Palmares.

33 - 24/07/69 - Aparecido dos Santos Oliveira - Soldado PM - SP
O Banco Bradesco, na rua Turiassu, no Bairro de Perdizes, foi assaltado por uma frente de grupos de esquerda. Foram roubados sete milhões de cruzeiros. Participaram da ação:
- Pelo Grupo de Expropriação e Operação: Devanir José de Carvalho, James Allen Luz, Raimundo Gonçalves de Figueiredo, Ney Jansen Ferreira Júnior, José Couto Leal;
- Pelo Grupo do Gaúcho: Plínio Petersen Pereira, Domingos Quintino dos Santos, Chaouky Abara;
- Pela VAR-Palmares: Chael Charles Schreier, Roberto Chagas e Silva, Carmem Monteiro dos Santos Jacomini e Eduardo Leite.
Raimundo Gonçalves Figueiredo baleou o soldado Oliveira. Já caído, ele recebeu mais quatro tiros disparados por Domingos Quintino dos Santos.

34 - 20/08/69 - José Santa Maria - Gerente de Banco - RJ
Morto por terroristas que assaltaram o Banco de Crédito Real de Minas Gerais, do qual era gerente

35 - 25/08/69 - Sulamita Campos Leite - dona de casa, PA
Parente do terrorista Flávio Augusto Neves Leão Salles. Morta na casa dos Salles, em Belém, ao detonar, por inadvertência ,uma carga de explosivos escondida pelo terrorista

36 - 31/08/69 - Mauro Celso Rodrigues - Soldado PM - MA
Morto quando procurava impedir a luta entre proprietários e posseiros, incitada por movimentos subversivos.

37 - 03/09/69 - José Getúlio Borba - Comerciário - SP
Os terroristas da Ação Libertadora Nacional (ALN) Antenor Meyer, José Wilson Lessa Sabag, Francisco José de Oliveira e Maria Augusta Tomaz resolveram comprar um gravador na loja Lutz Ferrando, na esquina da Avenida Ipiranga com a Rua São Luis. O pagamento seria feito com um cheque roubado num assalto. Descobertos, receberam voz de prisão e reagiram. Na troca de tiros, o guarda civil João Szelacsak Neto ficou ferido com um tiro na coxa, e o funcionário da loja, José Getúlio Borba, foi mortalmente ferido. Perseguidos pela polícia, o terrorista José Wilson Lessa Sabag matou a tiros o soldado da Força Pública (atual PM) João Guilherme de Brito.

38 - 03/09/69 - João Guilherme de Brito - Soldado da Força Pública/SP
Morto na ação acima narrada.

39 - 20/09/69 - Samuel Pires - Cobrador de ônibus - SP
Morto por terroristas quando assaltavam uma empresa de ônibus.

40 - 22/09/69 - Kurt Kriegel - Comerciante - Porto Alegre/RS
Comerciante Kurt Kriegel, morto pela Var-Palmates em Porto Alegre.

41 - 30/09/69 - Cláudio Ernesto Canton - Agente da Polícia Federal - SP
Após ter efetuado a prisão de um terrorista, foi atingido na coluna vertebral, vindo a falecer em conseqüência desse ferimento.

42 - 04/10/69 - Euclídes de Paiva Cerqueira - Guarda particular - RJ
Morto por terroristas durante assalto ao carro transportador de valores do Banco Irmãos Guimarães

43 - 06/10/69 - Abelardo Rosa Lima - Soldado PM - SP
Metralhado por terroristas numa tentativa de assalto ao Mercado Peg-Pag. Autores: Devanir José de Carvalho (Henrique) , Walter Olivieri, Eduardo Leite (Bacuri), Mocide Bucherone e Ismael Andrade dos Santos. Organizações Terroristas: REDE (Resistência Democrática) e MRT (Movimento Revolucionário Tiradentes).

44 - 07/10/69 - Romildo Ottenio - Soldado PM - SP
Morto quando tentava prender um terrorista.

