11 de ago. de 2011
30 de jul. de 2011
Leopard reforça importância de Santa Maria, RS
General de divisão Eduardo Wizniewsky, subcomandante logístico do Comando do Exército, garante que a infraestrutura do 1º Regimento de Carros de Combate, em Santa Maria, é melhor que as da Alemanha
Santa Maria confirmou esta semana o título de Capital Nacional dos Blindados, com a realização do encontro de cúpula do Exército na cidade. O Município tem 217 carros de combate em operação, incluindo modelos Leopard 1 A1, Leopard 1 A5, M-113, M-108, Cascavel e Urutu, e deverá receber mais 68 pelo Programa Leopard. Também há 77 unidades no Parque de Manutenção, onde ficam os veículos vindos da Alemanha com destino aos regimentos pertencentes ao programa. Aqui também funciona o primeiro Centro de Instrução de Blindados do País e, ao lado de Santiago, capital do Chile, um dos únicos preparados para uso do Leopard. Em razão disso, Santa Maria sediou, a reunião sistêmica integrada do Programa Leopard, que geralmente ocorre em Brasília. Com a presença da elite do Exército, entre eles o general de divisão Eduardo Wizniewsky, subcomandante logístico do Comando do Exército, responsável pelo relacionamento com Programa Leopard. Ele concedeu entrevista exclusiva ao Jornal A Razão.
O general Eduardo veio fechar detalhes para a segunda etapa do Programa Leopard, chamada de Suporte Logístico Integrado. A primeira consistiu no treinamento dos militares e na aquisição dos 220 carros de combate do modelo Leopard 1 A5 e dos demais equipamentos pela fabricante alemã Krauss-Maffei Wegmann, a KMW (veja mais detalhes no quadro). A fase a seguir, cujo orçamento está sob avaliação do Ministério do Exército e poderá sofrer modificações, contempla a manutenção dos veículos e a realização de obras, conforme os padrões exigidos, nos quartéis onde há treinamento para o uso de blindados Leopard – 1º Regimento de Carros de Combate, em Santa Maria, 4º Regimento de Carros de Combate, além de quartéis nas cidades paranaenses de Ponta Grossa e Rio Negro. Entre as obras, seriam prioritários os términos da infraestrutura na unidades de Santa Maria e Rosário do Sul. Neste último regimento também está prevista a construção de estande de tiro. “As instalações que temos no 1º RCC são melhores das que temos na Alemanha”, comparou o general Eduardo.
Em relação à segunda etapa do Programa Leopard, o general explica que o contrato prevê com a indústria alemã prevê, além dos equipamentos, o funcionamento pleno e a manutenção. Assim, de acordo com o general subcomandante logístico, a escolha da KMW deveu-se à manutenção oferecida aos simuladores digitais, que reproduzem a paisagem brasileira e não a européia, como disponibilizado por outros fabricantes. Aliada a essa questão, a vinda da empresa para Santa Maria permitirá que o suporte logístico possa ser feito no Brasil, reduzindo custos e tempo.
25 de jul. de 2011
12 de jul. de 2011
6 de jul. de 2011
Hackers, parabéns
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Ponte sobre o Rio Guaíba custará cinco vezes mais que maior ponte do mundo sobre o mar, na China
Camisa de força – Queiram ou não os políticos, o Brasil é o paraíso da corrupção e das obras superfaturadas. Como se não bastassem os aditivos contratuais que vilipendiam o bolso do contribuinte e colocam sob suspeita nove em cada dez obras públicas, no Brasil os custos pagos pelo Estado para conceber qualquer edificação são criminosamente absurdos.
Como se sabe, a única porta de entrada e saída de Porto Alegre é a ponte sobre o Rio Guaíba. Dota de uma parte móvel, que é alçada por cabos para permitir a passagem de navios, a ponte, que integra a BR-290, vez por outra tem problemas técnicos no sistema elevatório. Há muito desgastado e merecedor de manutenção quase inócua, o equipamento muitas vezes trava, provocando intermináveis congestionamentos na bela capital gaúcha.
Durante a corrida presidencial de 2010, a então candidata do PT, Dilma Vana Rousseff, prometeu na terra de chimangos e maragatos a construção de uma nova ponte, como forma de evitar transtornos, os quais podem, em caso de pane do equipamento elevatório, causar um congestionamento de navios.
Há dias, do outro lado do mundo, lá na terra da Grande Muralha, os chineses inauguraram uma ponte de 42 km sobre a Baía de Jiazhou, ligando a cidade litorânea de Qingdao ao subúrbio de Huangdao. A tal ponte, cuja inauguração fará parte das comemorações do 90º aniversário do Partido Comunista Chinês, é a maior do mundo sobre águas marítimas. A majestosa obra demorou quatro anos para ser concluída e custou aos cofres chineses US$ 2,3 bilhões, o que equivale aproximadamente a R$ 3,59 bilhões.
