25 de ago. de 2011

25 de agosto, Dia do Soldado

Sou militar porque, como tal, posso servir melhor a minha Pátria, à minha família e a mim próprio. Não sou movido pela ambição de acumular riquezas.

... Meu interesse primordial é que a segurança de meu País seja preservada e que meus filhos possam desfrutar o mesmo sistema de vida em que me criei.

...Sei que “os soldados não são sempre convocados para a glória, nem mesmo para a batalha. Não lhes cabe decidir. O fato ocorre ou não ocorre. Mas, os soldados são sempre chamados a Servir”.

Satisfaço - me, como milhares de outros, com empenhar o máximo de meus esforços e de minhas capacidades no cumprimento da missão recebida, seja ela qual for. Dessa maneira, dou minha parcela para o fortalecimento geral do país.

... Se, porém, ao final da jornada, nenhum feito excepcional estiver registrado em meus assentamentos, com não menor amargura embainharei a espada, convicto de haver servido com honra. E de não ter vivido sem razão.

Continuarei a afirmar “Gosto desta vida”, aos que me interrogarem, mas a mim próprio, darei resposta que signifique mais do que estas simples palavras”.

Afinal

“... alguém precisa ir à frente,

porque milhares não vão.

Alguém precisa ter raça,

porque milhares não tem!”

E viva a nobre profissão militar e seus abnegados integrantes.

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Parabéns à todos os companheiros de caserna...

BRASIL...! Acima de tudo...!!!

21 de ago. de 2011

Ministro Esperança



20 de ago. de 2011

'IstoÉ': gravações da polícia mostram que Ideli negociou cargos no DNIT

As articulações de Ideli

ISTO É INDEPENDENTE

N° Edição:  2180 |  20.Ago.11

Gravações da polícia mostram que, quando estava no Ministério da Pesca, Ideli Salvatti negociou cargos no DNIT e lutou para manter um dirigente acusado de irregularidades. As conversas foram com o presidente local do PR, hoje preso por pedofilia

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ESTILO
Nos grampos da polícia a ministra revela como luta
para manter seus feudos no Ministério dos Transportes

"Eu tô apavorada com essa movimentação. Apavorada!"
Ideli, sobre a possibilidade de seu afilhado político ser afastado do DNIT

Durante a investigação de um crime de conotação sexual, a Polícia Civil de Santa Catarina usou o Sistema Guardião para, durante quatro meses, gravar as conversas telefônicas dos envolvidos. Essas gravações acabaram registrando conversas que nada tinham a ver com a investigação, mas contam com alto teor político. Os grampos revelam os diálogos que o principal investigado, o ex-deputado Nelson Goetten, então presidente do PR catarinense, manteve com diversas autoridades, entre elas a então ministra da Pesca, Ideli Salvatti. As gravações das conversas de Ideli com Goetten mostram a íntima relação entre os dois e aconteceram no dia 18 de abril. Duraram pouco mais de dez minutos. Foi a ministra quem ligou para o celular do ex-deputado, que estava sendo monitorado pela Polícia Civil, com autorização da Justiça. Ideli, hoje ministra das Relações Institucionais, não estava defendendo apenas um de seus indicados para cargos públicos. Ela defendia um administrador acuado por denúncias de irregularidades e com a cadeira disputada por outros petistas de Santa Catarina. O engenheiro João José dos Santos, desde 2003 superintendente do DNIT catarinense, até agora escapou incólume da faxina ética promovida pela presidente Dilma Rousseff na pasta dos Transportes. Mas pesa contra ele uma série de suspeitas (leia quadro). O TCU, por exemplo, já apontou indícios de superfaturamento em obras importantes, como a BR-101. E o Ministério Público Federal abriu investigações para apurar atrasos e inexplicáveis aditivos nos contratos das obras de ampliação de várias rodovias tocadas pelo departamento chefiado por Santos. Sua gestão é um retrato acabado da situação que provocou a razia oficial sob o comando do Ministério dos Transportes.

"Nós garantimos aquele dinheiro para iniciar a obra da duplicação...
Eles não tomaram as providências legais para iniciar.
E, não iniciando, a gente perde o dinheiro"

Ideli reclama da ineficiência de seu protegido.

Matéria completa : http://www.istoe.com.br/reportagens/paginar/152956_AS+ARTICULACOES+DE+IDELI/3

17 de ago. de 2011

Oposição lança movimento pró-CPI da Corrupção

Líderes do PSDB, DEM, PPS e PSOL na Câmara e no Senado lançaram hoje um movimento para pressionar deputados e senadores a assinarem a CPI Mista da Corrupção. Os parlamentares lançaram um site para que a população possa acompanhar a lista de parlamentares que assinaram a CPI. A idéia é fazer com que o movimento se espalhe por meio das redes sociais e ganhe o apoio da sociedade brasileira. Se tivéssemos um movimento igual ao que tivemos na votação do Ficha Limpa teríamos, com certeza, a CPI da corrupção.Durante o lançamento do movimento, disse que a expectativa é transformar a CPI em uma fotografia do Parlamento. É importante para que a sociedade possa distinguir os parlamentares que adotam a postura republicana, valorizando a ética, daqueles que são omissos, coniventes ou cúmplices da corrupção. A sociedade não suporta mais tantos escândalos, e se não adotarmos uma postura de reação, corremos o risco de sermos atropelados pela opinião pública. Não bastam discursos em plenário, é preciso ação.

http://www.cpidacorrupcao.blogspot.com/

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Escolinha do professor Fred

Tue, 16 Aug 2011 07:32:34 -0300

Brasília - Eliane Cantanhêde:

BRASÍLIA - Os ministérios dos Transportes, da Agricultura e do Turismo estão dando uma verdadeira aula de corrupção. Tudo é claro, didático, objetivo. E escancarado, despudorado, como mostram as gravações da Polícia Federal.
Numa das fitas, o secretário-executivo do Turismo, Frederico Silva da Costa -chamado de "reverendo" e "bambambã" em outros trechos-, ensina ao empresário Fábio de Mello (e a todo o país) como fazer uma "empresa de fachada".
"Pega um prédio moderno, meio andar (...). O importante é a fachada. Tem que ser uma coisa moderna, que inspira confiança em relação ao tamanho das coisas que vocês estão fazendo. Pega um negócio aí pra chamar a atenção, assim, de porte, por três meses. Mas é pra ontem! Que alguém aparecer pra tirar uma foto lá nos próximos dois dias, as chances são altas".
Em outra conversa gravada, o empresário Humberto Silva Gomes, que voltava dos EUA, revela-se um professor de patriotismo: "É pro governo, joga o valor pra três, tudo vezes três". Por quê? "Quando é dinheiro público, não pesa no seu bolso, aí você joga pro alto mesmo. Até porque, se você não jogar, você vai perder logo de cara, porque todo mundo vai jogar".
Em outra escuta, Luiz Gustavo Machado, diretor da ONG Ibrasi, ensina para a colega Maria Helena Necchi: "Se eles não concordarem, vão mandar pra Brasília. Mandou pra Brasília, ficou fácil".
Uma funcionária do Turismo foi ao Amapá só para orientar uma ONG sobre como forjar uma prestação de contas. E Dalmo Queiroz, sócio de ONG investigada, explicou o que fazer em caso de problema: "Você vai lá e compra o CNPJ".
Tudo é falso: Frederico não é nenhum reverendo, as ONGs envolvidas não têm nada de santas, as empresas são "de fachada", os CNPJs, comprados, e os preços, multiplicados por três.
É o "rouba, mas faz"? Nem isso. O turismo está uma porcaria.

14 de ago. de 2011

Nota de Esclarecimento: atuação da Polícia Federal no Brasil

12/08/2011 - 18:31

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal vem a público esclarecer que, após ser preso, qualquer criminoso tem como primeira providência tentar desqualificar o trabalho policial. Quando ele não pode fazê-lo pessoalmente, seus amigos ou padrinhos assumem a tarefa em seu lugar.

A entidade lamenta que no Brasil, a corrupção tenha atingido níveis inimagináveis; altos executivos do governo, quando não são presos por ordem judicial, são demitidos por envolvimento em falcatruas.

