20 de jan. de 2010

Acende-se uma luz no fim do túnel!

Ternuma Regional Brasília
Por PChagas

Caros amigos

Hoje, assistindo ao noticiário nacional, tomei conhecimento de mais uma barbárie da bandidagem no Rio de Janeiro. Uma jovem senhora, mãe e esposa, atacada enquanto dirigia seu automóvel, vítima fatal de disparos de marginais, armados de fuzis militares, em mais uma “operação de assalto” em bairro da Cidade Maravilhosa.

Não sem razão, lembrei-me do Sr Paulo Vannuchi , da Sra Dilma Rousseff, do Sr Tarso Genro, do Sr Franklin Martins, do Sr José Dirceu e do chefe de todos eles, o Sr Lula Oportunista da Silva.

Lembrei-me que, no início dos anos setenta, ouvi meu pai comentar que o Brasil era um oásis de segurança na América Latina, mesmo estando em guerra contra traidores comunistas que, fiéis à cartilha de seu grande líder Carlos Marighela, teimavam em seqüestrar, assaltar bancos, assassinar, justiçar e aterrorizar a Nação.

Com tudo isso, vivíamos em segurança, felizes, aproveitando as maravilhas da cidade que hoje é vítima da compensação do crime.

Será que a natureza humana mudou? Será que os bandidos de hoje são de um tipo que não havia há trinta ou quarenta anos atrás? Claro que não! Os homens são os mesmos, as circunstâncias é que são outras, bem piores e desfavoráveis aos cidadãos de bem.

Naquele tempo, de gratas recordações, o instinto animal, irracional, dos homens era contido pela lógica da gratificante convivência pacífica e da intolerância ao crime. Havia menos gente nas cadeias e quem lá estava era por que lá deveria estar e ficar. Havia pleno emprego. O crime, definitivamente, não compensava!

Naquele tempo, quem andava armado nas ruas, cometendo os crimes que hoje, diariamente, povoam os noticiários, eram as “autoridades” acima citadas. As “operações de guerra” desencadeadas por eles foram inicialmente bem sucedidas, mas a competência que não faltava aos órgãos de segurança fez com que logo estivessem, de alguma forma, neutralizados, afastados e isolados de suas pretensas vítimas, mortos, cumprindo as devidas penas ou banidos do sagrado território desta terra.

Vivíamos, definitivamente, em paz e em segurança, mas não pela vontade deles.

Perdoados pela própria natureza do bom homem brasileiro e pela Lei do Esquecimento, voltaram ao convívio fraterno da Nação. Acolhidos pela boa fé de seus patrícios, valeram-se dela para, mais uma vez, traí-los. Começaram por instituir a tolerância ao crime e o incentivo à desonestidade e à desobediência às leis.

Deixaram que se criassem, em todos os rincões da Pátria, hordas de criminosos, organizados ou não. Deixaram que se formasse, a troco de ilusões e mentiras, um exército de pretensos camponeses, massa de manobra para o desrespeito à propriedade e à produção rural. Locupletaram-se pela prática descarada da corrupção, do desvio de verbas, do aparelhamento da máquina pública e pela auto-indulgência e indenização pelos crimes que cometeram.

Ao serem obrigados a deixar cair a máscara da hipocrisia que, sob o escudo da defesa de “Direitos Humanos”, encobria suas verdadeiras e destrutivas intenções, voltam ao noticiário com uma absurda tentativa de regulamentar e institucionalizar a desordem moral que seus poucos e deturpados valores éticos, propositadamente, criaram.

O primeiro alerta desta vez veio da Caserna, silenciosa, disciplinada, mas atenta a seu dever constitucional e a seu comprometimento com a liberdade e com o direito.

Chamada a atenção, os demais seguimentos da sociedade, ainda não impregnados e contaminados pela hegemonia do pensamento, passaram a denunciar o cerceamento que lhes estava sendo sorrateiramente impingido. Desatentos, inocentemente, estavam a embarcar em mais uma arapuca da mente doentia de fanáticos a serviço do totalitarismo socialista!

Acende-se uma luz no fim do túnel! A Nação começa a dar sinais de que não pretende tolerar a mordaça ou permanecer à mercê de mentiras, de falsos rancores e de criminosos. A nação começa e enxergar o destino que lhe querem impor e entende que não lhe convém conviver com a impunidade, com assassinos e com defensores de direitos espúrios de desajustados, de foras-da-lei e de desordeiros, cuja ação deletéria incentiva o desrespeito à vida de pessoas que, como a jovem senhora morta a tiros de fuzil no Rio de Janeiro, diariamente perdem o Direito Humano da Vida e da Propriedade nas cidades e nos campos do Brasil.
http://www.ternuma.com.br/

19 de jan. de 2010

O General brasileiro que `enganou` Hitler nas Olimpíadas de 1936


Roberto de Pessôa, militar paraibano, assistiu ao Jogos para aprender técnicas de preparação física. Resistência foi o principal ponto observado pelo `espião`.

18 de jan. de 2010

Imagens do desabamento de uma igreja no Haiti


A única coisa que restou da Igreja Sacré Coeur de Tugeau foi o crucifixo. As pessoas se ajoelham. O desespero é grande. Foi na igreja onde Zilda Arns morreu.

17 de jan. de 2010

Herói virtual


É só incluir uma foto e ver como fica o filme.
http://en.tackfilm.se/?id=1263234328026RA7

14 de jan. de 2010

Terremoto no Haiti


Terça-feira à tarde, 12 de janeiro, o pior terremoto em 200 anos - 7,0 de magnitude - atingiu menos de dez milhas da cidade caribenha de Port-au-Prince, Haiti. O primeiro tremor foi mais tarde seguido por doze réplicas de magnitude superior a 5,0. Estruturas de todos os tipos foram danificadas ou recolhido, das casas da favela de símbolos nacionais. Ainda é muito cedo no esforço de recuperação, mas milhões de pessoas estão deslocadas provável, e milhares podem ter morrido como as equipes de resgate de todo o mundo estão agora a descer para ajudar o Haiti, onde eles são capazes.

13 de jan. de 2010

Haiti: novo boletim confirma 12 mortes

Do blog do CLÁUDIO HUMBERTO

Novo boletim do Exército Brasileiro, divulgado no início da tarde desta quarta (13), confirmou a morte de 11 militares e da médica fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns. Estão desaparecidos sete soldados, há sete feridos em atendimento no Hospital Argentino da Minustah e dois outros foram enviados para a República Dominicana. Os militares que morreram na tragédia são: o 1º tenente Bruno Ribeiro Mário, o 2º sargento Davi Ramos de Lima, o 2º sargento Leonardo de Castro Carvalho, o cabo Douglas Pedrotti Neckel, o cabo Washington Luis de Souza Seraphin, o soldado Tiago Anaya Detimermani, o soldado Antonio José Anacleto, o cabo Arí Dirceu Fernandes Júnior, o soldado Kleber Da Silva Santos, e o subtenente Raniel Batista de Camargo. Morreu ainda o coronel Emilio Carlos Torres dos Santos, do Gabinete do Comandante do Exército e que trabalhava na Minustah, a missão brasileira no Haiti ligada às Nações Unidas.

12 de jan. de 2010

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 2 – MUITAS DE SUAS VÍTIMAS ERAM PESSOAS COMUNS: SÓ TIVERAM A MÁ SORTE DE CRUZAR COM ESQUERDISTA

Reinaldo Azevedo
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
| 17:04

Prossigo com a lista das pessoas assassinadas pelos terroristas de esquerda. Seguem mais 31 nomes. Sempre que possível, identificam-se o grupo e os assassinos. Impressiona a quantidade pessoas comuns mortas pelos esquerdistas, gente que só cometeu o erro de ter cruzado o caminho desses grandes humanistas.

Quando a lista estiver completa, reparem que a ALN (Ação Libertadora Nacional) e a VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) estão entre os grupos mais violentos. À primeira, pertenceu o ministro Paulo Vannuchi, que hoje comanda a banda que quer a “revanche”; a ministra Dilma Rousseff, cuja pasta deu forma final ao “decreto”, integrou a segunda. Aos mortos:

20 - 07/01/69 - Alzira Baltazar de Almeida - dona de casa - Rio de Janeiro/RJ
Uma bomba jogada por terroristas embaixo de uma viatura policia, estacionada em frente à 9ª Delegacia de Polícia, ao explodir, matou Alzira, que passava pela rua

21 - 11/01/69 - Edmundo Janot - Lavrador - Rio de Janeiro / RJ
Morto a tiros, foiçadas e facadas por um grupo de terroristas que haviam montado uma base de guerrilha nas proximidades da sua fazenda.