45 - 31/10/69 - Nilson José de Azevedo Lins- civil - PE
Gerente da firma Cornélio de Souza e Silva, distribuidora da Souza Cruz, em Olinda. Foi assaltado e morto quando ia depositar, no Banco, o dinheiro da firma. Organização: PCBR (Partido Comunista Brasileiro Revolucionário). Autores: Alberto Vinícius Melo do Nascimento, Rholine Sonde Cavalcante Silva, Carlos Alberto Soares e João Maurício de Andrade Baltar

46 - 04/11/69 - Estela Borges Morato - Investigadora do DOPS - SP
Morta a tiros quando participava da operação em que morreu o terrorista Carlos Marighela.

47 - 04/11/69 - Friederich Adolf Rohmann - Protético - SP
Morto durante a operação que resultou na morte do terrorista Carlos Marighela.

48 - 07/11/69 - Mauro Celso Rodrigues - soldado PM - MA
Morto em uma emboscada, durante a luta travada entre lavradores de terra, incitados por militantes da Ação Popular(AP).

49 - 14/11/69 - Orlando Girolo - Bancário - SP
Morto por terroristas durante assalto ao Bradesco.

50 - 17/11/69 - Joel Nunes - Subtenente PM - RJ
Neste dia, o PCBR assaltou o Banco Sotto Maior, na Praça do Carmo, no subúrbio carioca de Brás de Pina, de onde foram roubados cerca de 80 milhões de cruzeiros. Na fuga, obstados por uma viatura policial, surgiu um violento tiroteio no qual Avelino Bioni Capitani matou o sargento da PM Joel Nunes. Na ocasião, foi preso o terrorista Paulo Sérgio Granado Paranhos.

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/todas-as-pessoas-mortas-por-terroristas-de-esquerda-2-%E2%80%93-muitas-de-suas-vitimas-eram-pessoas-comuns-so-tiveram-a-ma-sorte-de-cruzar-com-esquerdista/

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 1 – OS 19 ASSASSINADOS ANTES DO AI-5

Reinaldo Azevedo
terça-feira, 12 de janeiro de 2010 | 15:29

O que é que os livros de história e boa parte da imprensa escondem de você, leitor? Apenas a verdade.

As esquerdas alegam que o Regime Militar, ao longo de 21 anos, matou 424 dos seus militantes. É um número provavelmente inflado. Mortos comprovados são 293 - os outros constam como “desaparecidos” e se dá de barato que tenham sido mortos por “agentes do regime”. Nessa conta, diga-se, estão quatro militantes da ALN-Molipo que foram mortos pelos próprios “companheiros”. Ela também inclui os que morreram de arma na mão no Araguaia - já lembro a lista total. Este post tem outro objetivo. E, antes que prossiga, uma questão de princípio: não deveria ter morrido uma só pessoa depois de rendida pelo Estado. Ponto final. Não há o que discutir sobre este particular.

O que não se diz é que o terrorismo de esquerda matou nada menos de 119 pessoas, muitas delas sem qualquer vinculação com a luta política. Quase ninguém sabe disso. Também se consolidou uma outra brutal inverdade histórica, segundo a qual as ações armadas da esquerda só tiveram início depois do AI-5, de 13 de dezembro de 1968. É como se, antes disso, os esquerdistas tivessem se dedicado apenas à resistência pacífica.

Neste primeiro post sobre as vítimas dos terroristas de esquerda, listo apenas as pessoas mortas antes do AI-5: nada menos de 19. Em muitos casos, aparecem os nomes dos assassinos.

Se vocês forem procurar na lista dos indenizados com a Bolsa Ditadura, muitos homicidas estão lá, sendo beneficiados por sua “luta contra a ditadura”. Ou, então, suas respectivas famílias recebem o benefício, e o terrorista é alçado ao panteão dos heróis. Quem fez a lista dos assassinados pela esquerda é o grupo Terrorismo Nunca Mais. “Ah, lista feita pelo pessoal da direita não vale!!!” E a feita pela extrema esquerda? Vale? Ademais, estes fatos estão devidamente documentados . Seguem os nomes das 19 pessoas assassinadas antes do AI-5 e, sempre que possível, de seus algozes. Ao longo do dia, publicarei os outros 100 nomes.

Ah, sim: PARA AS VÍTIMAS DA ESQUERDA, NÃO HÁ INDENIZAÇÃO. Como vocês sabem, eles não têm nem mesmo direito à memória. Foram apagados da história pela Comissão da Mentira.