Milhões de reais – dinheiro pertencente ao povo- são desviados diariamente por aproveitadores travestidos de autoridades. E quando esses indivíduos são presos, por ordem judicial, os padrinhos vêm a publico e se dizem “ estarrecidos com a violência da operação da Polícia Federal”. Isto é apenas o início de uma estratégia usada por essas pessoas com o objetivo de desqualificar a correta atuação da polícia. Quando se prende um político ou alguém por ele protegido, é como mexer num vespeiro.

A providência logo adotada visa desviar o foco das investigações e investir contra o trabalho policial. Em tempos recentes, esse método deu tão certo que todo um trabalho investigatório foi anulado. Agora, a tática volta ao cenário.

Há de chegar o dia em que a história será contada em seus precisos tempos.

De repente, o uso de algemas em criminosos passa a ser um delito muito maior que o desvio de milhões de reais dos cofres públicos.

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal colocará todo o seu empenho para esclarecer o povo brasileiro o que realmente se pretende com tais acusações ao trabalho policial e o que está por trás de toda essa tentativa de desqualificação da atuação da Polícia Federal.

A decisão sobre se um preso deve ser conduzido algemado ou não é tomada pelo policial que o prende e não por quem desfruta do conforto e das mordomias dos gabinetes climatizados de Brasília.

É uma pena que aqueles que se dizem “estarrecidos” com a “violência pelo uso de algemas” não tenham o mesmo sentimento diante dos escândalos que acontecem diariamente no país, que fazem evaporar bilhões de reais dos cofres da nação, deixando milhares de pessoas na miséria, inclusive condenando-as a morte.

No Ministério dos Transportes, toda a cúpula foi afastada. Logo em seguida, estourou o escândalo na Conab e no próprio Ministério da Agricultura. Em decorrência das investigações no Ministério do Turismo, a Justiça Federal determinou a prisão de 38 pessoas de uma só tacada.

Mas a preocupação oficial é com o uso de algemas. Em todos os países do mundo, a doutrina policial ensina que todo preso deve ser conduzido algemado, porque a algema é um instrumento de proteção ao preso e ao policial que o prende.

Quanto às provas da culpabilidade dos envolvidos, cabe esclarecer que serão apresentadas no momento oportuno  ao Juiz encarregado do feito, e somente a ele e a mais ninguém. Não cabe à Polícia exibir provas pela imprensa.

A ADPF aproveita para reproduzir o que disse o ex-ministro Márcio Thomaz Bastos: “a Polícia Federal é republicana e não pertence ao governo nem a partidos políticos”.

Brasília, 12 de agosto de 2011

Bolivar Steinmetz
Vice-presidente, no exercício da presidência

http://www.adpf.org.br/Entidade/492/Banner/?ttCD_CHAVE=146149%3Cbr/%3E

13 de ago. de 2011

Dilma: vazamento de fotos de presos da PF é 'inaceitável'


Claudia Andrade
Direto de Brasília

A presidente da República, Dilma Rousseff, considerou "inaceitável" o vazamento de fotos de presos na Operação Voucher, da Polícia Federal, na última terça-feira, suspeitos de envolvimento com um esquema de desvio de verbas do Ministério do Turismo. Nas imagens, publicadas na capa da edição desta sexta-feira do jornal aGazeta, de Macapá (AP), seis suspeitos aparecem sem camisa e segurando um papel com sua identificação.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou que o vazamento é uma "violência ao princípio da dignidade do preso" e solicitou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tome providências sobre o ocorrido.

Segundo o porta-voz da Presidência da República, Rodrigo Baena, a resposta do presidente do STF foi que encaminhará o assunto ao Ministério Público, ao governo estadual e ao juiz da Vara de Execuções.

Um dos presos que teve a foto publicada é o secretário-executivo do Ministério do Turismo, Frederico Silva da Costa. Ele e mais 15 presos preventivos receberam habeas-corpus nesta sexta-feira, após o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) considerar que eles não devem atrapalhar as investigações. Na quarta-feira, 18 presos temporários já haviam sido liberados após depoimento. Somente dois permanecerão detidos, já que não entraram com pedido de liberdade na Justiça.


MINISTRO CELSO AMORIM, MISSÃO DIFÍCIL

Publicado no “JB ON LINE” em 12 de agosto de 2011

MINISTRO CELSO AMORIM, MISSÃO DIFÍCIL

Ministério da Defesa atribui missão de guarda florestal ao Exército! Estaria este encargo comprometido com uma reengenharia da força ou se dá mais um passo no processo de gendarmerização que vem caracterizando a atual gestão da pasta? Ao que parece, ninguém se liga, nunca se corroborou tanto com os desígnios a nós vaticinados pelo “irmão Caim do norte”: de fragilização permanente das Forças Armadas, de esmaecimento do seu orgulho marcial e do subemprego delas em operações de caráter policialesco. No Exército, por exemplo, a sobrecarga de missões atípicas nas diferentes armas vem despersonalizando, de forma subliminar, o “espírito de corpo” de profissionais, justo naquilo que os diferencia e do qual mais se orgulham em suas escolas de formação e de aperfeiçoamento.

Ainda outro dia o EB comemorou a “Festa Nacional da Artilharia”, tiros de salva em profusão, e eu me perguntei: as unidades de apoio de fogo executam o tiro real quantas vezes durante o ano de instrução? O cidadão comum, aquele que só vê espetáculos de mentirinha em Brasília, disparos de lantejoulas, precisa saber: talvez menos da metade disponha de munição para o adestramento previsto na programação anual. Resultado: hoje, prosseguindo na senda de desvirtuamento da atividade fim das armas, artilheiros estão sendo escalados, inclusive, para missões típicas da infantaria, haja vista o desgaste dos infantes em patrulhamentos “ad eternum” nas favelas do Rio de Janeiro.

Na Engenharia, então, só se pensa na construção de estradas, o que até se justifica pela garantia do emprego probo das verbas repassadas pelo Ministério dos Transportes, uma pasta, já faz tempo, desgastada pelos desvios de recursos envolvendo cargos e comissões. Mas, e as suas tropas de combate tão em falta na Amazônia? Batalhões de infantaria de selva carecem, em seus quadros de organização, de um pelotão de engenheiros, seja para destruições em combate seja para abertura de picadas, construção de pequenas pontes e instalações em bases de combate. Necessidade tirânica que se faz presente a toda hora, em todos os locais e sob as mais variadas formas.

E quanto à Cavalaria, como caracterizar o seu subemprego? Todos se lembram: hoje seus meios encouraçados são manejados por tropas federais no desmantelamento de fortins do crime organizado em favelas cariocas. O próprio BOPE, dotado com viaturas blindadas de transporte de pessoal (VBTP) nos moldes da Guarda Nacional dos EUA, poderia fazê-lo. Neste batalhão, uma companhia equipada com este material aperfeiçoaria a coordenação das operações, diminuiria os “caciques” e simplificaria sobremaneira o apoio logístico. Todavia, é lamentável, ainda compramos carros de combate na União Européia e continuamos a remendar, com competência deve ser dito, as VBTP veteranas do Vietnã vendidas pelos EUA em 1972. Que tal encomendá-las à indústria nacional ao invés de fazê-lo aos “mercadores da morte” encastelados no CS/ ONU? Que ninguém duvide, um lote do “CHARRUA”, de protótipo já testado pela MOTO PEÇAS S/A em São Paulo, desempenha muito melhor em suas destinações do que as geringonças esclerosadas vendidas pelo Tio Sam.

E a arma base, nobre infantaria, “eterna majestade das linhas combatentes...”? Coitada, essa é do alfinete ao foguete! Como sempre, o maior efetivo se a coisa foge ao controle na garantia da lei e da ordem. Guerra ao narcotráfico, retomada/ocupação de zonas liberadas pelo crime organizado, é de pasmar, ainda se fazem com o já terminal fuzil automático leve, empunhado em 1965, quando sentei praça. Isto sem falar nos combates ao desmatamento de florestas, aos incêndios nas matas e na defesa civil em casos de calamidade pública. Instituições de maior credibilidade no País, sempre! Por que não?