22 - 29/01/69 - Cecildes Moreira de Faria - Subinspetor de Polícia - BH/ MG

23 - 29/01/69 - José Antunes Ferreira - guarda civil-BH/MG
Policiais chegaram a um “aparelho” do Comando de Libertação Nacional (Colina), na rua Itacarambu nº 120, bairro São Geraldo. Foram recebidos por rajadas de metralhadora, disparadas por Murilo Pinto Pezzuti da Silva , “Cesar’ ou “Miranda”, que mataram o subinspetor Cecildes Moreira da Silva (ver acima), que deixou viúva e oito filhos menores. Ferreira também morreu. Além do assassino, foram presos os seguintes terroristas: Afonso Celso L.Leite (Ciro), Mauricio Vieira de Castro (Carlos), Nilo Sérgio Menezes Macedo, Júlio Antonio Bittencourt de Almeida (Pedro), Jorge Raimundo Nahas (Clovis ou Ismael) e Maria José de Carvalho Nahas (Celia ou Marta). No interior do “aparelho”, foram apreendidos 1 fuzil FAL, 5 pistolas, 3 revólveres, 2 metralhadoras, 2 carabinas, 2 granadas de mão, 702 bananas de dinamite, fardas da PM e dinheiro de assaltos.

24 - 14/04/69 - Francisco Bento da Silva - motorista - SP
Morto durante um assalto, praticado pela Ala Vermelha do PC do B ao carro pagador (uma Kombi) do Banco Francês-Italiano para a América do Sul, na Alameda Barão de Campinas, quando foram roubados vinte milhões de cruzeiros. Participaram desta ação os seguintes terroristas: Élio Cabral de Souza, Derly José de Carvalho, Daniel José de Carvalho, Devanir José de Carvalho, James Allen Luz, Aderval Alves Coqueiro, Lúcio da Costa Fonseca, Gilberto Giovanetti, Ney Jansen Ferreira Júnior, Genésio Borges de Melo e Antônio Medeiros Neto

25 - 14/04/69 - Luiz Francisco da Silva - guarda bancário -SP
Também Morto durante o assalto acima relatado.

26 - 08/05/69 - José de Carvalho - Investigador de Polícia - SP
Atingido com um tiro na boca durante um assalto ao União de Bancos Brasileiros, em Suzano, no dia 07 de maio, vindo a falecer no dia seguinte. Nessa ação, os terroristas feriram, também, Antonio Maria Comenda Belchior e Ferdinando Eiamini. Participaram os seguintes terroristas da Ação Libertadora Nacional (ALN): Virgílio Gomes da Silva, Aton Fon Filho, Takao Amano, Ney da Costa Falcão, Manoel Cyrilo de Oliveira Neto e João Batista Zeferino Sales Vani. Takao Amano foi baleado na coxa e operado, em um “aparelho médico” por Boanerges de Souza Massa, médico da ALN.

27 - 09/05/69 - Orlando Pinto da Silva - Guarda Civil - SP
Morto com dois tiros, um na nuca e outro na testa, disparados por Carlos Lamarca, durante assalto ao Banco Itaú, na rua Piratininga, Bairro da Mooca. Na ocasião também foi esfaqueado o gerente do Banco, Norberto Draconetti. Organização responsável por esse assalto: Vanguarda Popular Revolucionária (VPR).

28 - 27/05/69 - Naul José Montovani - Soldado PM - SP
Em 27/05/69 foi realizada uma ação contra o 15º Batalhão da Força Pública de São Paulo, atual PMESP, na Avenida Cruzeiro do Sul, SP/SP. Os terroristas Virgílio Gomes da Silva, Aton Fon Filho, Carlos Eduardo Pires Fleury, Maria Aparecida Costa, Celso Antunes Horta e Ana Maria de Cerqueira César Corbusier metralharam o soldado Naul José Montovani, que estava de sentinela e que morreu instantaneamente. O soldado Nicário Conceição Pulpo, que correu ao local ao ouvir os disparos, foi gravemente ferido na cabeça, tendo ficado paralítico.

29 - 04/06/69 - Boaventura Rodrigues da Silva - Soldado PM - SP
Morto por terroristas durante assalto ao Banco Tozan.

30 - 22/06/69 - Guido Boné - soldado PM - SP
Morto por militantes da ALN que atacaram e incendiaram a rádio-patrulha RP 416, da então Força Pública de São Paulo, hoje Polícia Militar, matando os seus dois ocupantes, os soldados Guido Bone e Natalino Amaro Teixeira, roubando suas armas.

31 - 22/06/69 - Natalino Amaro Teixeira - Soldado PM - SP
Morto por militantes da ALN na ação acima relatada.

32 - 11/07/69 - Cidelino Palmeiras do Nascimento - Motorista de táxi - RJ
Morto a tiros quando conduzia, em seu carro, policiais que perseguiam terroristas que haviam assaltado o Banco Aliança, agência Muda. Participaram deste assassinato os terroristas Chael Charles Schreier, Adilson Ferreira da Silva, Fernando Borges de Paula Ferreira, Flávio Roberto de Souza, Reinaldo José de Melo, Sônia Eliane Lafóz e o autor dos disparos Darci Rodrigues, todos pertencentes a organização terrorista VAR-Palmares.

33 - 24/07/69 - Aparecido dos Santos Oliveira - Soldado PM - SP
O Banco Bradesco, na rua Turiassu, no Bairro de Perdizes, foi assaltado por uma frente de grupos de esquerda. Foram roubados sete milhões de cruzeiros. Participaram da ação:
- Pelo Grupo de Expropriação e Operação: Devanir José de Carvalho, James Allen Luz, Raimundo Gonçalves de Figueiredo, Ney Jansen Ferreira Júnior, José Couto Leal;
- Pelo Grupo do Gaúcho: Plínio Petersen Pereira, Domingos Quintino dos Santos, Chaouky Abara;
- Pela VAR-Palmares: Chael Charles Schreier, Roberto Chagas e Silva, Carmem Monteiro dos Santos Jacomini e Eduardo Leite.
Raimundo Gonçalves Figueiredo baleou o soldado Oliveira. Já caído, ele recebeu mais quatro tiros disparados por Domingos Quintino dos Santos.

34 - 20/08/69 - José Santa Maria - Gerente de Banco - RJ
Morto por terroristas que assaltaram o Banco de Crédito Real de Minas Gerais, do qual era gerente

35 - 25/08/69 - Sulamita Campos Leite - dona de casa, PA
Parente do terrorista Flávio Augusto Neves Leão Salles. Morta na casa dos Salles, em Belém, ao detonar, por inadvertência ,uma carga de explosivos escondida pelo terrorista

36 - 31/08/69 - Mauro Celso Rodrigues - Soldado PM - MA
Morto quando procurava impedir a luta entre proprietários e posseiros, incitada por movimentos subversivos.

37 - 03/09/69 - José Getúlio Borba - Comerciário - SP
Os terroristas da Ação Libertadora Nacional (ALN) Antenor Meyer, José Wilson Lessa Sabag, Francisco José de Oliveira e Maria Augusta Tomaz resolveram comprar um gravador na loja Lutz Ferrando, na esquina da Avenida Ipiranga com a Rua São Luis. O pagamento seria feito com um cheque roubado num assalto. Descobertos, receberam voz de prisão e reagiram. Na troca de tiros, o guarda civil João Szelacsak Neto ficou ferido com um tiro na coxa, e o funcionário da loja, José Getúlio Borba, foi mortalmente ferido. Perseguidos pela polícia, o terrorista José Wilson Lessa Sabag matou a tiros o soldado da Força Pública (atual PM) João Guilherme de Brito.

38 - 03/09/69 - João Guilherme de Brito - Soldado da Força Pública/SP
Morto na ação acima narrada.

39 - 20/09/69 - Samuel Pires - Cobrador de ônibus - SP
Morto por terroristas quando assaltavam uma empresa de ônibus.

40 - 22/09/69 - Kurt Kriegel - Comerciante - Porto Alegre/RS
Comerciante Kurt Kriegel, morto pela Var-Palmates em Porto Alegre.

41 - 30/09/69 - Cláudio Ernesto Canton - Agente da Polícia Federal - SP
Após ter efetuado a prisão de um terrorista, foi atingido na coluna vertebral, vindo a falecer em conseqüência desse ferimento.

42 - 04/10/69 - Euclídes de Paiva Cerqueira - Guarda particular - RJ
Morto por terroristas durante assalto ao carro transportador de valores do Banco Irmãos Guimarães

43 - 06/10/69 - Abelardo Rosa Lima - Soldado PM - SP
Metralhado por terroristas numa tentativa de assalto ao Mercado Peg-Pag. Autores: Devanir José de Carvalho (Henrique) , Walter Olivieri, Eduardo Leite (Bacuri), Mocide Bucherone e Ismael Andrade dos Santos. Organizações Terroristas: REDE (Resistência Democrática) e MRT (Movimento Revolucionário Tiradentes).

44 - 07/10/69 - Romildo Ottenio - Soldado PM - SP
Morto quando tentava prender um terrorista.