AS VÍTIMAS DAS ESQUERDAS ANTES DO AI-5

1 - 12/11/64 - Paulo Macena, Vigia - RJ
Explosão de bomba deixada por uma organização comunista nunca identificada, em protesto contra a aprovação da Lei Suplicy, que extinguiu a UNE e a UBES. No Cine Bruni, Flamengo, com seis feridos graves e 1 morto

2 - 27/03/65- Carlos Argemiro Camargo, Sargento do Exército - Paraná
Emboscada de um grupo de militantes da Força Armada de Libertação Nacional (FALN), chefiado pelo ex-coronel Jeffersom Cardim de Alencar Osorio. Camargo foi morto a tiros. Sua mulher estava grávida de sete meses.

3 - 25/07/66 - Edson Régis de Carvalho, Jornalista - PE
Explosão de bomba no Aeroporto Internacional de Guararapes, com 17 feridos e 2 mortos. Ver próximo nome.

4 - 25/07/66 - Nelson Gomes Fernandes, almirante - PE
Morto no mesmo atentado citado no item 3. Além das duas vítimas fatais, ficaram feridas 17 pessoas, entre elas o então coronel do Exército Sylvio Ferreira da Silva. Além de fraturas expostas, teve amputados quatro dedos da mão esquerda. Sebastião Tomaz de Aquino, guarda civil, teve a perna direita amputada.

5 - 28/09/66 - Raimundo de Carvalho Andrade - Cabo da PM, GO
Morto durante uma tentativa de desocupação do Colégio Estadual Campinas, em Goiânia, que havia sido ocupado por estudantes de esquerda. O grupo de soldados convocado para a tarefa era formado por burocratas, cozinheiros etc. Estavam armados com balas de festim. Andrade, que era alfaiate da Polícia Militar, foi morto por uma bala de verdade disparada de dentro da escola.

6 - 24/11/67 - José Gonçalves Conceição (Zé Dico) - fazendeiro - SP
Morto por Edmur Péricles de Camargo, integrante da Ala Marighella, durante a invasão da fazenda Bandeirante, em Presidente Epitácio. Zé Dico foi trancado num quarto, torturado e, finalmente, morto com vários tiros. O filho do fazendeiro que tentara socorrer o pai foi baleado por Edmur com dois tiros nas costas.

7 - 15/12/67 - Osíris Motta Marcondes, bancário - SP
Morto quando tentava impedir um assalto terrorista ao Banco Mercantil, do qual era o gerente.

8 - 10/01/68 - Agostinho Ferreira Lima - Marinha Mercante - Rio Negro/AM
No dia 06/12/67, a lancha da Marinha Mercante “Antônio Alberto” foi atacada por um grupo de nove terroristas, liderados por Ricardo Alberto Aguado Gomes, “Dr. Ramon”, que, posteriormente, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN). Neste ataque, Agostinho Ferreira Lima foi ferido gravemente, vindo a morrer no dia 10/01/68.

9 - 31/05/68 - Ailton de Oliveira, guarda Penitenciário - RJ
O Movimento Armado Revolucionário (MAR) montou uma ação para libertar nove de seus membros que cumpriam pena na Penitenciária Lemos de Brito (RJ) e que, uma vez libertados, deveriam seguir para a região de Conceição de Jacareí, onde o MAR pretendia estabelecer o “embrião do foco guerrilheiro”. No dia 26/05/68, o estagiário Júlio César entregou à funcionária da penitenciária Natersa Passos, num pacote, três revólveres calibre 38. Às 17h30, teve início a fuga. Os terroristas foram surpreendidos pelos guardas penitenciários Ailton de Oliveira e Jorge Félix Barbosa. Foram feridos, e Ailton morreu no dia 31/05/68. Ainda ficou gravemente ferido o funcionário da Light João Dias Pereira, que se encontrava na calçada da penitenciária. O autor dos disparos que atingiram o guarda Ailton foi o terrorista Avelino Brioni Capitani

