"Estaremos sempre solidários com aqueles que, na hora da agressão e da adversidade, cumpriram o duro dever de se opor a agitadores e terroristas de armas na mão, para que a Nação não fosse levada à anarquia".
GENERAL WALTER PIRES
28 de nov. de 2010
Para não esquecer: 27 de novambro de 1935
16 de nov. de 2010
NÃO, JORNALISTA! A TORTURA NÃO É HERANÇA MALDITA PARA OS ATUAIS COMANDANTES!
AMIGOS,
REPASSANDO PARA CONHECIMENTO, AVALIAÇÃO E REFLEXÃOA quem interessar possa!
AUTOR: MÁRCIO MATOS VIANA PEREIRA- CEL REF EBAlguns jornalistas desfrutam de relativa fama de bons analistas políticos, em razão de serem tidos por progressistas, rótulo dado àqueles que acreditaram, por ingenuidade ou miopia, na utopia da doutrina comunista.
Aqueles que na clandestinidade traíram a pátria; seqüestraram Autoridades; assaltaram bancos; praticaram atentados contra quartéis; roubaram armas e munições; mataram militares e civis inocentes; detonaram explosivos em vias públicas ferindo transeuntes; assassinaram companheiros como justiçamento, e praticaram torturas física e moral, intrínseca nos crimes de seqüestros, foram transformados em heróis.
Enquanto os militares que representavam e defendiam o Estado e a lei foram transformados em vilões e comparados a nazistas, estuprando a História urdiram a versão bisonha de lutarem pela restauração da Democracia, versão felizmente já desmentida, inclusive pelas declarações e entrevistas de alguns ex-
participantes de organizações terroristas.
Agora, após a tentativa fracassada, do medíocre Ministro Tarso Genro, de tentar julgar e apenar o crime de tortura, do qual são acusados os militares, olvidando toda uma série de crimes sórdidos e hediondos praticados pelos terroristas. vem o jornalista Elio Gaspari de publicar um Artigo intitulado: " A tortura é a verdadeira herança maldita".
(A tortura,assim como o seqüestro, pode ter sido coberta pela anistia, mas crime foi). Não são as vítimas, nem seus parentes que devem calar. São os comandantes que devem se acostumar ao convívio com a história."
Não, jornalista Gaspari! Os Comandantes sabem que a Revolução de 64 evitou que não apenas o Brasil, mas, todo o Continente da América do Sul sucumbisse à agressão comunista. Sabem que os ex-Comandantes salvaram os brasileiros do infortúnio, desenvolveram o país e tentaram, pelo exemplo, reciclar moralmente a Pátria. Sabem que os cinco militares no exercício da Presidência da República foram honrados e dignos, sendo o patrimônio legado aos familiares inequívocas provas de honestidade, razão de nenhum haver tido o nome atrelado à corrupção. Sabem, também, da não existência de nenhuma instrução, ordem ou documento autorizando, permitindo ou recomendando a tortura como forma ou instrumento de luta revolucionária.
Não, jornalista! Os Comandantes não estão querendo um furo jornalístico seu, informando, por exemplo, o que a Ministra e ex-terrorista Dilma fez com o dinheiro proveniente do assalto e furto do cofre do falecido Ademar de Barros, pois isso pertence a um passado anterior à Anistia, além do que, sabem faltar-lhe tutano para tanto.
Os leitores estão interessados não é em heranças, mas, em fatos malditos que maculam a imagem do Governo petista, ex- guardião da honra, da decência e da moralidade. O que a Nação almeja saber, é qual foi o exato envolvimento do presidente Lula no escândalo do mensalão. Na era petista denúncias em forma de escândalos são sucessivas. Que tal procurar esclarecer a verdade sobre as acusações de corrupção que teriam enriquecido o filho do presidente Lula?
Colaboração - 1148 - MARCIO
9 de nov. de 2010
2 de nov. de 2010
Tradições da nossa querida AMAN
PROFESSOR mailto:ramirez.aman@gmail.com] Envio a pesquisa que estou fazendo para publicar um artigo sobre a nossa Academia, que fará 200 anos em 2011...abs Tradições da AMAN
O Marechal José Pessôa Cavalcante de AlbuquerqueNo agitado ano de 1930, José Pessoa comanda o 3o. Regimento de Infantaria, na Praia Vermelha.Em julho é assassinado João Pessoa, seu irmão, presidente da Paraíba e candidato a vice-presidente da República, com Getúlio Vargas
, na chapa da Aliança Liberal. É o estopim da revolução.José Pessoa dela participa. Aproveitando a experiência adquirida na Faculdade de Direito de São Paulo, substituiu a guarnição do 3o. RI por civis que treinara militarmente.Legítimo representante da Revolução de 30, assume nos primeiros dias de 1931 o comando da Escola Militar do Realengo. Em sua primeira ordem do dia, expõe em linhas gerais o projeto de mudança da Escola: "Reuni a necessária documentação para funamentar a remodelação integral por que passará a Escola Militar: West Point, Saint-Cyr, Sandhurst serão os moldes de onde sairão as linhas gerais de vossa formação militar...A formação do oficial brasileiro, em seu primeiro lance na Escola Militar, terá como base a educação física, como meio, a cultura geral científica e, como fim, a mais rigorosa preparação profissional".Jeovah Mota, que foi aluno da Escola Militar do Realengo, destaca que o Marechal tinha grande preocupação com a limpeza do cadete: limpeza no sentido físico, moral e social, Note-se que as condições higiênicas do Realeno eram más, devido à frequente falta de água.Por decreto de 21 de agosto de 1931, é criado o Corpo de Cadetes, restabelecendo a antiga denominação que fora abolida pela República, em 1889.Em 25 de agosto - aniversário de Caxias - é feita a entrega do Estandarte distintivo do Corpo de Cadetes. No estandarte já aparece o Brasão D´Armas, com o perfil estilizado das Agulhas Negras, em fundo dourado.