A nova ponte sobre o Rio Guaíba, de 2,9 km, tem orçamento inicial de R$ 1,16 bilhão e demorará quatro anos para ser finalizada. Comparando os números das duas obras é possível perceber que a ponte chinesa, que exigiu maiores investimentos por conta da adversidade da obra, custou R$ 85,4 milhões por quilômetro, enquanto a sobre o Rio Guaíba custará R$ 400 milhões por quilômetro, ou seja, quase cinco vezes mais.
Em termos de tempo as duas obras se equivalem, mas consideradas as extensões das duas pontes, a versão brasileira demorará quinze vezes mais para ser concluída. Em ritmo chinês, a ponte sobre o Rio Guaíba demoraria 102 dias para ser erguida, sendo que o custo da obra seria de R$ 247,6 milhões, não R$ 1,16 bilhão como previsto. A obra está sob a responsabilidade do Ministério dos Transportes, cuja cúpula, acusada de corrupção, foi demitida pelo ministro Alfredo Nascimento (PR-AM) a mando da presidente Dilma Rousseff.
Nada ortodoxo em termos de probidade, tal cenário pode ser o ingrediente faltante para Dilma Rousseff decidir pela demissão de Alfredo Nascimento, que alegou desconhecer a cobrança de 4% de pedágio em todas as obras da sua pasta.
Fonte:
http://ucho.info/ponte-sobre-o-rio-guaiba-custara-cinco-vezes-mais-que-maior-ponte-do-mundo-sobre-o-mar-na-china1 de jul. de 2011
As incríveis imagens do tsunami de dentro de um carro. É a força da natureza em ação
É incrível a força da natureza.
Uma emissora de televisão japonesa conseguiu um vídeo e divulgou as imagens com exclusividade.
O vídeo mostra a chegada do tsunami vista no interior de um carro.
As imagens são incríveis e mostram até o terremoto que antecede a onda gigante.
23 de jun. de 2011
POLÍTICOS SÃO COMO FEIJÃO COLOCADO DE MOLHO: SÓ OS PODRES SOBEM...
A triste realidade é que, com a banalização da corrupção, o povo brasileiro acabou acomodado diante da roubalheira dos políticos, chegando inclusive a achar que essa é uma situação normal. Essa reação é plenamente explicável, pois pode ser percebida em diversas outras circunstâncias, tais como: 1) O médico, que tanto ver sangue, acaba achando normal o ambiente de uma sala de cirurgia; 2) O coveiro, que de tanto enterrar defunto, perde a sensibilidade diante da morte; 3) O ladrão, que tanto ser preso pela polícia, acaba achando que cadeia é algo análogo a colônia de férias; 4) A prostituta, que de tanto fazer sexo por dinheiro, acaba achando que está desempenhando um trabalho absolutamente normal. Entendeu o espírito da coisa? É exatamente isso que acontece com o povo brasileiro em relação aos políticos, tornando-se resiliente diante das safadezas praticadas por seus parlamentares, pois vendo eles ganharem rios de dinheiro, em falcatruas mil, e normalmente saírem livres dos processos que eventualmente enfrentam, além de passar a acreditar na premissa de que "o crime compensa", tornou-se acidamente crítico com qualquer parlamentar que tente ser diferente da maioria, no mais das vezes classificando-os de "abestados". Afinal, a partir da valorização da máxima petista de que os fins justificam os meios, aquele que não enriquece com a atividade política, e não entre nos "esquemões", geralmente tem vida parlamentar curta, o que, infelizmente, consagra o princípio de que políticos são como feijões colocados de molho na água: só os podres sobem...
21 de jun. de 2011
Comissão da “Minha Verdade” ou da “Meia” Verdade
Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS, 12 de junho de 2011.
“O Brasil deve ser pensado daqui para a frente. A anistia apagou as marcas dos dois lados. Se houver punição terão de ser revistas também as ações da esquerda, a exemplo do atentado a bomba no Aeroporto de Guararapes (Recife), em 1966”.
(General Leônidas Pires Gonçalves)
O polêmico Projeto de Lei 737/10, elaborado no governo Lula, trata da criação da Comissão da Verdade. A Comissão tem como objetivo esclarecer casos de violação de direitos humanos ocorridos no período revolucionário por parte do Estado. A abertura dos arquivos secretos do período militar mostraria quem foram os facínoras cruéis que mataram, estupraram, mutilaram, roubaram, delataram seus “companheiros”, e levaram a intranquilidade aos cidadãos de bem.