Paulo Ricardo da Rocha Paiva

Coronel de Infantaria e Estado-Maior

11 de ago. de 2011

30 de jul. de 2011

Leopard reforça importância de Santa Maria, RS

General de divisão Eduardo Wizniewsky, subcomandante logístico do Comando do Exército, garante que a infraestrutura do 1º Regimento de Carros de Combate, em Santa Maria, é melhor que as da Alemanha

Santa Maria confirmou esta semana o título de Capital Nacional dos Blindados, com a realização do encontro de cúpula do Exército na cidade. O Município tem 217 carros de combate em operação, incluindo modelos Leopard 1 A1, Leopard 1 A5, M-113, M-108, Cascavel e Urutu, e deverá receber mais 68 pelo Programa Leopard. Também há 77 unidades no Parque de Manutenção, onde ficam os veículos vindos da Alemanha com destino aos regimentos pertencentes ao programa. Aqui também funciona o primeiro Centro de Instrução de Blindados do País e, ao lado de Santiago, capital do Chile, um dos únicos preparados para uso do Leopard. Em razão disso, Santa Maria sediou,  a reunião sistêmica integrada do Programa Leopard, que geralmente ocorre em Brasília. Com a presença da elite do Exército, entre eles o general de divisão Eduardo Wizniewsky, subcomandante logístico do Comando do Exército, responsável pelo relacionamento com Programa Leopard. Ele concedeu entrevista exclusiva ao Jornal A Razão.

O general Eduardo veio fechar detalhes para a segunda etapa do Programa Leopard, chamada de Suporte Logístico Integrado. A primeira consistiu no treinamento dos militares e na aquisição dos 220 carros de combate do modelo Leopard 1 A5 e dos demais equipamentos pela fabricante alemã Krauss-Maffei Wegmann, a KMW (veja mais detalhes no quadro). A fase a seguir, cujo orçamento está sob avaliação do Ministério do Exército e poderá sofrer modificações, contempla a manutenção dos veículos e a realização de obras, conforme os padrões exigidos, nos quartéis onde há treinamento para o uso de blindados Leopard – 1º Regimento de Carros de Combate, em Santa Maria, 4º Regimento de Carros de Combate, além de quartéis nas cidades paranaenses de Ponta Grossa e Rio Negro. Entre as obras, seriam prioritários os términos da infraestrutura na unidades de Santa Maria e Rosário do Sul. Neste último regimento também está prevista a construção de estande de tiro. “As instalações que temos no 1º RCC são melhores das que temos na Alemanha”, comparou o general Eduardo.

Em relação à segunda etapa do Programa Leopard, o general explica que o contrato prevê com a indústria alemã prevê, além dos equipamentos, o funcionamento pleno e a manutenção. Assim, de acordo com o general subcomandante logístico, a escolha da KMW deveu-se à manutenção oferecida aos simuladores digitais, que reproduzem a paisagem brasileira e não a européia, como disponibilizado por outros fabricantes. Aliada a essa questão, a vinda da empresa para Santa Maria permitirá que o suporte logístico possa ser feito no Brasil, reduzindo custos e tempo.

25 de jul. de 2011

12 de jul. de 2011

6 de jul. de 2011

Hackers, parabéns

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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Carlos Verezza (Ator da Rede Globo de Televisão)

Queridos Hackers que invadiram os sites do "governo", parabéns!

Na esperança que um de vocês leia meu blog, torço para que não apenas acessem, mas divulguem para o Brasil e o mundo as falcatruas, tráficos de influência, obras superfaturadas, enfim, divulguem e façam uma campanha contra o maior esquema de corrupção jamais visto neste país!
Pode ser o começo de uma reação à essa quadrilha que mantém o povo alienado com bolsas-anestesias, e saqueiam esta nação com uma avidez despreocupada com punições!
Não passa uma semana sem que surjam escândalos ligados ao "partido da ética e da moralidade na política!", Trinta e oito ministérios para "empregar" os capangas ,que, ou perderam eleições, ou precisam de uma "boquinha...
Denunciem a cooptação de todos os poderes, a evidente falta de governabilidade, com o palanqueiro Lula mantendo em verdade um governo paralelo!
Não esmoreçam! Enviem denúncias para o Tribunal de Haya, sobre os constantes assassinatos de líderes rurais; o abandono das populações indígenas...Enfim, vocês sabem melhor do que eu o caminho da sagrada indignação a ser tomado!
Convoquem marchas de protesto em todo o país! Vocês possuem o domínio de uma tecnologia que pode arrancar o povo e os poucos intelectuais honestos, de uma letargia que termina por ser cúmplice da roubalheira generalizada!
Estamos juntos

Fonte:

http://carlosverezablog.blogspot.com/2011/06/parabens-hackers.html


Ponte sobre o Rio Guaíba custará cinco vezes mais que maior ponte do mundo sobre o mar, na China

Camisa de força – Queiram ou não os políticos, o Brasil é o paraíso da corrupção e das obras superfaturadas. Como se não bastassem os aditivos contratuais que vilipendiam o bolso do contribuinte e colocam sob suspeita nove em cada dez obras públicas, no Brasil os custos pagos pelo Estado para conceber qualquer edificação são criminosamente absurdos.

Como se sabe, a única porta de entrada e saída de Porto Alegre é a ponte sobre o Rio Guaíba. Dota de uma parte móvel, que é alçada por cabos para permitir a passagem de navios, a ponte, que integra a BR-290, vez por outra tem problemas técnicos no sistema elevatório. Há muito desgastado e merecedor de manutenção quase inócua, o equipamento muitas vezes trava, provocando intermináveis congestionamentos na bela capital gaúcha.

Durante a corrida presidencial de 2010, a então candidata do PT, Dilma Vana Rousseff, prometeu na terra de chimangos e maragatos a construção de uma nova ponte, como forma de evitar transtornos, os quais podem, em caso de pane do equipamento elevatório, causar um congestionamento de navios.

Há dias, do outro lado do mundo, lá na terra da Grande Muralha, os chineses inauguraram uma ponte de 42 km sobre a Baía de Jiazhou, ligando a cidade litorânea de Qingdao ao subúrbio de Huangdao. A tal ponte, cuja inauguração fará parte das comemorações do 90º aniversário do Partido Comunista Chinês, é a maior do mundo sobre águas marítimas. A majestosa obra demorou quatro anos para ser concluída e custou aos cofres chineses US$ 2,3 bilhões, o que equivale aproximadamente a R$ 3,59 bilhões.

A nova ponte sobre o Rio Guaíba, de 2,9 km, tem orçamento inicial de R$ 1,16 bilhão e demorará quatro anos para ser finalizada. Comparando os números das duas obras é possível perceber que a ponte chinesa, que exigiu maiores investimentos por conta da adversidade da obra, custou R$ 85,4 milhões por quilômetro, enquanto a sobre o Rio Guaíba custará R$ 400 milhões por quilômetro, ou seja, quase cinco vezes mais.

Em termos de tempo as duas obras se equivalem, mas consideradas as extensões das duas pontes, a versão brasileira demorará quinze vezes mais para ser concluída. Em ritmo chinês, a ponte sobre o Rio Guaíba demoraria 102 dias para ser erguida, sendo que o custo da obra seria de R$ 247,6 milhões, não R$ 1,16 bilhão como previsto. A obra está sob a responsabilidade do Ministério dos Transportes, cuja cúpula, acusada de corrupção, foi demitida pelo ministro Alfredo Nascimento (PR-AM) a mando da presidente Dilma Rousseff.

Nada ortodoxo em termos de probidade, tal cenário pode ser o ingrediente faltante para Dilma Rousseff decidir pela demissão de Alfredo Nascimento, que alegou desconhecer a cobrança de 4% de pedágio em todas as obras da sua pasta.

Fonte:

http://ucho.info/ponte-sobre-o-rio-guaiba-custara-cinco-vezes-mais-que-maior-ponte-do-mundo-sobre-o-mar-na-china

1 de jul. de 2011

As incríveis imagens do tsunami de dentro de um carro. É a força da natureza em ação


É incrível a força da natureza.

Uma emissora de televisão japonesa conseguiu um vídeo e divulgou as imagens com exclusividade.

O vídeo mostra a chegada do tsunami vista no interior de um carro.

As imagens são incríveis e mostram até o terremoto que antecede a onda gigante.