O uniforme "Azulão", assim como a barretina de 1852 e o cordão com palmatória e borlas, que serviam no Império para distinguir os diferente anos dos alunos, é também resgatado.Uma cópia fiel reduzida da espada de campanha do Duque de Caxias, símbolo da honra militar, passou a distinguir o cadete.
Em sua ordem do dia, destaca o Coronel José Pessoa: "O privilégio do Colégio Militar para o ingresso no Realengo desaparece. Todos os meios sociais podem concorrer ao ingresso, por isso que somente 60% das vagas são reservadas para oriundos do Colégio Militar. De outro modo, a repartição das vagas anuais pelas três fontes reconhecidas idôneas - os Colégios Militares, os institutos secundários de ensino e os corpos de tropa - conduzem, como é natural, à seleção física, moral e intelectual dos candidatos.
Classificação rigorosa por merecimento e média geral cinco de base asseguram a seleção intelectual. Extrato dos assentamentos do candidato permitem o controle moral dos pretendentes. Por fim, o atestado prévio de sanidade e rigorosa inspeção física de entrada afirmam a capacidade física dos concorrentes".Em 12 de dezembro de 1949, já na nova Escola em Resende, recebe uma homenagem, por ocasião de sua passagem para a reserva. Comovido agradece: "Meu coração de soldado jamais vibrou tão intensamente como hoje. A Academia Militar das Agulhas Negras foi meu sonho supremo, e me sinto feliz ao vê-lo concretizado".

A construção da Academia Militar das Agulhas Negras
Vitoriosa a Revolução de 30, cabe ao governo Getúlio Vargas a decisão de mudar a escola militar do Rio de Janeiro para outro local.
Duas fases distintas apresenta a evolução de tão grandioso empreendimento.
De 1931 a 1934, é a atuação decidida do Coronel José Pessôa Cavalcanti de Albuquerque, então Comandante da Escola Militar do Realengo. Ele é o autor da idéia e seu grande propugnador, Sob sua presidência foi então organizada uma Comissão com vinte oficiais de todas as Armas, para escolher o local, dar parecer e provid
enciar o projeto e as obras.
Escolha do local
Como presidente da Comissão Executiva para a Construção da Nova Escola Militar, o Cel José Pessoa saiu à procura de local, em fevereiro de 1931. Num domingo, um acidente de automóvel o detém na estrada velha Rio - São Paulo. Aproveita para uma visita ao município de Resende. E é então que se fixa, pela primeira vez, no majestoso maciço de Itatiaia, onde se destacam, soberbas, as Agulhas Negras. Após muitos estudos e visitas a várias outras regiões, a Comissão escolheu a cidade de Resende para sediar a nova Escola Militar. O acidente de automóvel, que fi
zera com que o Cel José Pessoa viesse a Resende, fora providencial. Nenhum outro local reunia tão boas condições: amplo local para a construção, área para campo de pouso e campo de aviação maior na cidade, terreno variado e suficiente para treinamento e tiro, rio próximo, clima ameno e local quase equidistante das duas grandes cidades e convergência de três dos maiores estados do país. A antiga fazenda do Alambarí, onde funcionava o Horto Florestal do Ministério da Agricultura foi o terreno inicialmente escolhido.Foi então solicitado ao Serviço Geográfico e Histórico do Exército um levantamento aerofotogramétrico dos terrenos da fazenda.

O primoroso trabalho realizado serviu de base para a Comissão Construtora.
No concurso realizado para a execução da obra foi vencedor o arquiteto Raul Penna Firme.
Executado e apresentado à Comissão em 1932, o projeto teve que sofrer ligeiras modificações oriundas da necessária adaptação aos terrenos da fazenda do Castelo, contíguos ao Horto Florestal e julgados possuidores de condições mais vantajosas.
Nessa ocasião foi obtida, por intermédio do então coronel José Pessoa, a cooperação do Estado do Rio de Janeiro, a qual consistiria, conforme desejo do então interventor Comandante Ari Parreiras, na aquisição da fazenda do Castelo e respectiva doação ao Exército, como contribuição do estado fluminense.

É natural que tão vultoso empreendimento provocasse entre seus organizadores, a concepção cuidadosa de planos de financiamento de alta envergadura, cogitando-se até no aproveitamento de alguns milhares de sacas de café, então destinadas à incineração.