- “Governo tem posição única a favor da Comissão da Verdade”
“Infelizmente, não há como apagar as marcas da humilhação sofridas pelas pessoas que lutaram pela democracia antes de nós, mas se conseguirmos, ao menos, saber o que houve e como ocorreu, já teremos o que dizer, por exemplo, para as futuras gerações, para nossos filhos e para os familiares dos mortos e desaparecidos”. (Maria do Rosário)
Ao defender a pretensa “Comissão da ‘IN’Verdade” a senhora Maria do Rosário inicia sua defesa mentindo “fragorosamente” ao afirmar que os terroristas “lutaram pela democracia”. A dona Maria sabe muito bem que a luta armada não defendia democracia, mas isso não lhe interessa. Felizmente alguns guerrilheiros de outrora, fiéis aos princípios que defenderam, não tentam acobertar a verdade.
Daniel Aarão Reis Filho, ex-guerrilheiro do Movimento Revolucionário 8 de outubro (MR-8), professor titular de História Contemporânea da UFF, foi um dos quarenta presos banidos para a Argélia, em troca do embaixador da Alemanha, por exigência das organizações terroristas que praticaram o sequestro.
“As ações armadas da esquerda brasileira não devem ser mitificadas. Nem para um lado nem para o outro. Eu não compartilho da lenda de que no final dos anos 60 e no início dos 70 (inclusive eu) fomos o braço armado de uma resistência democrática. Acho isso um mito surgido durante a campanha da anistia. Ao longo do processo de radicalização iniciado em 1961, o projeto das organizações de esquerda que defendiam a luta armada era revolucionário, ofensivo e ditatorial. Pretendia-se implantar uma ditadura revolucionária. Não existe um só documento dessas organizações em que elas se apresentassem como instrumento da resistência democrática”. (O Globo, 23/09/2001)
Leandro Narloch, no seu livro “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”, assevera que:
“A guerrilha provocou o endurecimento do regime militar. É muito repetida a idéia de que os grupos de esquerda decidiram partir para a luta armada porque essa era a única resposta possível à rigidez da ditadura. Na verdade, antes de os militares derrubarem o presidente João Goulart, já havia guerrilheiros planejando ações e se preparando para elas”.
A História irá julgar os passos dessa circense “Comissão da Minha Verdade”, montada com a finalidade de julgar apenas um dos lados. A Comissão tem o intuito de julgar apenas aqueles que por obrigação constitucional tinham e deviam lutar contra a implantação de uma ditadura no nosso país. A dona Maria deixa isso claro quando afirma em entrevista, publicada na edição nº 52 de maio de 2011, ao jornal Tribuna do Advogado, órgão de divulgação da OAB/RJ:
“Não há dois lados. Trata-se de apenas um lado: o lado do Estado, que, por meio das Forças Armadas, torturou e matou trabalhadores e trabalhadoras, estudantes, camponeses e sindicalistas. É por isso que as gerações atuais e futuras precisam saber que tivemos 21 anos de repressão política em nosso país e que a tortura marcou a vida de milhares de oposicionistas ao regime que lutaram para que hoje nós possamos viver em uma democracia”. (Maria do Rosário)
Dona Maria não menciona, intencionalmente, os crimes cometidos pelos seus sequazes. Acho que nossos corações e mentes devem se voltar para o futuro. A camarilha encastelada no poder precisa, em nome do Brasil, abandonar essa postura nitidamente revanchista que procura, a todo custo, reescrever a história. Será que serão ouvidos os familiares das mais de uma centena de vítimas dos celerados terroristas? Certamente, não, isso não interessa à “Comissão da Minha Verdade”.