10 - 26/06/68- Mário Kozel Filho - Soldado do Exército - SP
No dia 26/06/68, Kozel atua como sentinela do Quartel General do II Exército. Às 4h30, um tiro é disparado por um outro soldado contra uma camioneta que, desgovernada, tenta penetrar no quartel. Seu motorista saltara dela em movimento, após acelerá-la e direcioná-la para o portão do QG. O soldado Rufino, também sentinela, dispara 6 tiros contra o mesmo veículo, que, finalmente, bate na parede externa do quartel. Kozel sai do seu posto e corre em direção ao carro para ver se havia alguém no seu interior. Havia uma carga com 50 quilos de dinamite, que, segundos depois, explode. O corpo de Kozel é dilacerado. Os soldados João Fernandes, Luiz Roberto Julião e Edson Roberto Rufino ficam muito feridos. É mais um ato terrorista da organização chefiada por Lamarca, a VPR. Participaram do crime os terroristas Diógenes José de Carvalho Oliveira, Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Edmundo Coleen Leite, José Araújo Nóbrega, Oswaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra Andrade e José Ronaldo Tavares de Lima e Silva. Ah, sim: a família de Lamarca recebeu indenização. De Kozel, quase ninguém mais se lembra.

11 - 27/06/68 - Noel de Oliveira Ramos - civil - RJ
Morto com um tiro no coração em conflito na rua. Estudantes distribuíam, no Largo de São Francisco, panfletos a favor do governo e contra as agitações estudantis conduzidas por militantes comunistas. Gessé Barbosa de Souza, eletricista e militante da VPR, conhecido como “Juliano” ou “Julião”, infiltrado no movimento, tentou impedir a manifestação com uma arma. Os estudantes, em grande maioria, não se intimidaram e tentaram segurar Gessé que fugiu atirando, atingindo mortalmente Noel de Oliveira Ramos e ferindo o engraxate Olavo Siqueira.

12- 27/06/68 - Nelson de Barros - Sargento PM - RJ
No dia 21/06/68, conhecida como a “Sexta-Feira Sangrenta”, realizou-se no Rio uma passeata contra o regime militar. Cerca de 10.000 pessoas ergueram barricadas, incendiaram carros, agrediram motoristas, saquearam lojas, atacaram a tiros a embaixada americana e as tropas da Polícia Militar. No fim da noite, pelo menos 10 mortos e centenas de feridos. Entre estes, estava o sargento da PM Nelson de Barros, que morreu no dia 27.

13 - 01/07/68 - Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen - major do Exército Alemão - RJ
Morto no Rio, onde fazia o Curso da Escola de Comando e Estado Maior do Exército. Assassinado na rua Engenheiro Duarte, Gávea, por ter sido confundido com o major boliviano Gary Prado, suposto matador de Che Guevara, que também cursava a mesma escola. Autores: Severino Viana Callou, João Lucas Alves e um terceiro não-identificado. Todos pertenciam à organização terrorista COLINA- Comando de Libertação Nacional.

14 - 07/09/68 - Eduardo Custódio de Souza - Soldado PM - SP
Morto com sete tiros por terroristas de uma organização não identificada quando de sentinela no DEOPS, em São Paulo.

15 - 20/09/68 - Antônio Carlos Jeffery - Soldado PM - SP
Morto a tiros quando de sentinela no quartel da então Força Pública de São Paulo (atual PM) no Barro Branco. Organização terrorista que praticou o assassinato: Vanguarda Popular Revolucionária. Assassinos: Pedro Lobo de Oliveira, Onofre Pinto, Diógenes José Carvalho de Oliveira, atualmente conhecido como “Diógenes do PT”, ex-auxiliar de Olívio Dutra no Governo do RS.

16- 12/10/68 - Charles Rodney Chandler - Cap. do Exército dos Estados Unidos - SP
Herói na guerra com o Vietnã, veio ao Brasil para fazer o Curso de Sociologia e Política, na Fundação Álvares Penteado, em São Paulo/SP. No início de outubro de 68, um “Tribunal Revolucionário”, composto pelos dirigentes da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), Onofre Pinto (Augusto, Ribeiro, Ari), João Carlos Kfouri Quartin de Morais (Maneco) e Ladislas Dowbor (Jamil), condenou o capitão Chandler à morte, porque ele “seria um agente da CIA”. Os levantamentos da rotina de vida do capitão foram realizados por Dulce de Souza Maia (Judite). Quando retirava seu carro das garagem para seguir para a Faculdade, Chandler foi assassinado com 14 tiros de metralhadora e vários tiros de revólver, na frente da sua mulher, Joan, e de seus 3 filhos. O grupo de execução era constituído pelos terroristas Pedro Lobo de Oliveira (Getúlio), Diógenes José de Carvalho Oliveira (Luis, Leonardo, Pedro) e Marco Antônio Bráz de Carvalho (Marquito).