Grandes modificações na alta esfera administrativa fizeram ruir por terra todos os planos até então concebidos com tanto entusiasmo e pertinácia. Entra o ano de 1934, e daí em diante paralisaram os trabalhos da referida Comissão, embora jamais tivesse o Cel Pessôa deixado de insistir, por todas as maneiras, principalmente pela imprensa, afim de que fossem retomados os trabalhos e concretizada a idéia lançada por ele em 1931.Em 1933, foi programado o lançamento da pedra fundamental. Essa solenidade foi suspensa na véspera. Na noite de 28 de outubro de 1933, o Cel José Pessoa, sozinho e profundamente emocionado - segundo o relato do arquiteto Dr. Penna Firme - plantou ao lado da sede da Fazenda do Castelo uma lasca de rocha das Agulhas Negras, de cerca de 50 x 60 cm.A mudança de planos deveu-se à idéia de que seria inconveniente a formação do oficial em um local com todos os recursos e requintes, contrastando com a realidade da maioria das cidades. Em 1937, corria a gestão do General Manuel Rabelo como Diretor da Engenharia do Exército. Aí pôde ele imprimir grande impulso às obras militares, Dentre as inúmeras que tomou a peito levar avante sobressai a nova Escola Militar.No dia 2 de setembro de 1937, o General Eurico Gaspar Dutra, Ministro da Guerra, designa uma Comissão para escolher definitivamente o local da nova escola.Em fevereiro de 1938 a Comissão composta pelo Cel Luiz Sá de Affonseca, Ten Cel Abacilio Fulgêncio dos Reis e pelo Cap Amaury Kruel, escolheu os terrenos outrora denominados "Horto florestal" e "Estação da Monta" pertencentes ao Ministério da Agricultura e, em parte, ocupados pelo Ministério da Guerra, que neles havia construído um modesto campo de pouso para seus aviões aturarem na Revolução de 1932, circunvizinhos à cidade de Resende, RJ, para a localização da futura Escola Militar.Em 29 de julho de 1938, com a presença do Presidente Getúlio Vargas, foi lançada a pedra fundamental no local da construção."Estou certo de que cada cadete ao penetrar nos seus humbrais sentir-se-á elevado pela própria imponência e pela própria suntuosidade do edifício monumental onde vai efetuar seus estudos" - foram algumas das palavras proferidas na ocasião pelo Presidente da República.Decidida a escolha de Resende, pelo Decreto - Lei no. 370, de 11 de abril de 1938, foi criada a Comissão Construtora da Nova Escola Militar (CCNEM), em 4 de julho a qual se instalou no Campo das Sementes e Horto Florestal de Resende, ainda em julho desse ano, sob chefia do Ten Cel Waldemiro Pereira da Cunha.Por aviso ministerial no. 201 de 16 de Janeiro de 1940, foi extinta a CCNEM criando-se então a Comissão Especial de Obras de Piquete e Resende, sob a chefia do Gen Bda Luiz Sá de Affonseca.Nessa época foi também desapropriado o terreno onde hoje fica o Aeroporto de Resende, a três quilômetros do centro da cidade.
Curiosidades:1.A construção foi orçada em 600.000 contos de réis;2.Foram fincadas 1054 estacas Franki, que se unidas alcancariam um comprimento de 8.500 metros;3. Pé direito da biblioteca Mal José Pessoa: 9 m;4. Pé direito do refeitório de cadetes: 10 m;5. Pé direito do cinema antigo, atual Anfiteatro Gen Médice (AGM); 18 m;6. efetivo previsto na obra - 12 dormitórios por pavimento x 3 pavimentos x 5 alas = 180 dormitórios (apartamentos), com 8 cadetes cada, comportando um efetivo de 1440 cadetes.7. Por dificuldades financeiras, a AMAN quase foi construída na cidade de Petrópolis, em terreno doado, no qual foram feitos estudos preliminares.8. A idéia da mudança permaneceu "congelada" até 1937.9. O industrial Henrique Lage ofereceu à Academia todo o mármore a ser utilizado na construção. Por esse motivo é considerado o cadete número um e recebeu o primeiro espadim da nova Academia.10. As duas colunas que compõe o Portão Monumental simbolizam as colunas de Hércules, representando o esforço a que estão sujeitos os que se destinam à carreira das Armas.11. Há três portões; um menor à esquerda de quem entra, que só é aberto uma vez por ano, sendo a entrada dos novos cadetes; um maior ao centro, que serve de entrada principal e outro, menor, à direita de quem entra, que só é aberto uma vez por ano, para a saída dos novos aspirantes a oficial, formados nos quatro anos de escola.12. No portão de entrada dos novos cadetes há uma placa de bronze com os nomes dos integrantes da primeira guarnição de guarda, nos dias 11 para 12 de março de 1944.13. O Campo que se descortina logo após a entrada é chamado Campo de Marte, a mesma denominação do Realengo, simbolizando o campo onde os soldados romanos treinavam em homenagem a Marte, o deus da guerra.14. Ladeando a Av do Exército - entrada da Academia - há canhões oriundos da guerra da Tríplice Aliança e da II Guerra Mundial.
26 de out. de 2010
"CARTA AOS MILITARES"
No último dia 24 de outubro de 2010, durante passeata realizada em Copacabana, no Rio de Janeiro, nominada “Caminhada Pela Liberdade”, o Governador José Serra em conversa com o Deputado Federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) confirmou a veracidade da carta abaixo, bem como os compromissos que nela estão expostos.


Morre em SP o senador Romeu Tuma
Acaba de falecer em São Paulo o senador Romeu Tuma (PTB-SP), 78, que se encontrava internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ele foi submetido a cirurgia, no dia 2 deste mês, para colocação de um dispositivo de assistência ventricular chamado Berlin Heart – a rigor, um coração artificial. Tuma foi internado para uma bateria de exames em setembro, e acabou mantido no hospital por apresentar de problemas cardiovasculares. O senador já havia sido submetido a quatro pontes de safena.
25 de out. de 2010
As novas trincheiras
Preocupado com o surgimento da chamada guerra cibernética, na qual agressores usam computadores para infligir severíssimos danos aos inimigos, o Exército brasileiro faz acordo com empresa de segurança virtual e começa a treinar seus primeiros "ciberdefensores"
Carolina Vicentin
Nada de barricadas, minas, explosões ou lançamentos de mísseis. A estrela das batalhas do século 21 será invisível, capaz de desestabilizar inimigos a milhares de quilômetros de distância. E, na trincheira, um exército de homens e mulheres altamente capacitados para invadir sistemas e provocar o caos em países inteiros com apenas um clique. Nos próximos anos, o mundo deve se preparar para a nova arma, a chamada guerra cibernética, ainda sem qualquer controle por leis internacionais.
A guerra, hoje e desde sempre, é vencida por quem consegue fazer com que o inimigo sofra com a escassez: de recursos bélicos e de soldados, obviamente, mas também de estratégias de comunicação, de comida, de infraestrutura e por aí vai. Por exemplo, na Guerra do Golfo, no início dos anos 1990, os iraquianos explodiram poços de petróleo do Kuweit, pois eram a principal fonte de riqueza do país. Para combater o então presidente Saddam Hussein, kuweitianos e nações aliadas gastaram US$ 61 bilhões. Mais de 200 mil pessoas morreram, dos dois lados da disputa.