– Vítimas dos Terroristas
12/11/64 – Paulo (Vigia – Rj)
27/03/65 – Carlos Argemiro (Sargento do Exército – Pr)
25/07/66 – Edson Régis De (Jornalista – Pe)
25/07/66 – Nelson Gomes (Almirante – Pe)
28/09/66 – Raimundo De Carvalho (Cabo Pm – Go)
24/11/67 – José Gonçalves Conceição (Fazendeiro – Sp)
07/11/68 – Estanislau Ignácio (Civil – Sp)
15/12/67 – Osíris Motta (Bancário – Sp)
10/01/68 – Agostinho F. Lima – (Marinha Mercante – Am)
31/05/68 – Ailton De (Guarda Penitenciário – Rj)
26/06/68 – Mário Kozel (Soldado Do Exército – Sp)
27/06/68 – Nelson (Sargento PM – Rj)
27/06/68 – Noel De Oliveira (Civil – Rj)
01/07/68 – Von Westernhagen (Major Ex. Alemão – Rj)
07/09/68 – Eduardo Custódio (Soldado PM – Sp)
20/09/68 – Antônio Carlos (Soldado PM – Sp)
12/10/68 – Charles Rodney (Capitão do Ex. Usa – Sp)
12/10/68 – Luiz Carlos (Civil – Rj)
25/10/68 – Wenceslau Ramalho (Civil – Rj)
07/01/69 – Alzira B. De Almeida – (Dona de Casa – Rj)
11/01/69 – Edmundo Janot (Lavrador – Rj)
29/01/69 – Cecildes M. de Faria (Inspetor de Pol. – Mg)
29/01/69 – José Antunes Ferreira (Guarda Civil – Mg)
14/04/69 – Francisco Bento (Motorista – Sp)
14/04/69 – Luiz Francisco (Guarda Bancário – Sp)
08/05/69 – José (Investigador De Polícia – Sp)
09/05/69 – Orlando Pinto (Guarda Civil – Sp)
27/05/69 – Naul José (Soldado Pm – Sp)
04/06/69 – Boaventura Rodrigues (Soldado PM – Sp)
22/06/69 – Guido – Natalino A. T. (Soldados PM – Sp)
11/07/69 – Cidelino Palmeiras (Motorista de Táxi – Rj)
24/07/69 – Aparecido dos Santos (Soldado PM – Sp)
20/08/69 – José Santa (Gerente De Banco – Rj)
25/08/69 – Sulamita Campos (Dona De Casa – Pa)
31/08/69 – Mauro Celso (Soldado PM – Ma)
03/09/69 – José Getúlio – João G. (Soldados da PM)
20/09/69 – Samuel (Cobrador de Ônibus – Sp)
22/09/69 – Kurt (Comerciante – Sp)
30/09/69 – Cláudio Ernesto (Agente da PF – Sp)
04/10/69 – Euclídes de Paiva (Guarda Particular – Rj)
06/10/69 – Abelardo Rosa (Soldado PM – Sp)
07/10/69 – Romildo (Soldado PM – Sp)
31/10/69 – Nilson José de Azevedo (Civil – Pe)
04/11/69 – Estela Borges (Investigadora do Dops – Sp)
04/11/69 – Friederich Adolf (Protético – Sp)
07/11/69 – Mauro Celso (Soldado PM – Ma)
14/11/69 – Orlando (Bancário – Sp)
17/11/69 – Joel (Sub-Tenente PM – Rj)
17/12/69 – Joel (Sargento – PM – Rj)
18/12/69 – Elias (Soldado do Exército – Rj)
17/01/70 – José Geraldo Alves Cursino (Sgt PM – Sp)
20/02/70 – Antônio A. Posso Nogueró (Sgt PM – Sp)
11/03/70 – Newton de Oliveira Nascimento
31/03/70 – Joaquim (Investigador de Polícia – Pe)
02/05/70 – João Batista (Guarda de Segurança – Sp)
10/05/70 – Alberto Mendes (1º Tenente PM – Sp)
11/06/70 – Irlando de Moura (Agente da PF – Rj)
15/07/70 – Isidoro (Guarda de Segurança – Sp)
12/08/70 – Benedito (Capitão do Exército – Sp)
19/08/70 – Vagner L. Vitorino (Guarda de Seg. – Rj)
29/08/70 – José Armando (Comerciante – Ce)
14/09/70 – Bertolino Ferreira (Guarda de Seg. – Sp)
21/09/70 – Célio (Soldado PM – Sp)
22/09/70 – Autair (Guarda de Segurança – Rj)
27/10/70 – Walder X. (Sargento da Aeronáutica – Ba)
10/11/70 – José Marques (Civil – Sp)
10/11/70 – Garibaldo (Soldado PM – Sp)
10/12/70 – Hélio de Carvalho (Agente da PF – Rj)
07/01/71 – Marcelo Costa Tavares (Estudante – MG)
12/02/71 – Américo (Soldado PM – Sp)
20/02/71 – Fernando (Comerciário – Rj )
08/03/71 – Djalma Pelucci (Soldado PM – Rj)
24/03/71 – Mateus Levino (Tenente da Fab – Pe)
04/04/71 – José Júlio Toja (Major do Exército – Rj)
07/04/71 – Maria Alice (Empregada Doméstica – Rj)
15/04/71 – Henning Albert (Industrial – Sp)
10/05/71 – Manoel Silva (Soldado PM – Sp)
14/05/71 – Adilson (Artesão – Rj)
09/06/71 – Antônio Lisboa Ceres (Civil – Rj)
01/07/71 – Jaime Pereira (Civil – Rj)
02/09/71 – Gentil Procópio (Motorista de Praça – Pe)
02/09/71 – Gaudêncio – Demerval (Guardas Seg. – Rj)
–/10/71 – Alberto Da Silva (Civil – Rj)
22/10/71 – José (Sub-Oficial da Marinha – Rj)
01/11/71 – Nelson Martinez (Cabo PM – Sp)
10/11/71 – João (Cabo PM – Sp)
22/11/71 – José Amaral (Guarda De Segurança – Rj)
27/11/71 – Eduardo Timóteo (Soldado PM – Rj)
13/12/71 – Hélio F. (G.Seg. – Rj) – Manoel da Silva (Com.) – Francisco B. (Mot.)