17 - 24/10/68 - Luiz Carlos Augusto - civil - RJ
Morto, com 1 tiro, durante uma passeata estudantil.

18 - 25/10/68 - Wenceslau Ramalho Leite - civil - RJ
Morto, com quatro tiros de pistola Luger 9mm durante o roubo de seu carro, na avenida 28 de Setembro, Vila Isabel, RJ. Autores: Murilo Pinto da Silva (Cesar ou Miranda) e Fausto Machado Freire (Ruivo ou Wilson), ambos integrantes da organização terrorista COLINA (Comando de Libertação Nacional).

19 - 07/11/68 - Estanislau Ignácio Correia - Civil - SP
Morto pelos terroristas Ioshitame Fugimore, Oswaldo Antônio dos Santos e Pedro Lobo Oliveira, todos integrantes da Vanguarda Popular Revolucionária(VPR), quando roubavam seu automóvel na esquina das ruas Carlos Norberto Souza Aranha e Jaime Fonseca Rodrigues, em São Paulo.

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/todas-as-pessoas-mortas-por-terroristas-de-esquerda-1-%E2%80%93-os-19-assassinados-antes-do-ai-5/

8 de jan. de 2010

Programa Nacional de Direitos Humanos recebe novas críticas


O Programa Nacional de Direitos Humanos recebeu, nesta sexta-feira, novas críticas de entidades da sociedade civil que viram no decreto uma tentativa de restringir a liberdade de expressão. O ministro da Agricultura reclamou que não foi ouvido durante a elaboração do documento.
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, não gostou das referências feitas ao agronegócio no decreto que criou o Programa Nacional de Direitos Humanos. Para o caso de invasão de terras, como as promovidas pelo MST, o texto sugere primeiro negociar com os invasores. Só depois caberia ação na Justiça para a desocupação da área.
Em outro trecho, o agronegócio é citado como um setor que não se preocupa com os direitos de pequenos e médios produtores.
Stephanes disse que o Ministério dele não participou do processo. “Não fomos ouvidos em relação a isso, agora, lemos o projeto, e ele traz embutido um preconceito em relação à agricultura comercial e no nosso entender aumenta a insegurança jurídica no campo. Nós temos que levar a nossa posição ao presidente da República e ver o que é possível modificar”.
O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, discordou do colega. “Será que alguém ainda acha que a negociação não leva a situações pacíficas? Sempre que a gente senta à mesa, coloca as partes frente a frente e busca uma solução,a gente sempre evita violência”.
O decreto tem a aval de 27 dos 37 ministros. E, claro, é assinado pelo presidente Lula. O programa prevê a interferência do governo em diversos setores. Com a elaboração de 27 projetos de lei, para impedir, por exemplo, ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União.
“Ele regula matérias que são do Congresso Nacional e que não podem ser objeto de um decreto. Portanto, elas não seriam constitucionalmente aceitáveis”, afirmou o deputado Raul Jungmann.
Outras propostas atingem a autonomia das empresas de comunicação, como o acompanhamento da linha editorial e penalidades para quem for taxado pelo governo de violador dos direitos humanos.
Em nota, a Abert - Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão -, denunciou a intenção do governo de restringir a liberdade de expressão. E espera que as restrições contidas no decreto sejam extintas, em benefício da democracia e da sociedade. A nota é também assinada pela Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e pela Associação Nacional de Jornais (ANJ).
“É mais uma tentativa de se cercear a liberdade de expressão. A democracia precisa da diversidade de opinião. E a sociedade tem direito ao acesso a qualquer tipo de opinião seja ela qual for”, declarou a presidente da ANJ Judith Brito.
Militares, ruralistas, jornalistas, parlamentares, religiosos prometem lutar para impedir que, sob o pretexto de defesa dos direitos humanos, essas propostas ganhem força de lei. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) argumenta que o Estado que quer impor esse programa é justamente quem mais desrespeita os direitos humanos.
“O Estado tem que dar exemplo e nós vamos agora cobrar do Estado aquilo que ele está cobrando de nós mesmos. É uma forma de contribuirmos com a democracia brasileira”, declarou o presidente da OAB Cézar Britto.
A Secretaria Nacional de Direitos Humanos divulgou, uma nota em que declara que o programa foi discutido em conferências em todo o país e que tem como um de seus objetivos estratégicos o acesso à Justiça no campo e na cidade.
Segundo a secretaria, o documento contempla ainda a liberdade religiosa e a garantia do direito à comunicação democrática e ao acesso à informação.