23 de jun. de 2011

POLÍTICOS SÃO COMO FEIJÃO COLOCADO DE MOLHO: SÓ OS PODRES SOBEM...

A triste realidade é que, com a banalização da corrupção, o povo brasileiro acabou acomodado diante da roubalheira dos políticos, chegando inclusive a achar que essa é uma situação normal. Essa reação é plenamente explicável, pois pode ser percebida em diversas outras circunstâncias, tais como: 1) O médico, que tanto ver sangue, acaba achando normal o ambiente de uma sala de cirurgia; 2) O coveiro, que de tanto enterrar defunto, perde a sensibilidade diante da morte; 3) O ladrão, que tanto ser preso pela polícia, acaba achando que cadeia é algo análogo a colônia de férias; 4) A prostituta, que de tanto fazer sexo por dinheiro, acaba achando que está desempenhando um trabalho absolutamente normal. Entendeu o espírito da coisa? É exatamente isso que acontece com o povo brasileiro em relação aos políticos, tornando-se resiliente diante das safadezas praticadas por seus parlamentares, pois vendo eles ganharem rios de dinheiro, em falcatruas mil, e normalmente saírem livres dos processos que eventualmente enfrentam, além de passar a acreditar na premissa de que "o crime compensa", tornou-se acidamente crítico com qualquer parlamentar que tente ser diferente da maioria, no mais das vezes classificando-os de "abestados". Afinal, a partir da valorização da máxima petista de que os fins justificam os meios, aquele que não enriquece com a atividade política, e não entre nos "esquemões", geralmente tem vida parlamentar curta, o que, infelizmente, consagra o princípio de que políticos são como feijões colocados de molho na água: só os podres sobem...

21 de jun. de 2011

Comissão da “Minha Verdade” ou da “Meia” Verdade

Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS, 12 de junho de 2011.

“O Brasil deve ser pensado daqui para a frente. A anistia apagou as marcas dos dois lados. Se houver punição terão de ser revistas também as ações da esquerda, a exemplo do atentado a bomba no Aeroporto de Guararapes (Recife), em 1966”.
(General Leônidas Pires Gonçalves)

O polêmico Projeto de Lei 737/10, elaborado no governo Lula, trata da criação da Comissão da Verdade. A Comissão tem como objetivo esclarecer casos de violação de direitos humanos ocorridos no período revolucionário por parte do Estado. A abertura dos arquivos secretos do período militar mostraria quem foram os facínoras cruéis que mataram, estupraram, mutilaram, roubaram, delataram seus “companheiros”, e levaram a intranquilidade aos cidadãos de bem.

- “Governo tem posição única a favor da Comissão da Verdade”

“Infelizmente, não há como apagar as marcas da humilhação sofridas pelas pessoas que lutaram pela democracia antes de nós, mas se conseguirmos, ao menos, saber o que houve e como ocorreu, já teremos o que dizer, por exemplo, para as futuras gerações, para nossos filhos e para os familiares dos mortos e desaparecidos”. (Maria do Rosário)

Ao defender a pretensa “Comissão da ‘IN’Verdade” a senhora Maria do Rosário inicia sua defesa mentindo “fragorosamente” ao afirmar que os terroristas “lutaram pela democracia”. A dona Maria sabe muito bem que a luta armada não defendia democracia, mas isso não lhe interessa. Felizmente alguns guerrilheiros de outrora, fiéis aos princípios que defenderam, não tentam acobertar a verdade.

Daniel Aarão Reis Filho, ex-guerrilheiro do Movimento Revolucionário 8 de outubro (MR-8), professor titular de História Contemporânea da UFF, foi um dos quarenta presos banidos para a Argélia, em troca do embaixador da Alemanha, por exigência das organizações terroristas que praticaram o sequestro.

“As ações armadas da esquerda brasileira não devem ser mitificadas. Nem para um lado nem para o outro. Eu não compartilho da lenda de que no final dos anos 60 e no início dos 70 (inclusive eu) fomos o braço armado de uma resistência democrática. Acho isso um mito surgido durante a campanha da anistia. Ao longo do processo de radicalização iniciado em 1961, o projeto das organizações de esquerda que defendiam a luta armada era revolucionário, ofensivo e ditatorial. Pretendia-se implantar uma ditadura revolucionária. Não existe um só documento dessas organizações em que elas se apresentassem como instrumento da resistência democrática”. (O Globo, 23/09/2001)

Leandro Narloch, no seu livro “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”, assevera que:

“A guerrilha provocou o endurecimento do regime militar. É muito repetida a idéia de que os grupos de esquerda decidiram partir para a luta armada porque essa era a única resposta possível à rigidez da ditadura. Na verdade, antes de os militares derrubarem o presidente João Goulart, já havia guerrilheiros planejando ações e se preparando para elas”.

A História irá julgar os passos dessa circense “Comissão da Minha Verdade”, montada com a finalidade de julgar apenas um dos lados. A Comissão tem o intuito de julgar apenas aqueles que por obrigação constitucional tinham e deviam lutar contra a implantação de uma ditadura no nosso país. A dona Maria deixa isso claro quando afirma em entrevista, publicada na edição nº 52 de maio de 2011, ao jornal Tribuna do Advogado, órgão de divulgação da OAB/RJ:

Não há dois lados. Trata-se de apenas um lado: o lado do Estado, que, por meio das Forças Armadas, torturou e matou trabalhadores e trabalhadoras, estudantes, camponeses e sindicalistas. É por isso que as gerações atuais e futuras precisam saber que tivemos 21 anos de repressão política em nosso país e que a tortura marcou a vida de milhares de oposicionistas ao regime que lutaram para que hoje nós possamos viver em uma democracia”. (Maria do Rosário)

Dona Maria não menciona, intencionalmente, os crimes cometidos pelos seus sequazes. Acho que nossos corações e mentes devem se voltar para o futuro. A camarilha encastelada no poder precisa, em nome do Brasil, abandonar essa postura nitidamente revanchista que procura, a todo custo, reescrever a história. Será que serão ouvidos os familiares das mais de uma centena de vítimas dos celerados terroristas? Certamente, não, isso não interessa à “Comissão da Minha Verdade”.

– Vítimas dos Terroristas

12/11/64 – Paulo (Vigia – Rj)

27/03/65 – Carlos Argemiro (Sargento do Exército – Pr)

25/07/66 – Edson Régis De (Jornalista – Pe)

25/07/66 – Nelson Gomes (Almirante – Pe)

28/09/66 – Raimundo De Carvalho (Cabo Pm – Go)

24/11/67 – José Gonçalves Conceição (Fazendeiro – Sp)

07/11/68 – Estanislau Ignácio (Civil – Sp)

15/12/67 – Osíris Motta (Bancário – Sp)

10/01/68 – Agostinho F. Lima – (Marinha Mercante – Am)

31/05/68 – Ailton De (Guarda Penitenciário – Rj)

26/06/68 – Mário Kozel (Soldado Do Exército – Sp)

27/06/68 – Nelson (Sargento PM – Rj)

27/06/68 – Noel De Oliveira (Civil – Rj)

01/07/68 – Von Westernhagen (Major Ex. Alemão – Rj)

07/09/68 – Eduardo Custódio (Soldado PM – Sp)

20/09/68 – Antônio Carlos (Soldado PM – Sp)

12/10/68 – Charles Rodney (Capitão do Ex. Usa – Sp)

12/10/68 – Luiz Carlos (Civil – Rj)

25/10/68 – Wenceslau Ramalho (Civil – Rj)

07/01/69 – Alzira B. De Almeida – (Dona de Casa – Rj)

11/01/69 – Edmundo Janot (Lavrador – Rj)

29/01/69 – Cecildes M. de Faria (Inspetor de Pol. – Mg)

29/01/69 – José Antunes Ferreira (Guarda Civil – Mg)

14/04/69 – Francisco Bento (Motorista – Sp)

14/04/69 – Luiz Francisco (Guarda Bancário – Sp)

08/05/69 – José (Investigador De Polícia – Sp)

09/05/69 – Orlando Pinto (Guarda Civil – Sp)

27/05/69 – Naul José (Soldado Pm – Sp)