Agora, imagine como seria se o ataque fosse feito diretamente ao sistema nervoso central de cada nação. O que aconteceria se, em vez de bombas, vírus entrassem em cena? Esses dispositivos poderiam, por exemplo, atacar sistemas de usinas hidrelétricas, de abastecimento de água ou de uma plataforma de petróleo. “A guerra cibernética é a mais limpa e barata que existe. Eu sou civil, mas consigo imaginar qual o custo de lançar um míssil”, afirma Eduardo D’Antona, diretor corporativo e de tecnologia da informação da Panda Security. A empresa assinou, em setembro, um acordo com o Exército brasileiro para treinar militares para a ciberguerra.
Nos próximos dois anos, técnicos da Panda vão capacitar oficiais no uso de tecnologias forenses. “Vamos preparar a nata do Exército para entender ataques virtuais e identificar a autoria”, explica Eduardo. Até agora, 350 militares receberam o treinamento, e a ideia é atingir, pelo menos, 600. A instituição também adquiriu 37,5 mil licenças de antivírus para manter os sistemas a salvo. “O país ou a empresa que não atribuir importância à questão da segurança cibernética sofrerá enormes danos no futuro. Os efeitos serão tão danosos quanto uma invasão territorial”, diz o general Santos Guerra, comandante de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército.
E isso está longe de ser exagero tupiniquim. Nos últimos meses, governos de diversos países anunciaram sua preocupação com as ameaças virtuais. Iain Lobban, diretor do Government Communications Headquarters (o serviço britânico de espionagem), afirmou na semana passada que os sistemas ingleses sofrem mil tentativas mensais de ataque. “Hoje, é muito mais fácil se deparar com um software espião em uma máquina do que ver um satélite fotografando a movimentação de um quartel”, observa Eduardo D’Antona.
O primeiro
O alerta das nações ficou mais intenso depois que o Stuxnet, o vírus mais sofisticado de todos os tempos, se infiltrou em usinas nucleares do Irã. As linhas de código desse programa atacante conseguiriam inclusive mudar o sistema das máquinas invadidas, não simplesmente fazê-las parar de funcionar. O vírus poderia “mandar” o computador invadido fazer virtualmente qualquer coisa e sabotar a instituição à qual pertence. Em setembro, o governo de Mahmud Ahmadinejad reconheceu publicamente que o códigos maliciosos haviam infectado 30 mil computadores do país. “Esse tipo de vírus afeta o sistema que controla as máquinas. Ele poderia, até mesmo, parar uma turbina”, diz André Carraretto, gerente de engenharia de sistemas da Symantec. Ainda não se sabe de onde veio o vírus, mas especialistas em segurança acreditam que ele foi programado por pessoas altamente qualificadas e com um objetivo político.
Essa é, inclusive, a grande preocupação dos analistas dos setor: a dificuldade de saber quem está por trás dos ataques virtuais. “Hoje, tudo que é divulgado sobre o Stuxnet é pura especulação”, afirma Anchises De Paula, analista de inteligência e segurança da empresa iDefense. Muitas notícias associaram a criação do código a uma ação do governo israelense, mas nada foi comprovado, até porque o criador do vírus fez questão de camuflar a origem. “O Stuxnet ataca sistemas fabris presentes em outras indústrias. Eu poderia muito bem supor que isso foi uma ideia louca de um hacker argentino tentando derrubar a hidrelétrica de Itaipu”, pondera Anchises.
Os especialistas em segurança acreditam que a infecção pelo Stuxnet ocorreu por meio de um pen drive. “Na maioria das grandes indústrias, os sistemas são internos, não é possível acessá-los pela internet”, explica o analista de inteligência da iDefense. Como o pen drive teria chegado nas usinas do Irã também vira especulação — pode haver algum espião infiltrado no local ou até algo mais bobo, como a possibilidade de o dispositivo infectado ter sido um brinde para algum funcionário da empresa.
Máscaras
Outro grande problema de ataques cibernéticos tem a ver com a quantidade de efeitos colaterais que podem ser gerados. No caso do Stuxnet, mais de 50 mil computadores foram infectados. “Quem programou o vírus queria derrubar apenas um sistema, mas acabou provocando danos para uma série de pessoas”, comenta Anchises de Paula. “Qualquer tipo de ação na internet sai do controle muito rápido”, reforça o especialista. Além disso, as diversas formas de camuflar a origem da ameaça complicam as investigações. O mundo tem milhares de computadores zumbis (máquinas usadas pelos hackers para enviar vírus) e elas podem estar em qualquer lugar, no seu trabalho, na sua casa, na casa da sua avó.
A insegurança e o risco iminente de invasões virtuais fizeram com que muitos países desenvolvessem estratégias de emergência para futuros conflitos. Os Estados Unidos, por exemplo, nomearam Keith Alexander, então diretor da Agência de Segurança Nacional, para cuidar exclusivamente de um cibercomando. “Na Inglaterra, o governo liberou mais de 1 bilhão de libras em investimentos nessa área e nos setores de infraestrutura de energia elétrica, água e esgoto”, conta o analista da iDefese.
Essa movimentação indica que, mesmo parecendo mais inofensiva, a ciberguerra é tão cruel quanto o conflito tradicional. “Destruir um computador pode não matar ninguém, mas é muito romantismo acreditar que as coisas serão mais leves por causa disso”, reconhece o diretor corporativo da Panda Security, Eduardo D’Antona. Para Anchises de Paula, a ciberguerra será apenas mais uma ferramenta da guerra comum. “Na década de 1980, as nações discutiam se haveria guerra no espaço, assim como já ocorria na terra, no mar e no ar. Penso que a internet vai se tornar mais um domínio para os conflitos, assim aconteceu com o espaço”, opina.