18/01/72 – Tomaz P. de Almeida (Sargento PM – Sp)
20/01/72 – Sylas Bispo Feche (Cabo PM – Sp)
25/01/72 – Elzo Ito (Estudante – Sp)
01/02/72 – Iris (Civil – Rio De Janeiro)
05/02/72 – David A. (Marinheiro Inglês – Rj)
15/02/72 – Luzimar Machado De (Soldado PM – Go)
27/02/72 – Napoleão Felipe Bertolane (Civil – Sp)
06/03/72 – Walter César (Comerciante – Sp)
12/03/72 – Manoel (Guarda de Segurança – Sp)
12/03/72 – Aníbal F. de A. (Coronel Exército – Sp)
12/03/73 – Pedro (Capataz da Fazenda Capingo)
08/05/72 – Odilon Cruz (Cabo do Exército – Pa)
02/06/72 – (Sargento PM – Sp)
29/06/72 – João (Mateiro da Região do Araguaia – Pa)
Set/72 – Osmar (Posseiro – Pa)
09/09/72 – Mário Domingos (Detetive Polícia Civil – Rj)
23/09/72 – Mário Abraim Da (2º Sgt do Exército – Pa)
27/09/72 – Sílvio Nunes (Bancário – Rj)
01/10/72 – Luiz Honório (Civil – Rj)
06/10/72 – Severino F. – José I. (Civis – Pe)
21/02/73 – Manoel Henrique (Comerciante – Sp)
22/02/73 – Pedro Américo Mota (Civil – Rio De Janeiro)
25/02/73 – Octávio Gonçalves Moreira (Del. de Pol – Sp)
…/06/73 – Francisco Valdir (Soldado do Exército – Pa)
10/04/74 – Geraldo José (Soldado PM – Sp)
18 de jun. de 2011
16 de jun. de 2011
“Marcha pela Ética”
A esperança é a última que morre...
Qualquer semelhança com algo que já aconteceu no passado é mera coincidência.
Amigos, dependendo de como as coisas acontecerem, pode estar começando, com os fatos que a leitora e amiga do blog Ana relata abaixo, um embrião de movimento dos “indignados” no Brasil – só que, diferentemente do que está ocorrendo na Europa, o estopim não foi constituído por jovens universitários “contra tudo isso que aí está”, mas numa conversa entre duas amigas já na meia idade, revoltadas com a falta de ética em curso no país.
Pode ser o início de algo grande — ou não. Vai depender de os cidadãos concordarem com as premissas do movimento, que é informal e sem líderes, se mobilizarem, colocarem sua indignação em prática, ou continuarem a reclamar sem fazer nada de prático.
Leiam o Post do Leitor de Ana, que inclui, no final, o texto da convocação para o ato de protesto que foi organizado em São Paulo.
No final de maio uma amiga minha postou em sua página do Facebook uma nota reproduzindo notícia segundo a qual o ex-presidenciável tucano José Serra e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) haviam, de público, minimizado a multiplicação escandalosa do patrimônio do ex-chefe da casa Civil da Presidência, Antonio Palocci.
Começamos a trocar mensagens, indignadas, e concluímos que a oposição no Brasil não existe de fato. Fraca, desarticulada… Então a oposição real, somos nós, o povo brasileiro. E, no papo, chegamos também à conclusão de que só ficar assistindo e lendo absurdos e reclamando, reclamando não nos levará a lugar nenhum. Daí propus a ela fazermos algo concreto. O quê? Sei lá, uma manifestação concreta! Um encontro… Quem sabe uma marcha? E assim nasceu a Marcha pela Ética!
Fiz a página, com um desabafo, e convidei uns 60 dos meus amigos. Os que gostam de debater política (já sabia quais eram, em função da campanha presidencial), minha amiga Cida fez o mesmo e – surpresa!! –, em 24 horas tínhamos a adesão de 1.500 pessoas…
Isto foi há uns 15 ou 20 dias e hoje somos vários milhares de membros.
Muito bom, um espaço para desabafar, debater e praticar a cidadania.
E o evento mesmo acontecerá no próximo sábado, dia 18, às 15 horas, no Parque do Povo, aqui em Sampa.
Fiz a página, lançamos a idéia e agora tem que acontecer. Já temos muitas confirmações, mas não sou do ramo, não lidero nada nem arrisco dizer quantas pessoas comparecerão. No ofício que encaminhei à Polícia Militar, solicitando segurança, informei de 200 a 1.000 pessoas pois, realmente, não temos a menor idéia.