04/06/69 – Boaventura Rodrigues (Soldado PM – Sp)

22/06/69 – Guido – Natalino A. T. (Soldados PM – Sp)

11/07/69 – Cidelino Palmeiras (Motorista de Táxi – Rj)

24/07/69 – Aparecido dos Santos (Soldado PM – Sp)

20/08/69 – José Santa (Gerente De Banco – Rj)

25/08/69 – Sulamita Campos (Dona De Casa – Pa)

31/08/69 – Mauro Celso (Soldado PM – Ma)

03/09/69 – José Getúlio – João G. (Soldados da PM)

20/09/69 – Samuel (Cobrador de Ônibus – Sp)

22/09/69 – Kurt (Comerciante – Sp)

30/09/69 – Cláudio Ernesto (Agente da PF – Sp)

04/10/69 – Euclídes de Paiva (Guarda Particular – Rj)

06/10/69 – Abelardo Rosa (Soldado PM – Sp)

07/10/69 – Romildo (Soldado PM – Sp)

31/10/69 – Nilson José de Azevedo (Civil – Pe)

04/11/69 – Estela Borges (Investigadora do Dops – Sp)

04/11/69 – Friederich Adolf (Protético – Sp)

07/11/69 – Mauro Celso (Soldado PM – Ma)

14/11/69 – Orlando (Bancário – Sp)

17/11/69 – Joel (Sub-Tenente PM – Rj)

17/12/69 – Joel (Sargento – PM – Rj)

18/12/69 – Elias (Soldado do Exército – Rj)

17/01/70 – José Geraldo Alves Cursino (Sgt PM – Sp)

20/02/70 – Antônio A. Posso Nogueró (Sgt PM – Sp)

11/03/70 – Newton de Oliveira Nascimento

31/03/70 – Joaquim (Investigador de Polícia – Pe)

02/05/70 – João Batista (Guarda de Segurança – Sp)

10/05/70 – Alberto Mendes (1º Tenente PM – Sp)

11/06/70 – Irlando de Moura (Agente da PF – Rj)

15/07/70 – Isidoro (Guarda de Segurança – Sp)

12/08/70 – Benedito (Capitão do Exército – Sp)

19/08/70 – Vagner L. Vitorino (Guarda de Seg. – Rj)

29/08/70 – José Armando (Comerciante – Ce)

14/09/70 – Bertolino Ferreira (Guarda de Seg. – Sp)

21/09/70 – Célio (Soldado PM – Sp)

22/09/70 – Autair (Guarda de Segurança – Rj)

27/10/70 – Walder X. (Sargento da Aeronáutica – Ba)

10/11/70 – José Marques (Civil – Sp)

10/11/70 – Garibaldo (Soldado PM – Sp)

10/12/70 – Hélio de Carvalho (Agente da PF – Rj)

07/01/71 – Marcelo Costa Tavares (Estudante – MG)

12/02/71 – Américo (Soldado PM – Sp)

20/02/71 – Fernando (Comerciário – Rj )

08/03/71 – Djalma Pelucci (Soldado PM – Rj)

24/03/71 – Mateus Levino (Tenente da Fab – Pe)

04/04/71 – José Júlio Toja (Major do Exército – Rj)

07/04/71 – Maria Alice (Empregada Doméstica – Rj)

15/04/71 – Henning Albert (Industrial – Sp)

10/05/71 – Manoel Silva (Soldado PM – Sp)

14/05/71 – Adilson (Artesão – Rj)

09/06/71 – Antônio Lisboa Ceres (Civil – Rj)

01/07/71 – Jaime Pereira (Civil – Rj)

02/09/71 – Gentil Procópio (Motorista de Praça – Pe)

02/09/71 – Gaudêncio – Demerval (Guardas Seg. – Rj)

–/10/71 – Alberto Da Silva (Civil – Rj)

22/10/71 – José (Sub-Oficial da Marinha – Rj)

01/11/71 – Nelson Martinez (Cabo PM – Sp)

10/11/71 – João (Cabo PM – Sp)

22/11/71 – José Amaral (Guarda De Segurança – Rj)

27/11/71 – Eduardo Timóteo (Soldado PM – Rj)

13/12/71 – Hélio F. (G.Seg. – Rj) – Manoel da Silva (Com.) – Francisco B. (Mot.)

18/01/72 – Tomaz P. de Almeida (Sargento PM – Sp)

20/01/72 – Sylas Bispo Feche (Cabo PM – Sp)

25/01/72 – Elzo Ito (Estudante – Sp)

01/02/72 – Iris (Civil – Rio De Janeiro)

05/02/72 – David A. (Marinheiro Inglês – Rj)

15/02/72 – Luzimar Machado De (Soldado PM – Go)

27/02/72 – Napoleão Felipe Bertolane (Civil – Sp)

06/03/72 – Walter César (Comerciante – Sp)

12/03/72 – Manoel (Guarda de Segurança – Sp)

12/03/72 – Aníbal F. de A. (Coronel Exército – Sp)

12/03/73 – Pedro (Capataz da Fazenda Capingo)

08/05/72 – Odilon Cruz (Cabo do Exército – Pa)

02/06/72 – (Sargento PM – Sp)

29/06/72 – João (Mateiro da Região do Araguaia – Pa)

Set/72 – Osmar (Posseiro – Pa)

09/09/72 – Mário Domingos (Detetive Polícia Civil – Rj)

23/09/72 – Mário Abraim Da (2º Sgt do Exército – Pa)

27/09/72 – Sílvio Nunes (Bancário – Rj)

01/10/72 – Luiz Honório (Civil – Rj)

06/10/72 – Severino F. – José I. (Civis – Pe)

21/02/73 – Manoel Henrique (Comerciante – Sp)

22/02/73 – Pedro Américo Mota (Civil – Rio De Janeiro)

25/02/73 – Octávio Gonçalves Moreira (Del. de Pol – Sp)

…/06/73 – Francisco Valdir (Soldado do Exército – Pa)

10/04/74 – Geraldo José (Soldado PM – Sp)

18 de jun. de 2011

16 de jun. de 2011

“Marcha pela Ética”

A esperança é a última que morre...

Qualquer semelhança com algo que já aconteceu no passado é mera coincidência.

Amigos, dependendo de como as coisas acontecerem, pode estar começando, com os fatos que a leitora e amiga do blog Ana relata abaixo, um embrião de movimento dos “indignados” no Brasil – só que, diferentemente do que está ocorrendo na Europa, o estopim não foi constituído por jovens universitários “contra tudo isso que aí está”, mas numa conversa entre duas amigas já na meia idade, revoltadas com a falta de ética em curso no país.

Pode ser o início de algo grande — ou não. Vai depender de os cidadãos concordarem com as premissas do movimento, que é informal e sem líderes, se mobilizarem, colocarem sua indignação em prática, ou continuarem a reclamar sem fazer nada de prático.

Leiam o Post do Leitor de Ana, que inclui, no final, o texto da convocação para o ato de protesto que foi organizado em São Paulo.

No final de maio uma amiga minha postou em sua página do Facebook uma nota reproduzindo notícia segundo a qual o ex-presidenciável tucano José Serra e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) haviam, de público, minimizado a multiplicação escandalosa do patrimônio do ex-chefe da casa Civil da Presidência, Antonio Palocci.

Começamos a trocar mensagens, indignadas, e concluímos que a oposição no Brasil não existe de fato. Fraca, desarticulada… Então a oposição real, somos nós, o povo brasileiro. E, no papo, chegamos também à conclusão de que só ficar assistindo e lendo absurdos e reclamando, reclamando não nos levará a lugar nenhum. Daí propus a ela fazermos algo concreto. O quê? Sei lá, uma manifestação concreta! Um encontro… Quem sabe uma marcha? E assim nasceu a Marcha pela Ética!

Fiz a página, com um desabafo, e convidei uns 60 dos meus amigos. Os que gostam de debater política (já sabia quais eram, em função da campanha presidencial), minha amiga Cida fez o mesmo e – surpresa!! –, em 24 horas tínhamos a adesão de 1.500 pessoas…

Isto foi há uns 15 ou 20 dias e hoje somos vários milhares de membros.

Muito bom, um espaço para desabafar, debater e praticar a cidadania.