20 de out. de 2010
14 de out. de 2010
São Januário será a casa do futebol nos Jogos Mundiais Militares de 2011
Presidente do Vasco fecha parceria com a organização do evento
O futebol já tem sua casa garantida nos Jogos Mundiais Militares, no Rio de Janeiro, em 2011. O comitê organizador do evento fechou uma parceria com o Vasco da Gama para usar o estádio de São Januário no período de 16 a 24 de julho do ano que vem. O acordo foi firmado nesta quinta-feira entre o general Jamil Megid Junior, coordenador geral dos Jogos, e o presidente do clube carioca, Roberto Dinamite.

O general Jamil Megid Junior e o presidente do Vasco, Roberto Dinamite (Foto: Divulgação)
- É uma honra para os Jogos Mundiais Militares começar já de cara para o gol, assinando uma parceria com um dos maiores ídolos do futebol que hoje preside um dos maiores clubes brasileiros. Os Jogos serão abertos ao público civil e militar, e esperamos contar com o apoio da torcida do Vasco da Gama e dos outros clubes - afirmou o general.
Dinamite retribuiu os elogios:
- São Januário é pioneiro em abrir as suas portas, e este momento toca a todos nós pela grandeza desses Jogos. Acredito no esporte, na disciplina e no respeito, e vocês (militares) são a maior referência nisso - afirmou o presidente vascaíno.
Será formada uma equipe conjunta entre o Vasco e a organização dos Jogos para montar o planejamento do futebol no evento. A ideia é desenvolver programas e ações de marketing que beneficiem o clube e os Jogos.
6 de out. de 2010
26 de set. de 2010
Nota de falecimento - CARLOS ALBERTO SOBRAL COIMBRA
É com grande pesar que informo o falecimento do nosso grande amigo CARLOS ALBERTO SOBRAL COIMBRA - Turma 78, que ocorreu na noite de ontem dia 24 set em Aracajú.
Ele estava internado deste de domingo passado no hospital com uma infecção generalizada e não resistiu vindo a falecer.
Nossos sentimentos aos familiares.
Desmontando e Montando um Jeep em menos de 4 minutos
25 de set. de 2010
ESTADÃO - Editorial: O mal a evitar
A acusação do presidente da República de que a Imprensa "se comporta como um partido político" é obviamente extensiva a este jornal. Lula, que tem o mau hábito de perder a compostura quando é contrariado, tem também todo o direito de não estar gostando da cobertura que o Estado, como quase todos os órgãos de imprensa, tem dado à escandalosa deterioração moral do governo que preside. E muito menos lhe serão agradáveis as opiniões sobre esse assunto diariamente manifestadas nesta página editorial. Mas ele está enganado. Há uma enorme diferença entre "se comportar como um partido político" e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste país.
Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, o Estado apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.
Efetivamente, não bastasse o embuste do "nunca antes", agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder. É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tão grave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir. O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.
Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa - iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique - de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana. Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.
Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia - a começar pelo Congresso. E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o "cara". Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: "Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?" Este é o mal a evitar.
25 de setembro de 2010 | 17h 02
Militares defendendo a democracia e "jornalistas" pedindo censura à imprensa?
18 de set. de 2010
Falecimento General De Pessôa – Paraquedista Militar nº 001 do Brasil
O Comando Militar do Leste e a Brigada de Infantaria Pára-quedista informam, com pesar, que por volta das 02:00h de hoje, 17 de setembro, no Hospital do Amparo – Rio de Janeiro, faleceu o paraquedista militar número 1 do Brasil, General de Divisão Roberto de Pessôa, aos 100 anos de idade.
O General De Pessôa foi o pioneiro da atividade paraquedista militar no País, tendo cursado a Escola de Paraquedistas dos Estados Unidos da América, em Fort Benning, em 1944.
O General De Pessòa ficará marcado por toda a eternidade na memória da tropa de elite do nosso Exército por sua coragem, devoção e luta incessante em prol do desenvolvimento da atividade aeroterrestre militar.
O velório será realizado em data a ser definida, no Museu Aeroterrestre, localizado no Centro de Instrução Pára-quedista General Penha Brasil, e ainda não há definição de data e local do sepultamento.
As informações serão atualizadas no site do Comando Militar do Leste e no da Brigada de Infantaria Pára-quedista, www.cml.eb.mil.br www.bdainfpqdt.eb.mil.br,. bem como pelos telefones (21) 2457-1269
General Roberto de Pessôa: o primeiro paraquedista militar brasileiro
Ao longo de seus 100 anos de vida, coragem, determinação e espírito inovador marcaram a história do General-de-Divisão Roberto de Pessôa. Paraibano, nascido em 1910, seu vínculo com o Exército nasceu a partir do sonho de servir à Pátria. Este desejo fez com que ingressasse na Escola Militar de Realengo, no Rio de Janeiro, em 1928, tendo sido declarado Aspirante-a-Oficial da arma de Infantaria em dezembro de 1932. A partir daí, a história do militarismo no Brasil teve uma guinada significativa.
Ainda como Aspirante, De Pessôa integrou o 2º Regimento de Infantaria, no Rio de Janeiro, sendo promovido a 2º Tenente em 1933, e a 1 º Tenente em 1934. Devido a sua excelente aptidão física, ainda como 2ª Tenente, realizou o curso da Escola de Educação Física do Exército, também situada no Rio de Janeiro, o que acabou lhe rendendo a atribuição de Oficial de Educação Física da unidade.
Em agosto de 1936, o mundo assistia aos Jogos Olímpicos da Alemanha. E entre os atletas dos 49 países participantes, estava o Tenente De Pessôa. Sua principal missão era importar técnicas de treinamento alemão que produziam atletas de alto nível. Nesta ocasião, ele pode observar o trabalho dos paraquedistas do Terceiro Reich e, então, decidiu que também queria aprender a saltar. Como o curso era exclusivo para os militares alemães, ele não pôde matricular-se. Em contrapartida, lhe foi oferecido um Curso de Planadorismo. Após cursar a Academia de Esportes do Terceiro Reich, De Pessôa voltou ao Brasil e ajudou a desenvolver as práticas de educação física usados até hoje nas Forças Armadas e nas escolas. Este período rendeu-lhe também importantes conhecimentos sobre o paraquedismo.