7 de jan. de 2010

Produtores rurais e Congresso reagem ao novo Programa de Direitos Humanos do governo

ELIAS - DIÁRIO DE SANTA MARIA

Frank

6 de jan. de 2010

3 de jan. de 2010

A CRISE MILITAR QUE NÃO HOUVE

NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado

A CRISE MILITAR QUE NÃO HOUVE

31 de dezembro de 2009

As esquerdas brasileiras sempre souberam que seu inimigo jurado de morte são as Forças Armadas. Por elas foram derrotadas em todas as vezes que quiseram medir forças, como em 1935, 1964 e anos subseqüentes. As Forças Armadas são a única organização capaz de lhes fazer frente, não apenas no plano militar propriamente dito, mas também no plano ideológico. Os “milicos” encarnam a Nação, têm história longa, confundem-se com a Independência e a unidade nacional; têm tradição que cultivam e também seu próprio sistema de formação de quadros, até agora impermeável à catequização comunista.

Desde que triunfaram utilizando os métodos de Gramsci que as esquerdas cercam seu maior inimigo, ora adulando, ora ignorando, ora provocando escaramuças para saber até onde vai o pavio das Forças Armadas. A aproximação do fim do mandato de Lula, que tentaram por todos os meios prolongar, fez com que se precipitasse o embate mais afoito. Essa tentativa de rever a Lei de Anistia é o Rubicão que não pode ser cruzado. Elas sabem disso, mas encontram-se em um impasse estratégico: estão em seu melhor momento histórico para dar o bote totalitário, mas desconfiam que não acumularam força suficiente para degolar o inimigo.

Seu balanço de poder é muito favorável: têm a Presidência da República, têm a opinião pública, os empresários estão inermes a seus pés, dependentes de recursos financeiros e de alivio da fiscalização estatal, cujo garrote vil foi apertado ao limite nas últimas décadas. Têm o sistema de ensino e os meios de comunicação, que estão em processo de domínio total depois da realização da Confecom. Têm apoios internacionais de que nunca dispuseram. Têm milícias em todos os recantos do país, a começar pelo MST. Têm as universidades, as igrejas, o meio editorial, o imenso funcionalismo público, por elas inflado criminosamente nas últimas décadas. Têm os sindicatos e os fundos de pensão.

Para ter o poder total as esquerdas só precisam mesmo conquistar as Forças Armadas, isto é, capacidade militar e organização. Essa é sua fraqueza congênita e por isso, desde a origem, tentaram o golpe de Estado, para controlar os “milicos” desde cima. Até agora falharam no intento. As Forças Armadas, para alívio da Nação, continuam sendo o esteio da nacionalidade e o instrumento garantidor das liberdades. Os inimigos traiçoeiros, apesar do tempo que dispuseram, dos recursos, das patranhas, das promessas populistas nunca conseguiram transpor os umbrais dos quartéis. Lá, mesmo Lula, só entram como convidadas e só falam com os comandantes, uma elite bem formada e moralmente superior, avessa ao seu proselitismo.

Lendo os editoriais de hoje dos principais jornais podemos ter três pontos de vista sobre o episódio que quase culminou com a saída de Nelson Jobim do Ministério da Defesa. O Estadão, como há muito, não tinha um posicionamento tão afirmativo e coerente com seu passado de lutas pela liberdade. O editorialista deixou de lado a covardia que tomou conta do jornal nos últimos tempos. Brincando com Fogo deu nomes aos bois: “A reação dos comandantes militares à tentativa mais uma vez patrocinada pelo ministro de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, de revogar a Lei da Anistia foi enérgica e recebeu inteiro apoio do ministro da Defesa, Nelson Jobim, que há tempos vem tentando conter as iniciativas revanchistas de Vannuchi e do ministro da Justiça, Tarso Genro. As pessoas pouco afeitas aos fatos ligados à repressão política, durante os governos militares, e que somente tomem conhecimento das iniciativas daquela dupla de ministros certamente terão a impressão de que os quartéis, na atualidade, estão cheios de torturadores e as Forças Armadas são dirigidas por liberticidas. Nada mais falso”.