45 - 31/10/69 - Nilson José de Azevedo Lins- civil - PE
Gerente da firma Cornélio de Souza e Silva, distribuidora da Souza Cruz, em Olinda. Foi assaltado e morto quando ia depositar, no Banco, o dinheiro da firma. Organização: PCBR (Partido Comunista Brasileiro Revolucionário). Autores: Alberto Vinícius Melo do Nascimento, Rholine Sonde Cavalcante Silva, Carlos Alberto Soares e João Maurício de Andrade Baltar

46 - 04/11/69 - Estela Borges Morato - Investigadora do DOPS - SP
Morta a tiros quando participava da operação em que morreu o terrorista Carlos Marighela.

47 - 04/11/69 - Friederich Adolf Rohmann - Protético - SP
Morto durante a operação que resultou na morte do terrorista Carlos Marighela.

48 - 07/11/69 - Mauro Celso Rodrigues - soldado PM - MA
Morto em uma emboscada, durante a luta travada entre lavradores de terra, incitados por militantes da Ação Popular(AP).

49 - 14/11/69 - Orlando Girolo - Bancário - SP
Morto por terroristas durante assalto ao Bradesco.

50 - 17/11/69 - Joel Nunes - Subtenente PM - RJ
Neste dia, o PCBR assaltou o Banco Sotto Maior, na Praça do Carmo, no subúrbio carioca de Brás de Pina, de onde foram roubados cerca de 80 milhões de cruzeiros. Na fuga, obstados por uma viatura policial, surgiu um violento tiroteio no qual Avelino Bioni Capitani matou o sargento da PM Joel Nunes. Na ocasião, foi preso o terrorista Paulo Sérgio Granado Paranhos.

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/todas-as-pessoas-mortas-por-terroristas-de-esquerda-2-%E2%80%93-muitas-de-suas-vitimas-eram-pessoas-comuns-so-tiveram-a-ma-sorte-de-cruzar-com-esquerdista/

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 1 – OS 19 ASSASSINADOS ANTES DO AI-5

Reinaldo Azevedo
terça-feira, 12 de janeiro de 2010 | 15:29

O que é que os livros de história e boa parte da imprensa escondem de você, leitor? Apenas a verdade.

As esquerdas alegam que o Regime Militar, ao longo de 21 anos, matou 424 dos seus militantes. É um número provavelmente inflado. Mortos comprovados são 293 - os outros constam como “desaparecidos” e se dá de barato que tenham sido mortos por “agentes do regime”. Nessa conta, diga-se, estão quatro militantes da ALN-Molipo que foram mortos pelos próprios “companheiros”. Ela também inclui os que morreram de arma na mão no Araguaia - já lembro a lista total. Este post tem outro objetivo. E, antes que prossiga, uma questão de princípio: não deveria ter morrido uma só pessoa depois de rendida pelo Estado. Ponto final. Não há o que discutir sobre este particular.

O que não se diz é que o terrorismo de esquerda matou nada menos de 119 pessoas, muitas delas sem qualquer vinculação com a luta política. Quase ninguém sabe disso. Também se consolidou uma outra brutal inverdade histórica, segundo a qual as ações armadas da esquerda só tiveram início depois do AI-5, de 13 de dezembro de 1968. É como se, antes disso, os esquerdistas tivessem se dedicado apenas à resistência pacífica.

Neste primeiro post sobre as vítimas dos terroristas de esquerda, listo apenas as pessoas mortas antes do AI-5: nada menos de 19. Em muitos casos, aparecem os nomes dos assassinos.

Se vocês forem procurar na lista dos indenizados com a Bolsa Ditadura, muitos homicidas estão lá, sendo beneficiados por sua “luta contra a ditadura”. Ou, então, suas respectivas famílias recebem o benefício, e o terrorista é alçado ao panteão dos heróis. Quem fez a lista dos assassinados pela esquerda é o grupo Terrorismo Nunca Mais. “Ah, lista feita pelo pessoal da direita não vale!!!” E a feita pela extrema esquerda? Vale? Ademais, estes fatos estão devidamente documentados . Seguem os nomes das 19 pessoas assassinadas antes do AI-5 e, sempre que possível, de seus algozes. Ao longo do dia, publicarei os outros 100 nomes.

Ah, sim: PARA AS VÍTIMAS DA ESQUERDA, NÃO HÁ INDENIZAÇÃO. Como vocês sabem, eles não têm nem mesmo direito à memória. Foram apagados da história pela Comissão da Mentira.

AS VÍTIMAS DAS ESQUERDAS ANTES DO AI-5

1 - 12/11/64 - Paulo Macena, Vigia - RJ
Explosão de bomba deixada por uma organização comunista nunca identificada, em protesto contra a aprovação da Lei Suplicy, que extinguiu a UNE e a UBES. No Cine Bruni, Flamengo, com seis feridos graves e 1 morto

2 - 27/03/65- Carlos Argemiro Camargo, Sargento do Exército - Paraná
Emboscada de um grupo de militantes da Força Armada de Libertação Nacional (FALN), chefiado pelo ex-coronel Jeffersom Cardim de Alencar Osorio. Camargo foi morto a tiros. Sua mulher estava grávida de sete meses.

3 - 25/07/66 - Edson Régis de Carvalho, Jornalista - PE
Explosão de bomba no Aeroporto Internacional de Guararapes, com 17 feridos e 2 mortos. Ver próximo nome.

4 - 25/07/66 - Nelson Gomes Fernandes, almirante - PE
Morto no mesmo atentado citado no item 3. Além das duas vítimas fatais, ficaram feridas 17 pessoas, entre elas o então coronel do Exército Sylvio Ferreira da Silva. Além de fraturas expostas, teve amputados quatro dedos da mão esquerda. Sebastião Tomaz de Aquino, guarda civil, teve a perna direita amputada.

5 - 28/09/66 - Raimundo de Carvalho Andrade - Cabo da PM, GO
Morto durante uma tentativa de desocupação do Colégio Estadual Campinas, em Goiânia, que havia sido ocupado por estudantes de esquerda. O grupo de soldados convocado para a tarefa era formado por burocratas, cozinheiros etc. Estavam armados com balas de festim. Andrade, que era alfaiate da Polícia Militar, foi morto por uma bala de verdade disparada de dentro da escola.

6 - 24/11/67 - José Gonçalves Conceição (Zé Dico) - fazendeiro - SP
Morto por Edmur Péricles de Camargo, integrante da Ala Marighella, durante a invasão da fazenda Bandeirante, em Presidente Epitácio. Zé Dico foi trancado num quarto, torturado e, finalmente, morto com vários tiros. O filho do fazendeiro que tentara socorrer o pai foi baleado por Edmur com dois tiros nas costas.

7 - 15/12/67 - Osíris Motta Marcondes, bancário - SP
Morto quando tentava impedir um assalto terrorista ao Banco Mercantil, do qual era o gerente.

8 - 10/01/68 - Agostinho Ferreira Lima - Marinha Mercante - Rio Negro/AM
No dia 06/12/67, a lancha da Marinha Mercante “Antônio Alberto” foi atacada por um grupo de nove terroristas, liderados por Ricardo Alberto Aguado Gomes, “Dr. Ramon”, que, posteriormente, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN). Neste ataque, Agostinho Ferreira Lima foi ferido gravemente, vindo a morrer no dia 10/01/68.

9 - 31/05/68 - Ailton de Oliveira, guarda Penitenciário - RJ
O Movimento Armado Revolucionário (MAR) montou uma ação para libertar nove de seus membros que cumpriam pena na Penitenciária Lemos de Brito (RJ) e que, uma vez libertados, deveriam seguir para a região de Conceição de Jacareí, onde o MAR pretendia estabelecer o “embrião do foco guerrilheiro”. No dia 26/05/68, o estagiário Júlio César entregou à funcionária da penitenciária Natersa Passos, num pacote, três revólveres calibre 38. Às 17h30, teve início a fuga. Os terroristas foram surpreendidos pelos guardas penitenciários Ailton de Oliveira e Jorge Félix Barbosa. Foram feridos, e Ailton morreu no dia 31/05/68. Ainda ficou gravemente ferido o funcionário da Light João Dias Pereira, que se encontrava na calçada da penitenciária. O autor dos disparos que atingiram o guarda Ailton foi o terrorista Avelino Brioni Capitani

10 - 26/06/68- Mário Kozel Filho - Soldado do Exército - SP
No dia 26/06/68, Kozel atua como sentinela do Quartel General do II Exército. Às 4h30, um tiro é disparado por um outro soldado contra uma camioneta que, desgovernada, tenta penetrar no quartel. Seu motorista saltara dela em movimento, após acelerá-la e direcioná-la para o portão do QG. O soldado Rufino, também sentinela, dispara 6 tiros contra o mesmo veículo, que, finalmente, bate na parede externa do quartel. Kozel sai do seu posto e corre em direção ao carro para ver se havia alguém no seu interior. Havia uma carga com 50 quilos de dinamite, que, segundos depois, explode. O corpo de Kozel é dilacerado. Os soldados João Fernandes, Luiz Roberto Julião e Edson Roberto Rufino ficam muito feridos. É mais um ato terrorista da organização chefiada por Lamarca, a VPR. Participaram do crime os terroristas Diógenes José de Carvalho Oliveira, Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Edmundo Coleen Leite, José Araújo Nóbrega, Oswaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra Andrade e José Ronaldo Tavares de Lima e Silva. Ah, sim: a família de Lamarca recebeu indenização. De Kozel, quase ninguém mais se lembra.