E não temos ninguém, nada nos ajudando. Não teremos faixas, nem carro de som, nem nada. Cada um, preferencialmente de branco, levará uma cartolina. Só teremos um megafone e um pódio onde os que quiserem poderão subir e terão uns 30 segundos para manifestar sua indignação.
E fecharemos cantando o Hino Nacional.
Importante: o movimento (como a página) é apartidário, sem ONGs, sem sindicatos e sem políticos. Apenas cidadãos!
Como se trata de um encontro pacífico, pela Ética, acreditamos que poderá atrair muitos cidadãos indignados como nós.
Alguns amigos podem achar que sou maluca, mas acredito firmemente que os brasileiros devem exercitar cidadania. Precisamos parar de reclamar sozinhos para reclamar em bloco. Nada revolucionário, apenas nosso desejo de ver o país e povo serem tratados com mais seriedade, respeito e ética…
Em tempo: O Rio está definindo a data para a Marcha…lá.
E Floripa vai com a ‘marcha’ engrossar o Dia do Basta, dia 02 de julho. É, Setti, o povo tá bravo mesmo!
Agora, o texto da convocatória:
MARCHA PELA ÉTICA!!!
Nós, cidadãos do Brasil, todos os dias somos informados (especialmente pela imprensa escrita) de golpes, conchavos, corrupção, impunidade, injustiças e falta de ética de grande parcela dos políticos do nosso país!
Cansados de apenas reclamar, nos unimos e lançamos (no face) a MARCHA PELA ÉTICA!!!
Movimento pacífico, APARTIDÁRIO, sem ONGS, sem SINDICATOS, sem POLÍTICOS! Apenas CIDADÃOS! Cidadãos INDIGNADOS com fatos como Palocci, Haddad, cartilhas, ortografia, Battisti, Belo Monte, bombeiros… enfim, CIDADÃOS cansados do DESRESPEITO com nosso país, sua cultura, suas riquezas, seu povo…nós!
A Marcha pela Ética acontecerá em São Paulo no sábado, dia 18 de junho, às 15 horas no Parque do Povo, Avenida Henrique Chamma, 590, no bairro do Itaim-Bibi. Aberto a todos!
Será um encontro pacífico e seguro (o 23º Batalhão da PM estará garantindo nossa segurança). Todos preferencialmente de branco … Bandeiras, só brancas…
Vamos juntos manifestar nossa INDIGNAÇÃO. Vamos juntos exigir ÉTICA!!!
O BRASIL unido pela ÉTICA!!!
11 de jun. de 2011
7 de jun. de 2011
Democracia ou ditadura do PT?
02/06/2011 – Reinaldo Azevedo
incompetente de Marta Suplicy no comando do Senado
Vocês querem ver o que faz a soma da ignorância com o autoritarismo?
Abaixo, segue o vídeo em que Marta Suplicy (PT-SP), presidindo uma
sessão do Senado, comporta-se como o feitor numa senzala.
Até Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo na Casa, apela para que a
sessão seja suspensa por alguns minutos para tentar restaurar um
mínimo de racionalidade.
Foi inútil. O desastre estava consumado (vejam post das 15h52).
Marta também faz quetão de ser chamada de “presidenta” quando está no
comando do Senado, mas ela mesma não segue o decoro — quem já perdeu o
juízo manteria o decoro, por quê? — ao se referir a seus pares: o
tratamento protocolar é “Vossa Excelência”, não “senhor”.
Frescura? Não interessa. É o código aceito ali.
Marta é uma piada. Notem que ela não tem a menor noção de como funciona a Casa.
Não fosse aquela senhora que secretaria a Mesa, não conseguiria dar
conta nem do andamento burocrático dos trabalhos.
Esta senhora deve acreditar que, para uma mulher ser respeitada na
condução do Senado, tem de se comportar com uma falta de compostura a
que homem nenhum se atreveria.
Isso não é feminismo, não! É só ignorância, autoritarismo e falta de
educação cívica.
Os paulistanos sabem que ela celebrizou esse estilo quando prefeita de
São Paulo. Ela vai tentar de novo.