E o evento mesmo acontecerá no próximo sábado, dia 18, às 15 horas, no Parque do Povo, aqui em Sampa.

Fiz a página, lançamos a idéia e agora tem que acontecer. Já temos muitas confirmações, mas não sou do ramo, não lidero nada nem arrisco dizer quantas pessoas comparecerão. No ofício que encaminhei à Polícia Militar, solicitando segurança, informei de 200 a 1.000 pessoas pois, realmente, não temos a menor idéia.

E não temos ninguém, nada nos ajudando. Não teremos faixas, nem carro de som, nem nada. Cada um, preferencialmente de branco, levará uma cartolina. Só teremos um megafone e um pódio onde os que quiserem poderão subir e terão uns 30 segundos para manifestar sua indignação.

E fecharemos cantando o Hino Nacional.

Importante: o movimento (como a página) é apartidário, sem ONGs, sem sindicatos e sem políticos. Apenas cidadãos!

Como se trata de um encontro pacífico, pela Ética, acreditamos que poderá atrair muitos cidadãos indignados como nós.

Alguns amigos podem achar que sou maluca, mas acredito firmemente que os brasileiros devem exercitar cidadania. Precisamos parar de reclamar sozinhos para reclamar em bloco. Nada revolucionário, apenas nosso desejo de ver o país e povo serem tratados com mais seriedade, respeito e ética…

Em tempo: O Rio está definindo a data para a Marcha…lá.

E Floripa vai com a ‘marcha’ engrossar o Dia do Basta, dia 02 de julho. É, Setti, o povo tá bravo mesmo!

Agora, o texto da convocatória:

MARCHA PELA ÉTICA!!!

Nós, cidadãos do Brasil, todos os dias somos informados (especialmente pela imprensa escrita) de golpes, conchavos, corrupção, impunidade, injustiças e falta de ética de grande parcela dos políticos do nosso país!

Cansados de apenas reclamar, nos unimos e lançamos (no face) a MARCHA PELA ÉTICA!!!

Movimento pacífico, APARTIDÁRIO, sem ONGS, sem SINDICATOS, sem POLÍTICOS! Apenas CIDADÃOS! Cidadãos INDIGNADOS com fatos como Palocci, Haddad, cartilhas, ortografia, Battisti, Belo Monte, bombeiros… enfim, CIDADÃOS cansados do DESRESPEITO com nosso país, sua cultura, suas riquezas, seu povo…nós!

A Marcha pela Ética acontecerá em São Paulo no sábado, dia 18 de junho, às 15 horas no Parque do Povo, Avenida Henrique Chamma, 590, no bairro do Itaim-Bibi. Aberto a todos!

Será um encontro pacífico e seguro (o 23º Batalhão da PM estará garantindo nossa segurança). Todos preferencialmente de branco … Bandeiras, só brancas…

Vamos juntos manifestar nossa INDIGNAÇÃO. Vamos juntos exigir ÉTICA!!!

O BRASIL unido pela ÉTICA!!!

11 de jun. de 2011

AMARILDO - A GAZETA

7 de jun. de 2011

Democracia ou ditadura do PT?


02/06/2011 – Reinaldo Azevedo

O Filme - Vejam o comportamento escandaloso, patético, autoritário e
incompetente de Marta Suplicy no comando do Senado

Vocês querem ver o que faz a soma da ignorância com o autoritarismo?

Abaixo, segue o vídeo em que Marta Suplicy (PT-SP), presidindo uma
sessão do Senado, comporta-se como o feitor numa senzala.

Até Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo na Casa, apela para que a
sessão seja suspensa por alguns minutos para tentar restaurar um
mínimo de racionalidade.

Foi inútil. O desastre estava consumado (vejam post das 15h52).

Marta também faz quetão de ser chamada de “presidenta” quando está no
comando do Senado, mas ela mesma não segue o decoro — quem já perdeu o
juízo manteria o decoro, por quê? — ao se referir a seus pares: o
tratamento protocolar é “Vossa Excelência”, não “senhor”.

Frescura? Não interessa. É o código aceito ali.

Marta é uma piada. Notem que ela não tem a menor noção de como funciona a Casa.

Não fosse aquela senhora que secretaria a Mesa, não conseguiria dar
conta nem do andamento burocrático dos trabalhos.

Esta senhora deve acreditar que, para uma mulher ser respeitada na
condução do Senado, tem de se comportar com uma falta de compostura a
que homem nenhum se atreveria.

Isso não é feminismo, não! É só ignorância, autoritarismo e falta de
educação cívica.

Os paulistanos sabem que ela celebrizou esse estilo quando prefeita de
São Paulo. Ela vai tentar de novo.

5 de jun. de 2011

DA GASOLINA AO SHOPPING CENTER

Publicado por Luiz Berto em REPORTAGEM

Os incríveis negócios do senador Romero Jucá com recursos públicos – do posto de combustível de seu filho ao centro construído com dinheiro da Lei Rouanet

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O lobista Magela (abaixo, à esq.) diz que o senador Romero Jucá (no alto, à esq.) usou seu nome para comprar carros. Acima, o shopping Paço Alfândega, aberto pela família Jucá com recursos públicos obtidos por meio da Lei Rouanet

Há duas semanas, ÉPOCA acrescentou algumas linhas à extensa ficha do líder do governo – qualquer governo – no Senado, o peemedebista Romero Jucá, parlamentar pernambucano que representa Roraima e mora em Brasília. Entre as principais novidades da reportagem, constavam evidências de que o senador ganhara um apartamento de uma empreiteira, relatos de como ele recorrera a laranjas tanto para abrir empresas quanto para buscar dinheiro vivo com doleiros – e, finalmente, documentos comerciais que demonstravam o inusitado crescimento recente do patrimônio de sua família. Jucá, um espécime raro de político – que aprendeu não só a pairar acima das rivalidades ideológicas entre PT e PSDB, como a lucrar (politicamente) com elas –, não quis falar sobre o assunto.

Apesar do silêncio perante a opinião pública e seus pares, Jucá tratou de desmentir, em nota, o lobista Geraldo Magela, que concedera entrevista a ÉPOCA revelando ilegalidades cometidas ao lado do senador. Jucá mantinha havia anos amizade e negócios com Magela, relação rompida somente no fim de 2009, em razão de um calote estimado por Magela em R$ 3 milhões. Diante da reação de Jucá, o lobista Magela resolveu dar nova entrevista a ÉPOCA. Ratificou o que já dissera e contou outros episódios envolvendo sua convivência com o senador. “Estou ansioso para ser chamado pelos órgãos competentes e mostrar as provas das quais disponho”, diz Magela.

Magela contou que sua proximidade com Jucá era tamanha que, no segundo semestre de 1998, o senador lhe pediu que registrasse dois carros em nome da Pool Comunicações, empresa de Magela. Eram dois Peugeots 206, presentes para os filhos de Jucá. “Não posso aparecer”, disse Jucá, segundo o relato de Magela. Magela aquiesceu e repassou os dados da empresa aos assessores de Jucá. “Dias depois, recebi as notas fiscais na sede da minha empresa. Os carros foram comprados por Álvaro Jucá (irmão do senador) em São Paulo, à vista, e emplacados em Brasília”, afirma Magela. “Como em outros episódios, fui apenas laranja do senador. Não gastei um tostão.” Cerca de um ano e meio depois, Magela afirma ter passado procuração para que os filhos de Jucá vendessem os carros.

Nesse período, enquanto ainda tinham uma relação de absoluta confiança, Jucá teria pedido um estranho favor a Magela: queria usar o telefone e o fax de seu escritório. “Preciso mandar um fax para a Suíça, e só posso fazer isso na sua casa ou em Roraima”, disse Jucá, de acordo com Magela. O senador valeu-se do escritório de Magela em três ocasiões, sempre com o mesmo propósito. Com quem Jucá falava na Suíça? Qual foi o teor dos documentos enviados pelo fax? Jucá não quis responder a ÉPOCA. Magela prefere não fazer ilações: “Deduzi, é claro, que se tratava de um banco. Mas não perguntei, nem ele comentou, naturalmente”.