11 - 27/06/68 - Noel de Oliveira Ramos - civil - RJ
Morto com um tiro no coração em conflito na rua. Estudantes distribuíam, no Largo de São Francisco, panfletos a favor do governo e contra as agitações estudantis conduzidas por militantes comunistas. Gessé Barbosa de Souza, eletricista e militante da VPR, conhecido como “Juliano” ou “Julião”, infiltrado no movimento, tentou impedir a manifestação com uma arma. Os estudantes, em grande maioria, não se intimidaram e tentaram segurar Gessé que fugiu atirando, atingindo mortalmente Noel de Oliveira Ramos e ferindo o engraxate Olavo Siqueira.

12- 27/06/68 - Nelson de Barros - Sargento PM - RJ
No dia 21/06/68, conhecida como a “Sexta-Feira Sangrenta”, realizou-se no Rio uma passeata contra o regime militar. Cerca de 10.000 pessoas ergueram barricadas, incendiaram carros, agrediram motoristas, saquearam lojas, atacaram a tiros a embaixada americana e as tropas da Polícia Militar. No fim da noite, pelo menos 10 mortos e centenas de feridos. Entre estes, estava o sargento da PM Nelson de Barros, que morreu no dia 27.

13 - 01/07/68 - Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen - major do Exército Alemão - RJ
Morto no Rio, onde fazia o Curso da Escola de Comando e Estado Maior do Exército. Assassinado na rua Engenheiro Duarte, Gávea, por ter sido confundido com o major boliviano Gary Prado, suposto matador de Che Guevara, que também cursava a mesma escola. Autores: Severino Viana Callou, João Lucas Alves e um terceiro não-identificado. Todos pertenciam à organização terrorista COLINA- Comando de Libertação Nacional.

14 - 07/09/68 - Eduardo Custódio de Souza - Soldado PM - SP
Morto com sete tiros por terroristas de uma organização não identificada quando de sentinela no DEOPS, em São Paulo.

15 - 20/09/68 - Antônio Carlos Jeffery - Soldado PM - SP
Morto a tiros quando de sentinela no quartel da então Força Pública de São Paulo (atual PM) no Barro Branco. Organização terrorista que praticou o assassinato: Vanguarda Popular Revolucionária. Assassinos: Pedro Lobo de Oliveira, Onofre Pinto, Diógenes José Carvalho de Oliveira, atualmente conhecido como “Diógenes do PT”, ex-auxiliar de Olívio Dutra no Governo do RS.

16- 12/10/68 - Charles Rodney Chandler - Cap. do Exército dos Estados Unidos - SP
Herói na guerra com o Vietnã, veio ao Brasil para fazer o Curso de Sociologia e Política, na Fundação Álvares Penteado, em São Paulo/SP. No início de outubro de 68, um “Tribunal Revolucionário”, composto pelos dirigentes da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), Onofre Pinto (Augusto, Ribeiro, Ari), João Carlos Kfouri Quartin de Morais (Maneco) e Ladislas Dowbor (Jamil), condenou o capitão Chandler à morte, porque ele “seria um agente da CIA”. Os levantamentos da rotina de vida do capitão foram realizados por Dulce de Souza Maia (Judite). Quando retirava seu carro das garagem para seguir para a Faculdade, Chandler foi assassinado com 14 tiros de metralhadora e vários tiros de revólver, na frente da sua mulher, Joan, e de seus 3 filhos. O grupo de execução era constituído pelos terroristas Pedro Lobo de Oliveira (Getúlio), Diógenes José de Carvalho Oliveira (Luis, Leonardo, Pedro) e Marco Antônio Bráz de Carvalho (Marquito).

17 - 24/10/68 - Luiz Carlos Augusto - civil - RJ
Morto, com 1 tiro, durante uma passeata estudantil.

18 - 25/10/68 - Wenceslau Ramalho Leite - civil - RJ
Morto, com quatro tiros de pistola Luger 9mm durante o roubo de seu carro, na avenida 28 de Setembro, Vila Isabel, RJ. Autores: Murilo Pinto da Silva (Cesar ou Miranda) e Fausto Machado Freire (Ruivo ou Wilson), ambos integrantes da organização terrorista COLINA (Comando de Libertação Nacional).

19 - 07/11/68 - Estanislau Ignácio Correia - Civil - SP
Morto pelos terroristas Ioshitame Fugimore, Oswaldo Antônio dos Santos e Pedro Lobo Oliveira, todos integrantes da Vanguarda Popular Revolucionária(VPR), quando roubavam seu automóvel na esquina das ruas Carlos Norberto Souza Aranha e Jaime Fonseca Rodrigues, em São Paulo.

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/todas-as-pessoas-mortas-por-terroristas-de-esquerda-1-%E2%80%93-os-19-assassinados-antes-do-ai-5/

8 de jan. de 2010

Programa Nacional de Direitos Humanos recebe novas críticas


O Programa Nacional de Direitos Humanos recebeu, nesta sexta-feira, novas críticas de entidades da sociedade civil que viram no decreto uma tentativa de restringir a liberdade de expressão. O ministro da Agricultura reclamou que não foi ouvido durante a elaboração do documento.
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, não gostou das referências feitas ao agronegócio no decreto que criou o Programa Nacional de Direitos Humanos. Para o caso de invasão de terras, como as promovidas pelo MST, o texto sugere primeiro negociar com os invasores. Só depois caberia ação na Justiça para a desocupação da área.
Em outro trecho, o agronegócio é citado como um setor que não se preocupa com os direitos de pequenos e médios produtores.
Stephanes disse que o Ministério dele não participou do processo. “Não fomos ouvidos em relação a isso, agora, lemos o projeto, e ele traz embutido um preconceito em relação à agricultura comercial e no nosso entender aumenta a insegurança jurídica no campo. Nós temos que levar a nossa posição ao presidente da República e ver o que é possível modificar”.
O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, discordou do colega. “Será que alguém ainda acha que a negociação não leva a situações pacíficas? Sempre que a gente senta à mesa, coloca as partes frente a frente e busca uma solução,a gente sempre evita violência”.
O decreto tem a aval de 27 dos 37 ministros. E, claro, é assinado pelo presidente Lula. O programa prevê a interferência do governo em diversos setores. Com a elaboração de 27 projetos de lei, para impedir, por exemplo, ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União.
“Ele regula matérias que são do Congresso Nacional e que não podem ser objeto de um decreto. Portanto, elas não seriam constitucionalmente aceitáveis”, afirmou o deputado Raul Jungmann.
Outras propostas atingem a autonomia das empresas de comunicação, como o acompanhamento da linha editorial e penalidades para quem for taxado pelo governo de violador dos direitos humanos.
Em nota, a Abert - Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão -, denunciou a intenção do governo de restringir a liberdade de expressão. E espera que as restrições contidas no decreto sejam extintas, em benefício da democracia e da sociedade. A nota é também assinada pela Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e pela Associação Nacional de Jornais (ANJ).
“É mais uma tentativa de se cercear a liberdade de expressão. A democracia precisa da diversidade de opinião. E a sociedade tem direito ao acesso a qualquer tipo de opinião seja ela qual for”, declarou a presidente da ANJ Judith Brito.
Militares, ruralistas, jornalistas, parlamentares, religiosos prometem lutar para impedir que, sob o pretexto de defesa dos direitos humanos, essas propostas ganhem força de lei. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) argumenta que o Estado que quer impor esse programa é justamente quem mais desrespeita os direitos humanos.
“O Estado tem que dar exemplo e nós vamos agora cobrar do Estado aquilo que ele está cobrando de nós mesmos. É uma forma de contribuirmos com a democracia brasileira”, declarou o presidente da OAB Cézar Britto.
A Secretaria Nacional de Direitos Humanos divulgou, uma nota em que declara que o programa foi discutido em conferências em todo o país e que tem como um de seus objetivos estratégicos o acesso à Justiça no campo e na cidade.
Segundo a secretaria, o documento contempla ainda a liberdade religiosa e a garantia do direito à comunicação democrática e ao acesso à informação.

7 de jan. de 2010

Produtores rurais e Congresso reagem ao novo Programa de Direitos Humanos do governo

ELIAS - DIÁRIO DE SANTA MARIA

Frank

6 de jan. de 2010

3 de jan. de 2010

A CRISE MILITAR QUE NÃO HOUVE

NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado

A CRISE MILITAR QUE NÃO HOUVE

31 de dezembro de 2009

As esquerdas brasileiras sempre souberam que seu inimigo jurado de morte são as Forças Armadas. Por elas foram derrotadas em todas as vezes que quiseram medir forças, como em 1935, 1964 e anos subseqüentes. As Forças Armadas são a única organização capaz de lhes fazer frente, não apenas no plano militar propriamente dito, mas também no plano ideológico. Os “milicos” encarnam a Nação, têm história longa, confundem-se com a Independência e a unidade nacional; têm tradição que cultivam e também seu próprio sistema de formação de quadros, até agora impermeável à catequização comunista.