5 de jun. de 2011
DA GASOLINA AO SHOPPING CENTER
Publicado por Luiz Berto em REPORTAGEM
Os incríveis negócios do senador Romero Jucá com recursos públicos – do posto de combustível de seu filho ao centro construído com dinheiro da Lei Rouanet
O lobista Magela (abaixo, à esq.) diz que o senador Romero Jucá (no alto, à esq.) usou seu nome para comprar carros. Acima, o shopping Paço Alfândega, aberto pela família Jucá com recursos públicos obtidos por meio da Lei Rouanet
Há duas semanas, ÉPOCA acrescentou algumas linhas à extensa ficha do líder do governo – qualquer governo – no Senado, o peemedebista Romero Jucá, parlamentar pernambucano que representa Roraima e mora em Brasília. Entre as principais novidades da reportagem, constavam evidências de que o senador ganhara um apartamento de uma empreiteira, relatos de como ele recorrera a laranjas tanto para abrir empresas quanto para buscar dinheiro vivo com doleiros – e, finalmente, documentos comerciais que demonstravam o inusitado crescimento recente do patrimônio de sua família. Jucá, um espécime raro de político – que aprendeu não só a pairar acima das rivalidades ideológicas entre PT e PSDB, como a lucrar (politicamente) com elas –, não quis falar sobre o assunto.
Apesar do silêncio perante a opinião pública e seus pares, Jucá tratou de desmentir, em nota, o lobista Geraldo Magela, que concedera entrevista a ÉPOCA revelando ilegalidades cometidas ao lado do senador. Jucá mantinha havia anos amizade e negócios com Magela, relação rompida somente no fim de 2009, em razão de um calote estimado por Magela em R$ 3 milhões. Diante da reação de Jucá, o lobista Magela resolveu dar nova entrevista a ÉPOCA. Ratificou o que já dissera e contou outros episódios envolvendo sua convivência com o senador. “Estou ansioso para ser chamado pelos órgãos competentes e mostrar as provas das quais disponho”, diz Magela.
Magela contou que sua proximidade com Jucá era tamanha que, no segundo semestre de 1998, o senador lhe pediu que registrasse dois carros em nome da Pool Comunicações, empresa de Magela. Eram dois Peugeots 206, presentes para os filhos de Jucá. “Não posso aparecer”, disse Jucá, segundo o relato de Magela. Magela aquiesceu e repassou os dados da empresa aos assessores de Jucá. “Dias depois, recebi as notas fiscais na sede da minha empresa. Os carros foram comprados por Álvaro Jucá (irmão do senador) em São Paulo, à vista, e emplacados em Brasília”, afirma Magela. “Como em outros episódios, fui apenas laranja do senador. Não gastei um tostão.” Cerca de um ano e meio depois, Magela afirma ter passado procuração para que os filhos de Jucá vendessem os carros.
Nesse período, enquanto ainda tinham uma relação de absoluta confiança, Jucá teria pedido um estranho favor a Magela: queria usar o telefone e o fax de seu escritório. “Preciso mandar um fax para a Suíça, e só posso fazer isso na sua casa ou em Roraima”, disse Jucá, de acordo com Magela. O senador valeu-se do escritório de Magela em três ocasiões, sempre com o mesmo propósito. Com quem Jucá falava na Suíça? Qual foi o teor dos documentos enviados pelo fax? Jucá não quis responder a ÉPOCA. Magela prefere não fazer ilações: “Deduzi, é claro, que se tratava de um banco. Mas não perguntei, nem ele comentou, naturalmente”.
O Jaguar no qual roda Jucá está em nome do irmão (no destaque). Em Roraima, a gasolina do senador é comprada, com dinheiro público, no posto do filho (foto maior)
Além das negociatas relatadas por Magela, a família Jucá também tocou prósperos negócios com o setor público. Nas últimas semanas, ÉPOCA investigou uma nova história desse segundo tipo de negócio. A família Jucá obteve autorização do Ministério da Cultura para revitalizar, com R$ 3,8 milhões em recursos obtidos por meio da Lei Rouanet, uma área histórica do Recife, em Pernambuco, terra dos Jucás. Uma empresa da família Jucá levantou o dinheiro com estatais e empresas amigas. Em seguida, a mesma empresa da família Jucá repassou a maior parte dos recursos a uma empreiteira cujo dono era sócio do filho do senador – e, com o que sobrou dos investimentos, a família Jucá abriu um shopping center na área.
O negócio da família Jucá começou em 2002, ainda no governo Fernando Henrique Cardoso, em que Jucá também foi líder. Em junho daquele ano, a Alfândega Empreendimentos, empresa oficialmente em nome de Álvaro Jucá, irmão do senador, apresentou o projeto ao Ministério da Cultura. Na documentação entregue à pasta, a que ÉPOCA teve acesso, a empresa prometia revitalizar prédio na área da Alfândega no Recife, construído no século XVIII para abrigar os padres da Ordem de São Felipe, do qual sobravam então apenas ruínas. Pouco antes, a família Jucá conseguira convencer os padres da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia a alugar o terreno. Os Jucás estimaram o projeto em R$ 27 milhões, mas o governo liberou a captação de somente R$ 3,8 milhões pela Lei Rouanet, que permite às empresas abater do Imposto de Renda valores doados a programas culturais.