Em 1940, De Pessôa foi promovido ao posto de Capitão. Os ensinamentos aprendidos na Alemanha continuavam vivos em sua memória e a vontade de tornar-se um paraquedista persistia. Em 1943, foi transferido para Pernambuco com a missão de comandar o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva da 7ª Região Militar.
De volta ao Rio de Janeiro, em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, De Pessôa percebeu que lutaria ao lado dos países aliados contra a Alemanha nazista. Então, pediu autorização ao governo brasileiro para treinar com os paraquedistas americanos em Fort Benning, nos EUA. Em outubro de 1944, concluiu o Curso Básico Paraquedista, tornando-se o primeiro paraquedista militar brasileiro, ou o paraquedista número 01. Seu estágio nos EUA lhe rendeu a participação em atividades junto ao contingente Airborne, a 101ª Divisão Aerotransportada, que saltou na Normandia no famoso Dia D, em 1944.
Um ano depois, por força do seu entusiasmo e motivação, percorreu todo o país recrutando voluntários a fim de serem transferidos para o Rio de Janeiro para realizar rigorosos testes de aptidão física com a finalidade de realizar o Curso Básico Paraquedista nos Estados Unidos.
No início dos anos 50, o então Major De Pessôa foi designado para o cargo de Secretário de Segurança Pública e Comandante da Polícia Militar do estado de Pernambuco. Em 1953, foi promovido a Tenente-Coronel e em 1954, assumiu a Subchefia da 3ª Seção da Zona Militar Leste, no Rio de Janeiro e foi oficial de Gabinete do Ministro da Guerra. Promovido a Coronel em 1959, assumiu o Comando do 26º Batalhão de Infantaria, Batalhão Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Em 1966, foi promovido a General-de-Brigada, tendo passado para a reserva no posto de General-de-Divisão.
Roberto de Pessôa, um homem cuja vida foi pautada na coragem, determinação e empenho, em prol do Exército , da atividade aeroterrestre brasileira e do nosso país. Um verdadeiro herói que deixa um grande legado para a nossa nação.
15 de set. de 2010
Passagem de Cargo Ch EM CML
O Comandante Militar do Leste, General-de-Exército Adriano Pereira Junior, tem a honra de convidar VExa / VSa e família para a solenidade de Passagem do Cargo de Chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Leste do General-de-Brigada Roberto Severo Ramos ao General-de-Brigada Geraldo Antonio Miotto.
Data: 23 de setembro de 2010 (quinta-feira)
Horário: 1700 horas
Local: Salão de Honra do Comando Militar do Leste (Palácio Duque de Caxias, 9º andar)
Uniforme/Traje:
- Militares: 3º D1
- Demais Forças: o correspondente
- Militares da Reserva e Civis: Passeio completo
10 de set. de 2010
CARREIRA DAS ARMAS...
Publicado em “A RAZÃO”, Santa Maria/RS, em 9 de setembro de 2010
CARREIRA DAS ARMAS...
TEU FILHO PODE SE ENTUSIASMAR
Suspeito para falar, de família já tradicional no Exército: pai, irmão, filho, sobrinho, todos passamos pelas Agulhas Negras, quem sabe, ainda verei a quarta geração ultrapassando o portal monumental da “nossa” Academia Militar? Sim porque, muito mais do que minha, ela pertence a todos nós brasileiros. Prezado cidadão civil, a mensagem é para você que pode um dia se surpreender com um vocacionado no seio familiar.
Se quiser dissuadi-lo, não faça por menos, comece falando que ela não enriquece ninguém, que não comporta o direito de greve, que ela requer dedicação integral, que vai levá-lo para longe de casa, podendo mesmo, pelo juramento que terá de fazer, exigir dele o sacrifício da própria vida. Alerte, sem meias palavras: que seus companheiros de bancos escolares, os futuros médicos, engenheiros, advogados, a maioria deles vai comprar um apartamento, um carro de presença bem mais cedo que ele; que não terá hora para sair ou para chegar; que não terá uma vizinhança permanente e que seus filhos sempre estarão sentindo saudade dos amigos que deixaram por força de suas transferências.
Entretanto, se deseja deixar que as coisas corram naturalmente, gostaria de lhe dizer que, apesar de todas essas vicissitudes, amo a profissão e a recomendo para seu filho. Dirão que sou cabotino, no mínimo corporativista! Meu caro paisano, irmão no esforço diuturno que fazemos em prol deste nosso País, permita-me chamá-lo assim, creia, eu teria muitos motivos para me congratular com seu guri e quero dizer a ele: que soldado vem do termo “soldo” e que este, embora sempre defasado, jamais deixará de lhe ser pago no fim do mês; que morar longe dos parentes vai lhe forjar um coração mais brasileiro, pois, a cada transferência, vai sentir que deixou um pouco de si nas diversas guarnições espalhadas pelos estados do seu País; que empenhar sua vida pela Pátria faz dele um diferenciado, visto que honra, integridade e instituições são valores transcendentais dos quais a nação não pode abdicar, cabendo ao soldado, ao marinheiro e ao aviador o privilégio de defendê-los em todas as instâncias.
Paulo Ricardo da Rocha Paiva
Coronel de Infantaria e Estado-Maior
7 de set. de 2010
EXÉRCITO FORMA AS PRIMEIRAS GUERREIRAS DE SELVA DO BRASIL
Curso de Operações na Selva teve duração de oito semanas e reuniu 47 militares
As 3º Sargentos Xavier e Lidiana foram diplomadas como guerreiras pelo CIGS
Após formar mais de 4.937 militares do sexo masculino, o Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs) diplomou nesta 5ª feira (2), em solenidade militar, as primeiras guerreiras de selva das Forças Armadas brasileiras.