Desde que triunfaram utilizando os métodos de Gramsci que as esquerdas cercam seu maior inimigo, ora adulando, ora ignorando, ora provocando escaramuças para saber até onde vai o pavio das Forças Armadas. A aproximação do fim do mandato de Lula, que tentaram por todos os meios prolongar, fez com que se precipitasse o embate mais afoito. Essa tentativa de rever a Lei de Anistia é o Rubicão que não pode ser cruzado. Elas sabem disso, mas encontram-se em um impasse estratégico: estão em seu melhor momento histórico para dar o bote totalitário, mas desconfiam que não acumularam força suficiente para degolar o inimigo.

Seu balanço de poder é muito favorável: têm a Presidência da República, têm a opinião pública, os empresários estão inermes a seus pés, dependentes de recursos financeiros e de alivio da fiscalização estatal, cujo garrote vil foi apertado ao limite nas últimas décadas. Têm o sistema de ensino e os meios de comunicação, que estão em processo de domínio total depois da realização da Confecom. Têm apoios internacionais de que nunca dispuseram. Têm milícias em todos os recantos do país, a começar pelo MST. Têm as universidades, as igrejas, o meio editorial, o imenso funcionalismo público, por elas inflado criminosamente nas últimas décadas. Têm os sindicatos e os fundos de pensão.

Para ter o poder total as esquerdas só precisam mesmo conquistar as Forças Armadas, isto é, capacidade militar e organização. Essa é sua fraqueza congênita e por isso, desde a origem, tentaram o golpe de Estado, para controlar os “milicos” desde cima. Até agora falharam no intento. As Forças Armadas, para alívio da Nação, continuam sendo o esteio da nacionalidade e o instrumento garantidor das liberdades. Os inimigos traiçoeiros, apesar do tempo que dispuseram, dos recursos, das patranhas, das promessas populistas nunca conseguiram transpor os umbrais dos quartéis. Lá, mesmo Lula, só entram como convidadas e só falam com os comandantes, uma elite bem formada e moralmente superior, avessa ao seu proselitismo.

Lendo os editoriais de hoje dos principais jornais podemos ter três pontos de vista sobre o episódio que quase culminou com a saída de Nelson Jobim do Ministério da Defesa. O Estadão, como há muito, não tinha um posicionamento tão afirmativo e coerente com seu passado de lutas pela liberdade. O editorialista deixou de lado a covardia que tomou conta do jornal nos últimos tempos. Brincando com Fogo deu nomes aos bois: “A reação dos comandantes militares à tentativa mais uma vez patrocinada pelo ministro de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, de revogar a Lei da Anistia foi enérgica e recebeu inteiro apoio do ministro da Defesa, Nelson Jobim, que há tempos vem tentando conter as iniciativas revanchistas de Vannuchi e do ministro da Justiça, Tarso Genro. As pessoas pouco afeitas aos fatos ligados à repressão política, durante os governos militares, e que somente tomem conhecimento das iniciativas daquela dupla de ministros certamente terão a impressão de que os quartéis, na atualidade, estão cheios de torturadores e as Forças Armadas são dirigidas por liberticidas. Nada mais falso”.

E mais disse: “Para os militares, é ponto de honra que a Lei da Anistia permaneça em vigor, nos termos em que foi aprovada em 1985. Entre outros motivos, porque assim se isola a instituição de uma fase histórica conflituosa, que exigiu que os militares deixassem de lado sua missão profissional tradicional e assumissem os encargos da luta contra a subversão. Isso não se fez sem prejuízos à coesão e à hierarquia das Forças Armadas. Para a Nação, a manutenção da Lei da Anistia é mais que um ponto de honra. É a garantia de que os acontecimentos daquela época não serão usados como pretexto para que se promova uma nova e mais perniciosa divisão política e ideológica da família brasileira”.

Já a Folha de São Paulo, jornal completamente tomado pelas esquerdas, tentou como sempre relativizar (Confronto vão). Ao invés de criticar o autor da proeza, o ministro Tarso Genro, faz o contrário, elogiou-o: “Foi acertada a atitude do ministro da Justiça, Tarso Genro, ao declarar que "não há nenhuma controvérsia insanável" em torno do texto do Programa Nacional de Direitos Humanos e da chamada "Comissão da Verdade", destinada a apurar os casos de tortura e de desaparecimento de presos políticos durante o regime militar. É legítima qualquer investigação histórica sobre esse período, durante o qual crimes foram cometidos pelos dois lados em conflito”.

Ora, foi precisamente o rei da República petista de Santa Maria quem cutucou a onça com vara curta, ele que aparelhou a Polícia Federal para ser uma espécie de polícia política, contra todos os inimigos. Ela só não é eficaz contra os “milicos”. Nos quartéis não tem dinheiro na cueca, nem negociatas, nem insidiosas transações que atraiçoam os brasileiros. Tem gente de escol, de moral superior. E tem armas. Lá sua jurisdição não alcança. A Folha de São Paulo, como sempre, mentiu e enganou os seus leitores, se alinhando com as esquerdas revolucionárias.

O editorial de O Globo preferiu desvincular a figura de Lula da crise (Revanchismo): “A conhecida ambiguidade do presidente Lula deriva de uma característica da montagem do seu governo, uma estrutura sem unidade, composta de capitanias hereditárias, sob controle de agrupamentos políticos de tendências disparatadas”.Ora, Lula não foi ambíguo de jeito nenhum, publicou o decreto e só deu um passo atrás porque viu que os homens em armas não estão para brincadeira. Os “milicos” não vão tolerar esse tipo de provocação e por isso Lula teve que enfiar a viola no saco e mandar seu Sinistro da Justiça calar o bico. Lula está na linha de frente da conversão do Brasil em uma sociedade comunista e não cabe mais a idéia de que não sabe o que seus ministros fazem, sobretudo aqueles encarregados de levar à frente o projeto revolucionário.

Lula foi realista e fez a parte que lhe cabe, de recuar, mas o realismo não o isenta de ter endossado a iniciativa insana.

Não houve crise militar, houve uma escaramuça, uma simples medição de força. As esquerdas perderam a rodada, mas elas nunca desistem. Voltarão. Uma crise militar de verdade tiraria Lula do poder em horas. As esquerdas já viram esse filme antes. Espero que elas paguem para ver. Elas estão impacientes e não querem mais aguardar o tempo de dar o bote certo. Crise militar de verdade teve em 1935 e em 1964, quando os Guardas da Pátria fizeram o que precisava ser feito: vencer os degenerados.

1 de jan. de 2010

Famosos tiveram prioridade nos pagamentos

A política de indenizações a vítimas do regime militar (1964-1985) priorizou os integrantes mais afamados da esquerda. Desde que foi criada, em 2001, a Comissão de Anistia autorizou o pagamento de cerca de R$ 3 bilhões a anistiados. Só 0,14% desse valor estava previsto para agricultores pobres do Araguaia, onde ocorreram os combates mais sangrentos da ditadura. Em junho, foram autorizados pagamentos a outros 44 agricultores. Essas indenizações, que somam cerca de R$ 4,4 milhões, estão bloqueadas pela Justiça. São indenizações que não passam de R$ 140 mil. Valores muito diferente das concedidas a pessoas influentes, como os jornalistas Carlos Heitor Cony (R$ 1,4 milhão), Ziraldo Alves (R$ 1,2 milhão) e Sérgio Jaguaribe, o Jaguar (R$ 1 milhão), e a ex-funcionária da Petrobras Maria Augusta Carneiro (R$ 600 mil). L.N.

31 de dez. de 2009

Feliz Ano Novo

Feliz Ano Novo
TAPEJARA
ESTA SIMPATIA FUNCIONA!
FELIZ 2010!

26 de dez. de 2009

Raio-X da Amazônia



O vídeo acima,
o qual foi intitulado
"RAIO X DA AMAZÔNIA"
foi realizado pela Diretoria
do Serviço Geográfico do Exército,
tem a duração de 10minutos e premiado
na "XX Rassegna Cinematografica Internazionale
Eserciti e Popoli", Festival Internacional de Filmes Militares,
recebendo o primeiro prêmio na categoria "Natureza e Sociedade".

25 de dez. de 2009

Elias - Diário de Santa Maria

23 de dez. de 2009

scraps montagens

15 de dez. de 2009

Desafio na Amazônia


22/11/2009
Confira Brendha Haddad e Ricardo Tozzi em uma aventura na selva da Amazônia. O casal de “Caminho das Índias” foi ao palco falar sobre a experiência.
Brenddha ainda revelou seu medo de água e disse que vai superá-lo!
http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1167663-7822-EXCLUSIVO+DESAFIO+NA+AMAZONIA,00.html

14 de dez. de 2009

Exército recebe tanques de guerra alemães

Exército
Escrito por Defesa Brasil
Seg, 14 de Dezembro de 2009 08:46
Veículos de combate serão usados por militares brasileiros no Rio Grande do Sul e no Paraná.