E mais disse: “Para os militares, é ponto de honra que a Lei da Anistia permaneça em vigor, nos termos em que foi aprovada em 1985. Entre outros motivos, porque assim se isola a instituição de uma fase histórica conflituosa, que exigiu que os militares deixassem de lado sua missão profissional tradicional e assumissem os encargos da luta contra a subversão. Isso não se fez sem prejuízos à coesão e à hierarquia das Forças Armadas. Para a Nação, a manutenção da Lei da Anistia é mais que um ponto de honra. É a garantia de que os acontecimentos daquela época não serão usados como pretexto para que se promova uma nova e mais perniciosa divisão política e ideológica da família brasileira”.

Já a Folha de São Paulo, jornal completamente tomado pelas esquerdas, tentou como sempre relativizar (Confronto vão). Ao invés de criticar o autor da proeza, o ministro Tarso Genro, faz o contrário, elogiou-o: “Foi acertada a atitude do ministro da Justiça, Tarso Genro, ao declarar que "não há nenhuma controvérsia insanável" em torno do texto do Programa Nacional de Direitos Humanos e da chamada "Comissão da Verdade", destinada a apurar os casos de tortura e de desaparecimento de presos políticos durante o regime militar. É legítima qualquer investigação histórica sobre esse período, durante o qual crimes foram cometidos pelos dois lados em conflito”.

Ora, foi precisamente o rei da República petista de Santa Maria quem cutucou a onça com vara curta, ele que aparelhou a Polícia Federal para ser uma espécie de polícia política, contra todos os inimigos. Ela só não é eficaz contra os “milicos”. Nos quartéis não tem dinheiro na cueca, nem negociatas, nem insidiosas transações que atraiçoam os brasileiros. Tem gente de escol, de moral superior. E tem armas. Lá sua jurisdição não alcança. A Folha de São Paulo, como sempre, mentiu e enganou os seus leitores, se alinhando com as esquerdas revolucionárias.

O editorial de O Globo preferiu desvincular a figura de Lula da crise (Revanchismo): “A conhecida ambiguidade do presidente Lula deriva de uma característica da montagem do seu governo, uma estrutura sem unidade, composta de capitanias hereditárias, sob controle de agrupamentos políticos de tendências disparatadas”.Ora, Lula não foi ambíguo de jeito nenhum, publicou o decreto e só deu um passo atrás porque viu que os homens em armas não estão para brincadeira. Os “milicos” não vão tolerar esse tipo de provocação e por isso Lula teve que enfiar a viola no saco e mandar seu Sinistro da Justiça calar o bico. Lula está na linha de frente da conversão do Brasil em uma sociedade comunista e não cabe mais a idéia de que não sabe o que seus ministros fazem, sobretudo aqueles encarregados de levar à frente o projeto revolucionário.

Lula foi realista e fez a parte que lhe cabe, de recuar, mas o realismo não o isenta de ter endossado a iniciativa insana.

Não houve crise militar, houve uma escaramuça, uma simples medição de força. As esquerdas perderam a rodada, mas elas nunca desistem. Voltarão. Uma crise militar de verdade tiraria Lula do poder em horas. As esquerdas já viram esse filme antes. Espero que elas paguem para ver. Elas estão impacientes e não querem mais aguardar o tempo de dar o bote certo. Crise militar de verdade teve em 1935 e em 1964, quando os Guardas da Pátria fizeram o que precisava ser feito: vencer os degenerados.

1 de jan. de 2010

Famosos tiveram prioridade nos pagamentos

A política de indenizações a vítimas do regime militar (1964-1985) priorizou os integrantes mais afamados da esquerda. Desde que foi criada, em 2001, a Comissão de Anistia autorizou o pagamento de cerca de R$ 3 bilhões a anistiados. Só 0,14% desse valor estava previsto para agricultores pobres do Araguaia, onde ocorreram os combates mais sangrentos da ditadura. Em junho, foram autorizados pagamentos a outros 44 agricultores. Essas indenizações, que somam cerca de R$ 4,4 milhões, estão bloqueadas pela Justiça. São indenizações que não passam de R$ 140 mil. Valores muito diferente das concedidas a pessoas influentes, como os jornalistas Carlos Heitor Cony (R$ 1,4 milhão), Ziraldo Alves (R$ 1,2 milhão) e Sérgio Jaguaribe, o Jaguar (R$ 1 milhão), e a ex-funcionária da Petrobras Maria Augusta Carneiro (R$ 600 mil). L.N.