Com outros 45 militares, as 3º sargentos do serviço de saúde, Lidiana Reinaldo Jiló da Costa e Elisângela Ferreira Xavier, participaram dos cursos de Guerra na Selva nas categorias A, D, E e F.
De acordo com o comando do CIGS, as duas concluíram com aproveitamento um dos cursos mais difíceis do Exército Brasileiro. Além de conhecimentos inerentes aos guerreiros de selva, elas também obtiveram capacitação de Assistência Hospitalar.
O Curso de Operações na Selva teve duração de oito semanas, das quais mais da metade com atividades de treinamento no campo de instrução do CIGS, em zona de mata fechada, a 70 quilômetros de Manaus.
5 de set. de 2010
MASCOTE dos 5o. Jogos Mundiais Militares do CISM
Aproveitamos a oportunidade para encaminhar a todos o link de apresentação da Mascote dos 5o. Jogos Mundiais Militares do CISM.
No portal www.rio2011.mil.br , há maiores informações e a possibilidade de VOTAR na escolha do nome da Mascote.
Contamos a sua participação, solicitando a gentileza de repassar esta mensagem para a sua lista de amigos.
Megid
4 de set. de 2010
Werktrein in Overpelt.wmv
Interessante vídeo, que mostra máquinas que praticametne "constroem" quase que sozinhas a própria ferrovia do trem que as transporta e propulsiona...
Imagine se tivéssemos esse tipo de tecnologia aqui no país.
Um país do tamanho do Brasil, dependente de transporte, feito hoje quase que exclusivametne por rodovias e que não aumenta sua malha ferroviária, pode prosperar?
Se uma máquina dessas fosse utilizada em cada estado, imagine o potencial de crescimento a curto e médio prazo... + empregos...fretes mais baratos...!!!
3 de set. de 2010
1 de set. de 2010
26 de ago. de 2010
25 de ago. de 2010
DIA DO SOLDADO
Salve 25 de Agosto !
DIA DO SOLDADO
A todos os Soldados de Caxias, apresento os meus cumprimentos pelo transcurso do dia 25 de Agosto.
Que possamos a cada novo dia, renovar o nosso compromisso perante a Bandeira Nacional e que nossos filhos e netos reconheçam em cada detalhe o trabalho desempenhado no exercício deste sacerdócio, onde a máxima “ À Pátria tudo se dá, nada se pede, nem mesmo compreensão!” tem sido nosso sol.
O Prazer de Servir
Toda a natureza é um anelo de “servir”
Serve a nuvem, serve o vento, serve a chuva.
Onde haja um erro para corrigir, corrige-o tu;
onde haja um trabalho e todos se esquivarem, aceita-o tu.
Sê o que remove a pedra do caminho,
o ódio entre os corações e as dificuldades dos problemas.
Há a alegria de ser puro e a de ser justo; mas há,
sobretudo, a maravilhosa, a imensa alegria de servir.
Que tristeza seria o mundo se tudo se encontrasse feito,
se não existisse uma roseira para plantar, uma obra para se iniciar!!!
Não te chamem unicamente os trabalhos fáceis.
É muito mais belo fazer aquilo que os outros recusam.
Mas não caias no erro de que somente há méritos nos grandes trabalhos;
há pequenos serviços que são bons serviços . . .
adornar uma mesa . . . arrumar teus livros . . . pentear uma criança . .
Aquele é o que critica; este é o que destrói: sê tu o que serve.
O servir não é faina de seres inferiores
Deus, que dá os frutos da luz, serve.
Seu nome é: “Aquele que serve”.
Ele tem os olhos fixos em nossas mãos e nos pergunta cada dia:
SERVISTE HOJE?
A quem?
A arvore? A teu irmão? À tua mãe?
(Gabriela Mistral
23 de ago. de 2010
MATA, NÃO MATA... - É O VÍDEO QUE MOSTRA ASSASSINOS PETISTAS
A resposta deixa claro que, para os guerrilheiros, só havia duas opções: acordo ou sentença de morte.
Em 1968, na Guatemala, um embaixador americano foi sequestrado e morto. No ano seguinte, no Rio, o grupo MR-8 (Franklin Martins/Gabeira) uniu-se à ALN de Marighella para sequestrar e, se necessário, matar o embaixador Charles Elbrick.
Hoje, o ministro de Lula, como a candidata Dilma Rousseff, se ufana de seu passado sem um traço de arrependimento. Às vítimas, o fardo.
Manoel Cyrillo da ALN, que também aparece no vídeo, deu uma violenta coronhada na testa do indefeso embaixador de 61 anos.
Nenhum traço de arrependimento.
Os grupos de Dilma, Franklin Martins, Dirceu, Vannucchi e outros companheiros de armas acreditavam (e continuam acreditando) que os fins justificam os meios. Comungaram com os torturadores do DOI-Codi.
Esses, assinada a anistia, perderam os poderes.
Os ex-guerrilheiros , que matavam, roubavam, sequestravam, torturavam "pelo marxismo-leninismo", estão no comando do país.
Sem lutas, com nosso aval.
16 de ago. de 2010
14 de ago. de 2010
8 de ago. de 2010
6 de ago. de 2010
31 de jul. de 2010
22 de jul. de 2010
19 de jul. de 2010
Mandela e as vidas separadas
Em 1990, cedendo a pressões internacionais, o Presidente Frederic de Klerk solicitou sua libertação. Durante os vinte e seis anos em que permaneceu preso, Mandela tornou-se o símbolo da antissegregação. Mesmo na prisão, enviou cartas para incentivar a luta, tendo recebido apoio de governos de todo o mundo.