Às 16h de ontem, o navio Grand San Paolo apontou no canal do porto de Rio Grande com uma carga inusitada. Em seu porão, o navio que saiu de Hamburgo, na Alemanha, carregava 33 unidades dos tanques de guerra Leopard 1A5, comprados pelo Exército Brasileiro. É o primeiro lote de mais quatro que deverão atracar em terras brasileiras até o final do ano.

Ao todo, deverão chegar 240 tanques. Os veículos de combate vêm para substituir modelos mais antigos do Exército. Os blindados faziam parte do excedente do Exército alemão. O Brasil negociou os tanques de guerra em 2004 com o governo alemão. Como tratam-se de veículos de segunda mão, passaram por manutenção, realizada pela empresa Rheinmetall Land System.

– A compra faz parte do projeto de modernização do Exército, para melhorar a estratégia de defesa do país. Os novos modelos vêm substituir os Leopard 1A1. O 1A5 é considerado um carro moderno, só está atrás do seu substituto, o Leopard II, usado atualmente na Europa – destaca o diretor de material do Exército, Sinclair Mayer.

Os tanques saíram do navio transportados por caminhões do Exército, com capacidade para carregar 50 toneladas, peso médio de cada tanque. Mayer destaca que o principal diferencial do novo tanque para o antigo é a eletrônica de bordo do blindado, com sistema de controle de funções bem mais sofisticado que o 1A1. Cada carro de combate custou cerca de 350 mil euros (mais de R$ 900 mil). Os tanques de guerra serão distribuídos entre o Rio Grande do Sul e o Paraná, por se adequarem ao tipo de terreno dos dois Estados.

– Eles não são apropriados para a selva, por exemplo – diz Mayer.

Os primeiros 33 carros irão para Santa Maria, e os demais para Rosário do Sul, Alegrete, São Luiz Gonzaga e São Gabriel e ainda para as cidades paranaenses de Rio Negro, Ponta Grossa e Paranaguá.

Fonte: Zero Hora

10 de dez. de 2009

Lula fala palavrão em discurso sobre saneamento do governo


Quinta-feira, 10/12/2009
O presidente participou de uma cerimônia de assinatura de contratos do 'Minha casa, minha vida', em São Luís. Lula disse: "se o povo está na merda, eu quero tirar o povo da merda que ele se encontra".

Morre mulher mais condecorada do Brasil

Major Elza recebeu 35 medalhas, segundo CML.
Ela serviu como enfermeira na Segunda Guerra Mundial.

Faleceu nesta terça-feira (8), aos 88 anos, a major Elza Cansanção Medeiros, mulher mais condecorada do Brasil, segundo o Comando Militar do Leste, com 35 medalhas. Major Elza, que morreu no Rio, foi a primeira brasileira a se apresentar como voluntária na Diretoria de Saúde do Exército, para lutar na Segunda Guerra Mundial, aos 19 anos de idade.

Segundo o Comando Militar do Leste, ela sonhava em lutar na linha de frente, mas teve que se conformar em seguir como uma das 73 enfermeiras no Destacamento Precursor de Saúde da Força Expedicionária Brasileira, já que, na época, o Exército Brasileiro não aceitava mulheres combatentes.

Major Elza teve complicações após uma queda em que o fêmur foi fraturado.

Durante a guerra, ela trabalhou nos hospitais de evacuação na Itália, distante do front, em turnos de 12 horas. Segundo o CML, nenhum soldado que foi tratado por ela morreu. Ela atuou como oficial de ligação e enfermeira-chefe no 7th Station Hospital, em Livorno. Com o fim da guerra, foi dispensada logo após o retorno ao país, indo trabalhar no Banco do Brasil.

Aulas para pilotar ultraleves

Em 1957, as mulheres foram reconvocadas, podendo vir a ser militares de carreira. Dona Elza então retornou, continuando a trabalhar como enfermeira. De acordo com o CML, Elza era formada em jornalismo e, mesmo tendo trabalhado no Serviço Nacional de Informações (SNI), jamais pensou em abandonar a carreira militar.

Ela aprendeu a pilotar ultraleves aos 60 anos de idade. Escreveu três livros sobre sua participação na Segunda Guerra e deu sugestões importantes para a criação de um corpo auxiliar feminino para as Forças Armadas, base para a abertura das Forças Armadas do Brasil à participação das mulheres.

Velório no Palácio Duque de Caxias

O corpo da Major Elza será cremado após o velório, que acontecerá no salão nobre do Palácio Duque de Caxias a partir das 9h desta quarta-feira (9).

Entre as medalhas que recebeu estão a Medalha de Guerra, Medalha de Campanha, Ordem do Mérito Militar, Medalha Mérito Tamandaré e Medalha Mérito Santos Dumont.

A diplomacia da cafajestagem também malogrou na tentativa de subjugar o parceiro mais fraco

3 de dezembro de 2009

Coluna do Augusto Nunes

O governo brasileiro se intrometeu na vida de Honduras para afastar o presidente interino Roberto Micheletti, acusado de “golpista”, e restituir o cargo a Manuel Zelaya, “um presidente eleito pelo povo”. Em 27 de janeiro, Micheletti entregará o cargo a Porfírio Lobo, vencedor da eleição de novembro, e voltará para casa. Nada mais justificará, portanto, o prosseguimento da procissão de hostilidades endereçadas a Honduras pelo Planalto.

Zelaya não voltou nem voltará ao palácio porque assim desejaram a Suprema Corte, o Congresso e, antes e acima de tudo, o povo. Mas os “golpistas” terão deixado o poder e a república estará sob o comando de um candidato de oposição livremente eleito pelos hondurenhos. Nada mais impedirá que as relações entre o Brasil e o pequeno país centro-americano sejam normalizadas, certo?

Porfírio Lobo acha que sim. “Quero visitar o Brasil o quanto antes”, acenou amistosamente o vencedor da eleição quando os votos ainda eram contados. Lula já avisou que não. “Não vou receber esse cidadão”, comunicou o monumento ao primitivismo. Como o único sinal de anormalidade em Honduras é a permanência de Zelaya na embaixada que virou pensão, a diplomacia da cafajestagem, monitorada por Celso Amorim e Marco Aurélio Garcia, improvisou mais um argumento de botequim e ensinou o chefe a recitá-lo.

“A eleição não tem legitimidade porque foi organizada pelos golpistas”, anda repetindo Lula. Conversa de malandro. Golpismo não rima com urna. O governo interino não organizou coisa alguma: limitou-se a manter o calendário eleitoral estabelecido pela Constituição que Zelaya tentou estuprar. A campanha começou antes da deposição do companheiro arrendado por Hugo Chávez e depois emprestado ao Brasil. O povo votou em quem quis. E o vitorioso foi um candidato da oposição.

Homem sério, o presidente da Costa Rica, Oscar Arias, enxergou com nitidez a molecagem. ”Há muitos países que aceitam as eleições no Irã, que foram questionadas, que se sabe que não foram limpas, que todo mundo sabe que não foram transparentes, e contestam as eleições em Honduras, exemplarmente democráticas”, constatou Arias na reunião das nações ibero-americanas em Portugal.

A réplica ao ganhador do Nobel da Paz foi encomendada a um cucaracha bolivariano com passaporte brasileiro e gabinete no Planalto. ”Essa comparação, além de indelicada, é improcedente”, magoou-se Marco Aurélio Garcia em nome do compadre Mahmoud Ahmadinejad. ”As eleições no Irã foram convocadas pelo governo iraniano, sobre o qual não havia nenhuma contestação. As eleições em Honduras foram convocadas por um governo golpista”.

É muito cinismo. Ainda que tivesse ocorrido o golpe que não houve, todas as páginas autoritárias foram viradas por eleições democráticas realizadas durante o governo que está de saída. Até Lula sabe disso. Em 1982, quando foi derrotado por Franco Montoro na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, o governador de São Paulo era Paulo Maluf, eleito indiretamente, e o presidente era o general João Figueiredo. Lula não ousou contestar o triunfo de Franco Montoro.

Reconhecido pelo governo dos Estados Unidos, o que mantém a parceria comercial que garante a estabilidade econômica do país, o presidente Porfírio Lobo não vai precisar do Brasil. Deveria topar a ruptura já no dia da posse, exigir o fim da intromissão em assuntos internos hondurenhos, determinar aos democratas de araque que recolham o canastrão seduzido por Hugo Chávez e ordenar-lhes que caiam fora antes do por-do-sol.