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O Jaguar no qual roda Jucá está em nome do irmão (no destaque). Em Roraima, a gasolina do senador é comprada, com dinheiro público, no posto do filho (foto maior)

Além das negociatas relatadas por Magela, a família Jucá também tocou prósperos negócios com o setor público. Nas últimas semanas, ÉPOCA investigou uma nova história desse segundo tipo de negócio. A família Jucá obteve autorização do Ministério da Cultura para revitalizar, com R$ 3,8 milhões em recursos obtidos por meio da Lei Rouanet, uma área histórica do Recife, em Pernambuco, terra dos Jucás. Uma empresa da família Jucá levantou o dinheiro com estatais e empresas amigas. Em seguida, a mesma empresa da família Jucá repassou a maior parte dos recursos a uma empreiteira cujo dono era sócio do filho do senador – e, com o que sobrou dos investimentos, a família Jucá abriu um shopping center na área.

O negócio da família Jucá começou em 2002, ainda no governo Fernando Henrique Cardoso, em que Jucá também foi líder. Em junho daquele ano, a Alfândega Empreendimentos, empresa oficialmente em nome de Álvaro Jucá, irmão do senador, apresentou o projeto ao Ministério da Cultura. Na documentação entregue à pasta, a que ÉPOCA teve acesso, a empresa prometia revitalizar prédio na área da Alfândega no Recife, construído no século XVIII para abrigar os padres da Ordem de São Felipe, do qual sobravam então apenas ruínas. Pouco antes, a família Jucá conseguira convencer os padres da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia a alugar o terreno. Os Jucás estimaram o projeto em R$ 27 milhões, mas o governo liberou a captação de somente R$ 3,8 milhões pela Lei Rouanet, que permite às empresas abater do Imposto de Renda valores doados a programas culturais.

A iniciativa resultaria num centro de cultura, lazer, gastronomia e varejo que “privilegie a divulgação da história, cultura e da gastronomia locais”, conforme a descrição enviada ao Ministério da Cultura. O tal centro resultou no shopping Paço Alfândega, inaugurado um ano depois, em 2003. Dotado de lojas sofisticadas, o Paço nasceu destinado à elite da capital pernambucana. O shopping foi construído em nome da mesma Alfândega, de Álvaro Jucá. O estacionamento do Paço, além de duas lojas de luxo, foi registrado em nome de Rodrigo Jucá, filho do senador.

Enquanto construía o shopping, a Alfândega, com a autorização do governo em mãos, buscou patrocinadores. Sete empresas se sensibilizaram: Petrobras, Banco do Brasil-DTVM, BMG, Belgo Mineira, AmBev, Souza Cruz e Siemens. Petrobras e BMG foram os maiores doadores. Boa parte das doações aconteceu após a inauguração do shopping, em 2003.

O doador que parece ter confiado mais na palavra da família Jucá foi o banco BMG, que pagou R$ 700 mil à Alfândega dois anos após o término das obras, em maio de 2005, quando Romero Jucá era ministro da Previdência. O maior negócio do BMG, como se descobriu no escândalo do mensalão, era o empréstimo consignado por meio do INSS, órgão subordinado ao Ministério da Previdência. Procuradas por ÉPOCA, algumas empresas negaram quaisquer motivações ilícitas para as doações e outras não se manifestaram.

Onde foi parar o dinheiro doado por essas empresas? A maior parte dos recursos acabou nas contas de duas construtoras: SAM e JAG Empreendimentos. A SAM recebeu R$ 1,8 milhão; a JAG, R$ 984 mil. O dono da SAM se chama Marco Ferraz Junior, é parente de Romero Jucá e sócio de seu filho Rodrigo Jucá numa empresa que administrava a garagem do shopping. E o que diz Ferraz Junior? Que quase não fez obras no shopping. “No Paço Alfândega, fiz apenas pequenos serviços”, afirma.

Quem construiu, afinal, o shopping da família Jucá? A JAG Empreendimentos. “Fomos a principal construtora do shopping”, diz Gustavo Miranda, o dono da construtora. “A SAM não tem nada a ver com essa obra.” A família Jucá não entregou qualquer nota fiscal ao Ministério da Cultura nem foi cobrada quanto a isso até que a reportagem de ÉPOCA alertasse a pasta. Em 2009, por causa das dívidas acumuladas pelo shopping, a família vendeu a maior parte de sua participação no Paço Alfândega. Mas comprometeu-se a restaurar outro prédio na região histórica do Recife: o edifício Chanteclair. Recebeu R$ 490 mil do governo, mas o prédio continua abandonado.

Enquanto o governo não cobra explicações, o senador Romero Jucá roda tranquilo por Brasília a bordo de seu Jaguar prata X-TIPE, modelo 2007. A máquina tem motor 3.0 com potência de 230 cavalos e está avaliada em R$ 100 mil. Há três multas, por excesso de velocidade, atreladas ao carro desde 2009. Elas somam pouco mais de R$ 250. Jucá não parece preocupado em pagá-las. Nem precisa. O carro está em nome da empresa A.J. Consultoria e Participações Limitada, de seu irmão Álvaro Jucá. Jucá também não se preocupa com os gastos para encher o tanque de seus carros em Roraima. Em abril, Jucá declarou ao Senado ter gastado R$ 5.521 para abastecer no Auto Posto Roma. A quem pertence o posto? Ao filho dele, Rodrigo. A família Jucá não tem misericórdia.

29 de mai. de 2011

Dilminha quer acabar com os Colégios Militares … É, fica mais fácil …

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Está na Rede

Tudo que presta, que contribui para o desenvolvimento do País, precisa ser destruído para que a mediocridade possa continuar a governar o Brasil.
Agora, é necessário acabar com os Colégios Militares. São doze e, tradicionalmente, os melhores do Ensino Médio no Brasil.

Estão reclamando porque lá se ensina a verdadeira história da Pátria.

Lá não se enaltece os gatunos dos mensalões e os destruidores do País.
Lá não se ensina a mentir como se mente no blog da hoje presidente, que falsificou até o seu curriculum vitae.
Nos Colégios Militares, ensina-se a vitória dos Guararapes, resultado da União das raças (preto-branco e índio) que derrotaram o melhor exército do mundo, na época.
Lá se ensina que foram os paraguaios que invadiram o Brasil, apossando-se de Uruguaiana, Forte Coimbra e Corumbá e não a mentira implantada e contada pelo comunista e historiador argentino Leon Pomer, que publicou que o “Brasil matou 95% da população masculina do Paraguai” e por aí vai e a versão brasileira é de Júlio José Chivenato que nos apresenta como submissos à política extrema inglesa e outros “bichos”.
Quem quiser saber a verdade que compre o livro Guia politicamente incorreto da história do Brasil de Leandro Naloch.

Neste livro vamos encontrar a versão correta do problema indígena, quando o Ministério da Educação, que deseduca, fala em genocídio contra os índios e outras safadezas criadas pela mediocridade esquerdista e ladra brasileira.

A raiva contra o IME, o ITA, as Academias Militares e os Colégios Militares é que são escolas de Excelência.

Os alunos destes estabelecimentos de Ensino são, competentes, disputados no mercado de trabalho pelas seguintes razões: São responsáveis, são preparados, são disciplinados, são cumpridores do dever, aprenderam que ser honesto é uma obrigação do cidadão, são leais aos seus superiores e sabem comandar e obedecer.
Nos Colégios Militares, há a seleção pelo mérito e não pela Lei do Gerson.

Lá se desenvolve o caráter do jovem, ensinando osvalores que dignificam o homem.

Como é necessário e urgente destruir os valores da formação moral da Nação Brasileira, é preciso que sejam os mesmos destruídos para que continuem a dominar a safadeza, a falta de caráter, o roubo, o assassinato, a mentira, a desonestidade, a canalhice, a sem-vergonhice, o domínio dos sacripantas, velhacos e outros termos ditos pelos que foram traídos agora e estão mostrando a desgraça para onde marcha o Brasil
Os Colégios Militares formam a elite pensante brasileira.

Nenhum dos mensaleiros, cuequeiros, terroristas, transportadores de dólares, malas, matadores profissionais (Santo André) etc. cursaram algum Colégio Militar.
Eles estudaram na escola do crime.