Em 1993, ele e de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da Paz. Em 1994, foi eleito o primeiro presidente negro da África do Sul. Governou até 1999, sendo responsável pelo fim do apartheid.
Ele poderia ter conduzido uma caça às bruxas. Poderia ter mandado procurar ossadas, que não são poucas. Poderia, até, ter criado um “bolsa-apartheid”, sustentado pelo diamante extraído em abundância das minas sul-africanas. Teria inúmeras razões e tinha poder para isso. Seu espírito humanista e sua visão de estadista, porém, levaram-no a pensar na nação como um todo e buscar sua reconciliação.
Entre as inúmeras frases de Mandela, uma talvez explique o porquê de sua decisão: “Sonho com o dia em que todas as pessoas levantar-se-ão e compreenderão que foram feitas para viver como irmãs”.
A presença, mesmo que por apenas alguns minutos, de Nelson Mandela no campo do Soccer City foi um dos momentos mais emocionantes da Copa do Mundo recentemente encerrada. Quando ele sorriu seu sorriso de paz e acenou do alto dos seus 92 anos de idade, recebeu a ovação de carinho e respeito da multidão.
As milhares de pessoas de todo o mundo que estavam lá, provavelmente, tinham na mente outra de suas frases famosas: “A luta é minha vida. Continuarei a lutar pela liberdade até o fim dos meus dias”. Então, que ele demore a chegar!
http://www.bonat.com.br/2010/07/16/mandela-e-as-vidas-separadas/
O BANCO DO BRASIL ROUBA 50,00 DE TRABALHADOR
- 19/07/2010 | 00:36
- O desabafo do seu Ari contra o descaso e a incompetência do poder no Brasil
Ari Gabriel Moreno, um cidadão brasileiro residente em Manaus, gravou um desabafo de quase dez minutos contra a esculhambação geral do País, a começar pelo afano de R$ 50,00 de sua conta no Banco do Brasil, jamais explicada nem justificada, passando pelo seu esforço de sair da informalidade. Ari usa alguns palavrões, mas nada que não seja adequado para realçar sua indignação contra o BB, o Banco Central, o Sebrae, autoridades e políticos em geral. O desabafo do seu Ari é o novo "hit" na internet.
18 de jul. de 2010
Ajuda do Brasil ao exterior chega a US$ 4 bi por ano, calcula 'Economist'
Lula promove biocombustíveis e investimentos em evento na ÁfricaUma reportagem veiculada pela revista britânica Economist calcula que os recursos gastos pelo Brasil em ajuda humanitária e desenvolvimento no exterior podem chegar a US$ 4 bilhões por ano.
O cálculo, que inclui as iniciativas brasileiras de assistência técnica, cooperação agrícola e ajuda direta a países da África e América Latina, mostra que o Brasil "está se tornando rapidamente um dos maiores doadores mundiais de ajuda aos países pobres", diz a revista.
A reportagem chega ao montante de US$ 4 bilhões somando os recursos da Agência Brasileira de Cooperação, projetos de cooperação técnica, ajuda humanitária a Gaza e ao Haiti, recursos destinados ao programa de alimentos da ONU e outros, e financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento, o BNDES, nos países emergentes.
Entretanto, a Economist questiona a rapidez com que o Brasil tem elevado sua ajuda no exterior, apontando que a estrutura burocrática do Estado brasileiro dedicada a encaminhar esta ajuda está sobrecarregada e lembrando que o próprio Brasil ainda precisa combater bolsões de pobreza dentro de seu próprio território.
A análise é publicada no momento em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva retorna de uma viagem por seis países da África, nos quais promoveu parcerias no campo do biocombustível e reiterou a existência de linhas de crédito do BNDES para projetos no continente africano e latino-americano.
"Este esforço em ajuda, embora não seja chamado assim pelo governo, tem grandes implicações", diz a revista.
"Distribuir assistência na África ajuda o Brasil a competir com a China e a Índia por influência no mundo em desenvolvimento. Também angaria apoio para a campanha solitária do país por um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU."
Outro fator, lista a revista, seria a abertura de mercados para os produtos brasileiros a partir das iniciativas de cooperação e a aproximação do Brasil com os países em desenvolvimento.
A reportagem compara a assistência brasileira com a chinesa. Afirma que a influência do Brasil é percebida como mais simpatia porque se volta para programas sociais e agrícolas, enquanto a chinesa promoveria, aos olhos dos países ocidentais, práticas corruptas e polêmicas sobretudo no campo da infraestrutura.
Entretanto, a Economist vê o que chama de "ambivalência" nos programas de ajuda do Brasil. Lembra que o país ainda precisa combater bolsões de pobreza dentro de seu próprio território, aponta deficiências na estrutura burocrática voltada para a cooperação internacional e avalia que funcionários e instituições voltados para este fim estão "sobrecarregados" com o crescimento exponencial do volume de assistência durante os anos do governo Lula.
Para a Economist, até resolver esses gargalos, "o programa de ajuda do Brasil permanecerá um modelo global à espera – um símbolo, talvez, do país como um todo".
Atualizado em 16 de julho, 2010 - 06:25 (Brasília) 09:25 GMT
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/07/100716_economist_aid_pu.shtml
16 de jul. de 2010
Crime eleitoral em comício de Sérgio Cabral, Dilma Rousseff e Lula
12 de jul. de 2010
CAMPANHA PELO AZUL DO BRASIL
VAMOS FAZER CAMPANHA PARA MUDAR O VERMELHO PARA O AZUL DO BRASIL!
NOSSAS CORES SÃO: VERDE, AMARELO, AZUL E BRANCO!
O povo brasileiro exige o 2014 em AZUL!****Obs está faltando um dedo em uma das mãos....
10 de jul. de 2010
6 de jul. de 2010
Melhores e piores são da região
