Seria o fecho perfeito para o maior fiasco já protagonizado por condutores da política externa brasileira. A potência imaginária encontrou na América Central o seu menino do MEP. Em defesa da democracia, o parceiro mais fraco resistiu. Também Honduras não se deixou subjugar.

http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/a-diplomacia-da-cafajestagem-tambem-malogrou-na-tentativa-de-subjugar-o-parceiro-mais-fraco/

9 de dez. de 2009

Alvaro Dias lamenta diferença das reações ante o 'mensalão' do DEM e o do PT

"ver vídeos"
Agência Senado - 09/12/2009 - Alvaro Dias lamenta diferença das reações ante o 'mensalão' do DEM e o do PT

Ao lembrar o transcurso, nesta quarta-feira (9), do Dia Internacional de Combate à Corrupção, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) expressou seu apoio às manifestações de organizações da sociedade civil e de estudantes em Brasília pedindo o afastamento do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda.

Alvaro Dias lamentou, no entanto, que o "espírito público" demonstrado atualmente pelas entidades populares em Brasília, ao defenderem o impeachment de Arruda, não tenha se verificado durante o caso do "mensalão" do PT, em 2005, quando declaração do publicitário Duda Mendonça atingiu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na época, Duda Mendonça confessou ter recebido recursos em paraíso fiscal como pagamento pela campanha de Lula.

- Em 2005, embora existissem razões de sobra para manifestações democráticas de protesto, elas não ocorreram, o silêncio prevaleceu, as entidades representativas da sociedade, as mais expressivas, calaram-se. Agora a OAB ingressa com um pedido de impeachment do governador do Distrito Federal. E a OAB faz bem, mas por que não o fez em 2005?

- questionou, acrescentando que não se deve "contemporizar com a corrupção", nem mesmo quando alcança o Palácio do Planalto.

Em aparte, o senador João Pedro (PT-AM) observou que no "mensalão" do PT, após a divulgação de imagens incriminando o empregado dos Correios, Maurício Marinho, foi rapidamente instaurada uma comissão parlamentar de inquérito (CPI). Já no caso do "mensalão" do DEM, argumentou, apesar de o próprio governador ter sido filmado recebendo pacotes de dinheiro, não há, até o momento, nenhuma garantia de que alguma CPI vá ser criada para a apuração das denúncias.

Eduardo Suplicy (PT-SP) e Epitácio Cafeteira (PTB-MA) parabenizaram Alvaro Dias pelo pronunciamento.

Da Redação / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

8 de dez. de 2009

Reparação -Trailer oficial do documentário longa-metragem estréia em 2010


Documentário conta história de vítima da violência da guerrilha durante o regime militar.

Pela primeira vez no Cinema Brasileiro, longa-metragem mostra histórias de violência dos 2 lados: da repressão militar e do terrorismo de extrema esquerda.

Reparação é o título do documentário de longa-metragem em High Definition que conta a história de Orlando Lovecchio, vítima de um atentado a bomba praticado pela guerrilha que lutava contra o regime militar no Brasil, em 1968. Orlando perdeu a perna no célebre atentado ao Consulado dos EUA em São Paulo e, ainda hoje, em 2009, luta por justiça: como não é considerado uma vítima da ditadura militar, a aposentadoria que recebe é menor que a do autor do atentado que o vitimou e enterrou para sempre seu sonho de ser piloto de avião. O episódio envolvendo Orlando e seus desdobramentos tem merecido amplo e constante destaque na imprensa.

A partir deste caso, o filme provoca uma reflexão a respeito do período militar, da violência de grupos extremistas ontem e hoje na América Latina, da ditadura cubana que persiste até hoje com o apoio de democratas em todo o continente, além da relação ainda conflituosa existente entre o aparelho repressivo do Estado e os cidadãos comuns.

Com depoimentos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do historiador Marco Antonio Villa, do jornalista Demétrio Magnolli, entre outros, Reparação pretende iniciar uma nova discussão sobre o período militar dentro do contexto do Cinema Brasileiro, que até hoje tem falhado por mostrar apenas um lado dos que viveram a época, de uma forma muitas vezes maniqueísta (como se a História pudesse ser resumida a um eterno embate do bem contra o mal)
Em uma abordagem franca e sem amarras partidárias ou ideológicas, Reparação comprova sua total independência ao não ter recorrido às verbas públicas para sua realização.

Uma prova de que o Cinema Brasileiro pode suscitar o debate com qualidade técnica e total independência estética e de pensamento.

5 de dez. de 2009

Cinecorrupção - Edição de 09 Dez 2009

O escândalo de corrupção que ameaça limar do poder o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, do Democratas, começou a se desenhar em junho. Acossado por 32 processos na Justiça, o ex-delegado e então secretário de Relações Institucionais do governo local, Durval Barbosa, decidiu contar tudo que sabia ao Ministério Público de Brasília. Em troca, ele espera diminuir sua pena. Durval denunciou um milionário esquema de desvio de dinheiro público no governo do DF, que envolvia o pagamento de mensalão aos deputados locais. O ex-delegado entregou às autoridades vídeos de conversas que manteve nos últimos anos com políticos, empresários e lobistas, nas quais seus interlocutores – inclusive Arruda – recebem dinheiro vivo e articulam negociatas. Na semana passada, vieram a público alguns trechos desses diálogos, que causaram estupor na opinião pública. VEJA teve acesso à totalidade do acervo entregue pelo delator ao MP. A seguir, uma seleção com sete conversas inéditas – e a íntegra do espantoso diálogo do governador do DF com o delator.
Vídeos:
"Paulo Octávio pediu para mandar alguma coisa" Abraço amigo
Nota queimada Racha na quadrilha
Panetone milionário "Contratei por que o Roriz pediu"
"Pago ou não pago?" Piratão

4 de dez. de 2009

3 de dez. de 2009

NÃO FALTA MAIS NADA

Chegamos ao mais baixo grau da degradação política. Os jornais de São Paulo (Folha e Estadão) estampam em suas páginas as grandes degradações de nossos políticos. O GRUPO GUARARAPES fica abismado com o que foi publicado. Vai do escândalo do governo do DF, passa pelo ataque de um ministro à Imprensa e a um artigo, publicado na Folha de São Paulo, de um terrorista da época dos governos militares, falando de desvio sexual de autoridade da República. É tão torpe o que lá se encontra que não podemos nem imaginar que algum dia chegasse a tal degradação moral no campo da luta política.

Na marcha que vamos o Brasil se tornará, no conceito das nações civilizadas como SODOMA E GOMORRA, símbolos históricos das degradações sexuais, éticas e morais e que por isso foram castigadas por Deus. Quem vai acompanhando o desenrolar da política brasileira sente que já estamos num processo revolucionário para implantação do marxismo. Quanto pior melhor para que a ditadura, já instalada em vários países da América Latina, seja consumada no Brasil. Os nossos leitores já devem estar sentido que a corrupção faz parte em todos os escalões de governo. O Escândalo do DF não é mais do que a continuação de outros que já foram estampados. Fala-se que é uma briga entre duas facções políticas do DF. Será que se poderia esperar outra coisa melhor? Os dois chefetes de lá não foram envolvidos em escândalos e perderam o mandato de senadores? O que se pode esperar de indivíduos deste quilate?

O que se pode esperar de terrorista? Eles agora contam as misérias deles criando verdadeiros choques na tão decantada ideologia comunista que queriam implantar no país. Assassinatos (Prefeito de santo André e Campinas) e roubos envolvendo os prefeitos do PT de São Paulo e agora sexo. Não se respeitam e se acusam. Degradam-se e ainda utilizam da mentira em grande volume para se manter no Poder.

OH BRASIL! VOCÊ NÃO MERECE O QUE OS SEUS FALSOS FILHOS ESTÃO FAZENDO COM VOCÊ! SERÁ QUE VAMOS CHEGAR À DEPRAVAÇÃO TOTAL E ACOITAR ASSASSINOS FRIOS E CONDENADOS PELO DIREITO INTERNACIONAL?

QUANTA FALTA DE DIGNIDADE NOS HOMENS PÚBLICOS BRASILEIROS
Publicada em: 02/12/2009
Grupo Guararapes: http://www.fortalweb.com.br/grupoguararapes/msg.asp?msg=779

Por que agora? CÉSAR BENJAMIN

Para quem leu o texto do ex-petista e guerrilheiro comunista nos anos 60 e ficou indignado com suas afirmações, leiam abaixo a resposta dele para os que estão no poder e não gostaram do que ele escreveu, para justificar o porque somente agora que ele fez as revelações dos instintos sexuais do apedeuta mor da nossa nação.