Aconselhamos os detratores que estudem e leiam Nabuco, Taunay, Calógeras, Rocha Pombo, a coleção Brasiliana, Fragoso, Lira Tavares e não procurem fugir do debate, indo para os EUA ou Europa com medo da falta total de Cultura.

20 de mai. de 2011

DEPOIMENTOS NOVELA SBT AMOR E REVOLUÇÃO CARLOS EUGÊNIO DA PAZ 21 04 2011

“Explicamos que tínhamos deliberado por sua execução e o matamos”

Carlos Eugênio da Paz, o homem da ALN que avalia fuzis “bons para execução”, concedeu uma entrevista à VEJA de julho de 1996. Reproduzo alguns trechos. Ele trata da morte como quem diz: “Está frio e hoje e sexta-feira”. Prestem especial atenção ao trecho em que ele trata do assassinato de um companheiro seu de militância, de quem, segundo disse, gostava… Imaginem o que não faria — e não fez — com inimigos…

(…)
VEJA - Além de assaltar bancos nos anos 60 e 70, as organizações terroristas de esquerda também assassinaram pessoas. Quantas pessoas o senhor matou?
CARLOS EUGÊNIO
- Calculo que o total fique perto de dez. Não dá para ter certeza porque, muitas vezes, você atirava de metralhadora para sair de um cerco policial e não podia saber se havia acertado e, menos ainda, se tinha matado. Mas sempre que matei foi para sobreviver. Naquela época, eu acordava de manhã com a metralhadora na mão, enchia os bolsos de granada, pegava uma pistola e saía para rodar pela cidade num carro roubado. Uma vez, em São Paulo, fui perseguido por uma viatura da polícia até que consegui acertar o motorista com um tiro de fuzil. O carro bateu num poste, capotou. Acabei escapando, mas não sei se alguém morreu.

VEJA - Em 1971, Márcio Leite de Toledo, que era militante da ALN, foi morto pela própria organização. Por quê?
CARLOS EUGÊNIO -
Tomamos essa decisão em duas reuniões. Em ambas, eu fui a favor da execução. No total, oito militantes foram ouvidos, e a decisão foi unânime. Por quê? Porque ele era um dirigente que sabia tudo sobre a organização, Havia estado em Cuba para treinar guerrilha, mas, ao voltar ao Brasil, dava sinais de fraqueza. Num assalto, em vez de proteger os militantes, como o combinado, fugiu correndo. Estava fraco, querendo deixar a luta. Concordamos que saísse da organização. Mas exigimos que deixasse o Brasil — poderíamos até mandá-lo ao exterior — por um período de pelo menos seis meses. Ele discordava. Queria sair da ALN e ficar no país. Ora, naquela circunstância, com a polícia cada vez mais peno, ele seria preso e levaria outros quinze militantes com ele. Marcamos um ponto com ele, fomos lá, explicamos que tínhamos deliberado por sua execução e o matamos.

VEJA - Quatro pessoas participaram desse assassinato. Duas ficaram de vigília e duas atiraram. O que você fez?
CARLOS EUGÊNIO -
Eu atirei.

VEJA - O que acontece quando você pensa nessa morte hoje?
CARLOS EUGÊNIO -
É difícil. Eu tinha até simpatia pelo Mauro, mas não vou fingir arrependimento. Tenho certeza de que, se não o matássemos, pelo menos quinze militantes acabariam morrendo, e minha culpa seria maior. A lógica em que vivíamos na época era a lógica da violência, da guerra, e não existe guerra limpa. Nós vivíamos uma situação que só poderia levar a isso. Se você aceita empregar métodos violentos, tem de aceitar a sujeira que vai produzir. É o que sempre acontece. Você começa atirando contra o inimigo, depois acerta o antigo companheiro e assim por diante.
(…)
VEJA - E quem fez [a luta armada]?
CARLOS EUGÊNIO -
Fomos nós, garotos, gente com 18 anos na época, ou menos do que isso. Eu tinha 17 anos quan­do participei de minha primeira ação. Assaltamos um cinema no Rio de Janeiro. Demos treze tiros no guarda que tomava conta da bilheteria. Ele não morreu porque nenhum de nós sabia atirar. Ficou com bala no braço, na perna, no ombro, mas sobreviveu,

Encerro
É isso aí, leitor! Como vocês viram, Carlos Eugênio admite que todos, também os terroristas, estavam numa guerra suja. Vocês perceberam que ele tenta desmoralizar uma de suas vítimas, que era seu “companheiro”. Muito humanas, as organizações extremistas de esquerda explicavam para os “condenados” por que eles seriam executados. Moralmente, isso consegue ser pior do que a ação dos torturadores. Ao “explicar”, é como se tentassem obter a anuência do futuro cadáver.

Carlos Eugênio, insisto, é um “anistiado” pela Comissão de Anistia. As famílias de suas vítimas jamais receberam um tostão do estado. Se entrassem com um pedido junto à comissão, é muito provável que fosse indeferido.

Aliás, por que não nomeiam este senhor para a tal “Comissão da Verdade”? Como a gente nota, sinceridade não lhe falta. Ele diz, com todas as letras, que há “fuzis bons para execução”. Um dos grandes militantes da causa da “Comissão da Verdade” e da revisão da Lei da Anistia é Paulo Vannuchi, ex-ministro dos Direitos Humanos e hoje assessor especial de Lula — cuida da criação do tal instituto. Atenção com o parágrafo que encerra este post.

Vannuchi era da ALN — isto é, era um comandado de Carlos Eugênio. Digam-me: Vannuchi não estava mesmo no lugar certo, a pasta que cuida dos Direitos Humanos?

Por Reinaldo Azevedo

Livros pra inguinorantes, por Carlos Eduardo Novaes

Jornal do Brasil

Carlos Eduardo Novaes

Confeço qui to morrendo de enveja da fessora Heloisa Ramos que escrevinhou um livro cheio de erros de Português e vendeu 485 mil ezemplares para o Minestério da Educassão. Eu dou um duro danado para não tropesssar na Gramática e nunca tive nenhum dos meus 42 livros comprados pelo Pograma Naçional do Livro Didáctico. Vai ver que é por isso: escrevo para quem sabe Portugues!

A fessora se ex-plica dizendo que previlegiou a linguagem horal sobre a escrevida. Só qui no meu modexto entender a linguajem horal é para sair pela boca e não para ser botada no papel. A palavra impreça deve obedecer o que manda a Gramática. Ou então a nossa língua vai virar um vale-tudo sem normas nem regras e agente nem precisamos ir a escola para aprender Português.
A fessora dice também que escreveu desse jeito para subestituir a nossão de “certo e errado” pela de “adequado e inadequado”. Vai ver que quis livrar a cara do Lula que agora vive dando palestas e fala muita coisa inadequada. Só que a Gramatica eziste para encinar agente como falar e escrever corretamente no idioma portugues. A Gramática é uma espéce de Constituissão do edioma pátrio e para ela não existe essa coisa de adequado e inadequado. Ou você segue direitinho a Constituição ou você está fora da lei - como se diz? - magna.
Diante do pobrema um acessor do Minestério declarou que “o ministro Fernando Adade não faz análise dos livros didáticos”. E quem pediu a ele pra fazer? Ele é um homem muito ocupado, mas deve ter alguém que fassa por ele e esse alguém com certesa só conhece a linguajem horal. O asceçor afirmou ainda que o Minestério não é dono da Verdade e o ministro seria um tirano se disseçe o que está certo e o que está errado. Que arjumento absurdo! Ele não tem que dizer nada. Tem é que ficar caladinho por causa que quem dis o que está certo é a Gramática. Até segunda ordem a Gramática é que é a dona da verdade e o Minestério que é da Educassão deve ser o primeiro a respeitar.

17 de mai. de 2011

Apologia ao Homossexualismo (Absurdo)

Aqui estão três filmes didáticos e esclarecedores, preparados pelo Ministério da Educação, para crianças do primeiro grau. Serão distribuídos em breve para todas as escolas do Brasil.

Colaborando com o patriótico esforço do governo, além de divulgar os vídeos, pede encarecidamente que cada leitor participe da campanha, mostrando os filmes para os seus filhos e netos, e pra todas as crianças de suas famílias em idade escolar.