31 de dez. de 2009

Feliz Ano Novo

Feliz Ano Novo
TAPEJARA
ESTA SIMPATIA FUNCIONA!
FELIZ 2010!

26 de dez. de 2009

Raio-X da Amazônia



O vídeo acima,
o qual foi intitulado
"RAIO X DA AMAZÔNIA"
foi realizado pela Diretoria
do Serviço Geográfico do Exército,
tem a duração de 10minutos e premiado
na "XX Rassegna Cinematografica Internazionale
Eserciti e Popoli", Festival Internacional de Filmes Militares,
recebendo o primeiro prêmio na categoria "Natureza e Sociedade".

25 de dez. de 2009

Elias - Diário de Santa Maria

23 de dez. de 2009

scraps montagens

15 de dez. de 2009

Desafio na Amazônia


22/11/2009
Confira Brendha Haddad e Ricardo Tozzi em uma aventura na selva da Amazônia. O casal de “Caminho das Índias” foi ao palco falar sobre a experiência.
Brenddha ainda revelou seu medo de água e disse que vai superá-lo!
http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1167663-7822-EXCLUSIVO+DESAFIO+NA+AMAZONIA,00.html

14 de dez. de 2009

Exército recebe tanques de guerra alemães

Exército
Escrito por Defesa Brasil
Seg, 14 de Dezembro de 2009 08:46
Veículos de combate serão usados por militares brasileiros no Rio Grande do Sul e no Paraná.

Às 16h de ontem, o navio Grand San Paolo apontou no canal do porto de Rio Grande com uma carga inusitada. Em seu porão, o navio que saiu de Hamburgo, na Alemanha, carregava 33 unidades dos tanques de guerra Leopard 1A5, comprados pelo Exército Brasileiro. É o primeiro lote de mais quatro que deverão atracar em terras brasileiras até o final do ano.

Ao todo, deverão chegar 240 tanques. Os veículos de combate vêm para substituir modelos mais antigos do Exército. Os blindados faziam parte do excedente do Exército alemão. O Brasil negociou os tanques de guerra em 2004 com o governo alemão. Como tratam-se de veículos de segunda mão, passaram por manutenção, realizada pela empresa Rheinmetall Land System.

– A compra faz parte do projeto de modernização do Exército, para melhorar a estratégia de defesa do país. Os novos modelos vêm substituir os Leopard 1A1. O 1A5 é considerado um carro moderno, só está atrás do seu substituto, o Leopard II, usado atualmente na Europa – destaca o diretor de material do Exército, Sinclair Mayer.

Os tanques saíram do navio transportados por caminhões do Exército, com capacidade para carregar 50 toneladas, peso médio de cada tanque. Mayer destaca que o principal diferencial do novo tanque para o antigo é a eletrônica de bordo do blindado, com sistema de controle de funções bem mais sofisticado que o 1A1. Cada carro de combate custou cerca de 350 mil euros (mais de R$ 900 mil). Os tanques de guerra serão distribuídos entre o Rio Grande do Sul e o Paraná, por se adequarem ao tipo de terreno dos dois Estados.

– Eles não são apropriados para a selva, por exemplo – diz Mayer.

Os primeiros 33 carros irão para Santa Maria, e os demais para Rosário do Sul, Alegrete, São Luiz Gonzaga e São Gabriel e ainda para as cidades paranaenses de Rio Negro, Ponta Grossa e Paranaguá.

Fonte: Zero Hora

10 de dez. de 2009

Lula fala palavrão em discurso sobre saneamento do governo


Quinta-feira, 10/12/2009
O presidente participou de uma cerimônia de assinatura de contratos do 'Minha casa, minha vida', em São Luís. Lula disse: "se o povo está na merda, eu quero tirar o povo da merda que ele se encontra".