São Paulo, quarta-feira, 02 de dezembro de 2009

ARTIGO
ESPECIAL PARA A FOLHA

DEIXO de lado os insultos e as versões fantasiosas sobre os "verdadeiros motivos" do meu artigo "Os Filhos do Brasil". Creio, porém, que devo esclarecer uma indagação legítima: "por quê?", ou, em forma um pouco expandida, "por que agora?". A rigor, a resposta já está no artigo, mas de forma concisa. Eu a reitero: o motivo é o filme, o contexto que o cerca e o que ele sinaliza.
Há meses a Presidência da República acompanha e participa da produção desse filme, financiado por grandes empresas que mantêm contratos com o governo federal.
Antes de finalizado, ele foi analisado por especialistas em marketing, que propuseram ajustes para torná-lo mais emotivo.
O timing do lançamento foi calculado para que ele gire pelo Brasil durante o ano eleitoral. Recursos oriundos do imposto sindical -ou seja, recolhidos por imposição do Estado- estão sendo mobilizados para comprar e distribuir gratuitamente milhares de ingressos. Reativam-se salas pelo interior do país e fala-se na montagem de cines volantes para percorrerem localidades que não têm esses espaços. O objetivo é que o filme seja visto por cerca de 5 milhões de pessoas, principalmente pobres.
Como se fosse pouco, prepara-se uma minissérie com o mesmo título para ser exibida em 2010 pela nossa maior rede de televisão que, como as demais, também recebe publicidade oficial. Desconheço que uma operação desse tipo e dessa abrangência tenha sido feita em qualquer época, em qualquer país, por qualquer governante. Ela sinaliza um salto de qualidade em um perigoso processo em curso: a concentração pessoal do poder, a calculada construção do culto à personalidade e a degradação da política em mitologia e espetáculo. Em outros contextos históricos isso deu em fascismo.
O presidente Lula sabe o que faz. Mais de uma vez declarou como ficou impressionado com o belo "Cinema Paradiso", de Giuseppe Tornatore, que narra o impacto dos primeiros filmes na mente de uma criança. "O Filho do Brasil" será a primeira -e talvez a única- oportunidade de milhões de pessoas irem a um cinema. Elas não esquecerão.
Em quase oito anos de governo, o loteamento de cargos enfraqueceu o Estado. A generalização do fisiologismo demoliu o Congresso Nacional. Não existem mais partidos. A política ficou diminuída, alienada dos grandes temas nacionais. Nesse ambiente, o presidente determinou sozinho a candidata que deverá sucedê-lo, escolhendo uma pessoa que, se eleita, será porque ele quis. Intervém na sucessão em cada Estado, indicando, abençoando e vetando. Tudo isso porque é popular. Precisa, agora, do filme.
Embalado pelas pré-estreias, anunciou que "não há mais formadores de opinião no Brasil". Compreendi que, doravante, ele reserva para si, com exclusividade, esse papel. Os generais não ambicionaram tanto poder. A acusação mais branda que tenho recebido é a de que mudei de lado. Porém os que me acusam estão preparando uma campanha milionária para o ano que vem, baseada em cabos eleitorais remunerados e financiada por grandes grupos econômicos. Em quase todos os Estados, estarão juntos com os esquemas mais retrógrados da política brasileira. E o conteúdo de sua pregação, como o filme mostra, estará centrado no endeusamento de um líder.
Não há nada de emancipatório nisso. Perpetuar-se no poder tornou-se mais importante do que construir uma nação. Quem, afinal, mudou de lado? Aos que viram no texto uma agressão, peço desculpas. Nunca tive essa intenção. Meu artigo trata, antes de tudo, de relações humanas e é, antes de tudo, uma denúncia do círculo vicioso da extrema pobreza e da violência que oprime um sem-número de filhos do Brasil. Pois o Brasil não tem só um filho.
Reitero: o que escrevi está além da política. Recuso-me a pensar o nosso país enquadrado pela lógica da disputa eleitoral entre PT e PSDB. Mas, se quiserem privilegiar uma leitura política, que também é legítima, vejam o texto como um alerta contra a banalização do culto à personalidade com os instrumentos de poder da República. O imaginário nacional não pode ser sequestrado por ninguém, muito menos por um governante.
Alguns amigos disseram-me que, com o artigo, cometi um ato de imolação. Se isso for verdadeiro, terá sido por uma boa causa.

CÉSAR BENJAMIN, 55, militou no movimento estudantil secundarista em 1968 e passou para a clandestinidade depois da decretação do Ato Institucional nº 5, em 13 de dezembro desse ano, juntando-se à resistência armada ao regime militar. Foi preso em meados de 1971, com 17 anos, e expulso do país no final de 1976. Retornou em 1978. Ajudou a fundar o PT, do qual se desfiliou em 1995. Em 2006 foi candidato a vice-presidente na chapa liderada pela senadora Heloísa Helena, do PSOL, do qual também se desfiliou. Trabalhou na Fundação Getulio Vargas, na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, na Prefeitura do Rio de Janeiro e na Editora Nova Fronteira. É editor da Editora Contraponto e colunista da Folha.

Programa Mecenas facilita captação de recursos para projetos culturais do Exército Brasileiro

Programa Mecenas facilita captação de recursos para projetos culturais do Exército Brasileiro
Fonte: Redação do Portal / Site do Exército Brasileiro
Publicado em 19/11/2009

Em 17 de novembro, o Comandante do Exército, General Enzo, realizou a solenidade de Lançamento do Programa Mecenas. Coordenado pelo Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx), o programa tem por objetivo ampliar a captação de recursos para projetos culturais desenvolvidos pela Força, por meio da destinação individual de parte do imposto de renda devido, com o amparo da Lei Rouanet.

A iniciativa conta com o apoio da Fundação Habitacional do Exército (FHE), da Fundação Trompowsky e da Fundação Cultural Exército Brasileiro (FunCEB).

Para participar, acesse o site do Programa Mecenas e veja como é fácil contribuir para os projetos culturais da Força, como o da Casa Rosa, do Colégio Militar do Rio de Janeiro (CMRJ), e o do Espaço Cultural Exército Brasileiro, da Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx).

A solenidade de lançamento teve a participação de integrantes do Alto Comando do Exército, de diversos Oficiais-Generais da ativa, do presidente da FHE, General Burmann, do presidente da FunCEB, Dr. Duailibi, e do diretor-administrativo da Fundação Trompowsky, Coronel Guelfi.

Mais informações: http://www.mecenas.ensino.eb.br

http://www.exercito.gov.br/05notic/paineis/2009/11nov/img/mecenas_gen_enzo.pdf

2 de dez. de 2009

Arnaldo Jabor - Dinheiro na meia, Dinheiro na cueca


É tudo tão rico, tão farto, que vergonha não basta. Há uma estranha beleza nisso tudo. Temos de analisar a estética do roubo, da cumbuca, da mão grande. Os atores estão bem. Na hora de pegar a buf...

O Brasil nunca cresceu tanto quanto na ditadura

http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?uf=2&local=18&source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&pg=1&template=3948.dwt&tp=&section=Blogs&blog=425&tipo=1&coldir=1&topo=4023.dwt

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Experimente puxar os cantos dos olhos como os japoneses.

30/11 - Ministério Público Militar ouve o Coronel Ustra

A procuradora de Justiça Militar em São Paulo Hevelize Jourdan Covas Pereira esteve em Brasília para ouvir um dos ex-comandantes do Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna - DOI-CODI, coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra. O militar reformado esteve dia 15 de outubro do corrente ano na Corregedoria da Justiça Militar em Brasília, onde foi ouvido pela procuradora sobre o o período em que que comandava o DOI/CODI/II Exército.

No depoimento o coronel Ustral declarou que quando chegou em São Paulo, na primeira quinzena de 1970, o terrorismo aumentava cada vez mais, principalmemte no estado de São Paulo e no Rio de Janeiro ; que os Órgãos Policiais foram, assim, surpeendidos pois estavam despreparados para enfrentar as ações terroristas, até mesmo em São Paulo com a atuação da Operação Bandeirante (OBAN ), órgão subordinado ao II Exército, que atuou no combate ao terrorismo no período de 27/06/1969 a 28/09/1970.

A Verdade Sufocada - Texto completo

1 de dez. de 2009

Uma Injustiça Histórica

Além do modus operandi, que é a compra de deputados, o mensalão do DEM tem algo em comum com o mensalão petista.

Enquanto a turma petista sacou R$ 50 mil no Banco Rural à época, o Professor Luizinho recebeu “apenas” R$ 20 mil.

Agora, enquanto o religioso Leonardo Prudente recebe R$ 50 mil, a deputada professora Eurides Brito recebe “apenas” R$ 30 mil.

Em ambos os casos, os professores foram os que receberam menos.

Até nisso o professor é pior remunerado.

É uma crueldade a maneira como tratam o professor neste país. Nem na gatunagem os mestres recebem mais que os outros profissionais. A propina de quem se dedica ao magistério deveria ser no mesmo percentual de quem se dedica ao cafajistério.

O Presidente Lula precisa resolver esta situação com urgência, enviando para o Congresso Nacional uma medida provisória estabelecendo a isonomia na partilha do dinheiro público desviado para o bolso dos ratos, quer sejam de esquerda, quer sejam de direita.

Afinal, foi pra promover a justiça e a igualdade entre as classes que o Socialismo Moderno lutou tantos anos pra chegar ao poder.

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Professor Luizinho e Professora Eurides Brito: um mensaleiro petralha e uma mensaleira demoníaca, um corrupto das zisquerdas e uma corrupta das dereitas, dois extremos unidos por sofrerem o mesmo tipo de injustiça - “Queremos propinas iguais às dos outros ladrões!!!”

Fonte - http://www.luizberto.com/