A iniciativa resultaria num centro de cultura, lazer, gastronomia e varejo que “privilegie a divulgação da história, cultura e da gastronomia locais”, conforme a descrição enviada ao Ministério da Cultura. O tal centro resultou no shopping Paço Alfândega, inaugurado um ano depois, em 2003. Dotado de lojas sofisticadas, o Paço nasceu destinado à elite da capital pernambucana. O shopping foi construído em nome da mesma Alfândega, de Álvaro Jucá. O estacionamento do Paço, além de duas lojas de luxo, foi registrado em nome de Rodrigo Jucá, filho do senador.
Enquanto construía o shopping, a Alfândega, com a autorização do governo em mãos, buscou patrocinadores. Sete empresas se sensibilizaram: Petrobras, Banco do Brasil-DTVM, BMG, Belgo Mineira, AmBev, Souza Cruz e Siemens. Petrobras e BMG foram os maiores doadores. Boa parte das doações aconteceu após a inauguração do shopping, em 2003.
O doador que parece ter confiado mais na palavra da família Jucá foi o banco BMG, que pagou R$ 700 mil à Alfândega dois anos após o término das obras, em maio de 2005, quando Romero Jucá era ministro da Previdência. O maior negócio do BMG, como se descobriu no escândalo do mensalão, era o empréstimo consignado por meio do INSS, órgão subordinado ao Ministério da Previdência. Procuradas por ÉPOCA, algumas empresas negaram quaisquer motivações ilícitas para as doações e outras não se manifestaram.
Onde foi parar o dinheiro doado por essas empresas? A maior parte dos recursos acabou nas contas de duas construtoras: SAM e JAG Empreendimentos. A SAM recebeu R$ 1,8 milhão; a JAG, R$ 984 mil. O dono da SAM se chama Marco Ferraz Junior, é parente de Romero Jucá e sócio de seu filho Rodrigo Jucá numa empresa que administrava a garagem do shopping. E o que diz Ferraz Junior? Que quase não fez obras no shopping. “No Paço Alfândega, fiz apenas pequenos serviços”, afirma.
Quem construiu, afinal, o shopping da família Jucá? A JAG Empreendimentos. “Fomos a principal construtora do shopping”, diz Gustavo Miranda, o dono da construtora. “A SAM não tem nada a ver com essa obra.” A família Jucá não entregou qualquer nota fiscal ao Ministério da Cultura nem foi cobrada quanto a isso até que a reportagem de ÉPOCA alertasse a pasta. Em 2009, por causa das dívidas acumuladas pelo shopping, a família vendeu a maior parte de sua participação no Paço Alfândega. Mas comprometeu-se a restaurar outro prédio na região histórica do Recife: o edifício Chanteclair. Recebeu R$ 490 mil do governo, mas o prédio continua abandonado.
Enquanto o governo não cobra explicações, o senador Romero Jucá roda tranquilo por Brasília a bordo de seu Jaguar prata X-TIPE, modelo 2007. A máquina tem motor 3.0 com potência de 230 cavalos e está avaliada em R$ 100 mil. Há três multas, por excesso de velocidade, atreladas ao carro desde 2009. Elas somam pouco mais de R$ 250. Jucá não parece preocupado em pagá-las. Nem precisa. O carro está em nome da empresa A.J. Consultoria e Participações Limitada, de seu irmão Álvaro Jucá. Jucá também não se preocupa com os gastos para encher o tanque de seus carros em Roraima. Em abril, Jucá declarou ao Senado ter gastado R$ 5.521 para abastecer no Auto Posto Roma. A quem pertence o posto? Ao filho dele, Rodrigo. A família Jucá não tem misericórdia.
29 de mai. de 2011
Dilminha quer acabar com os Colégios Militares … É, fica mais fácil …
Está na Rede
Tudo que presta, que contribui para o desenvolvimento do País, precisa ser destruído para que a mediocridade possa continuar a governar o Brasil.
Agora, é necessário acabar com os Colégios Militares. São doze e, tradicionalmente, os melhores do Ensino Médio no Brasil.
Estão reclamando porque lá se ensina a verdadeira história da Pátria.
Lá não se enaltece os gatunos dos mensalões e os destruidores do País.
Lá não se ensina a mentir como se mente no blog da hoje presidente, que falsificou até o seu curriculum vitae.
Nos Colégios Militares, ensina-se a vitória dos Guararapes, resultado da União das raças (preto-branco e índio) que derrotaram o melhor exército do mundo, na época.
Lá se ensina que foram os paraguaios que invadiram o Brasil, apossando-se de Uruguaiana, Forte Coimbra e Corumbá e não a mentira implantada e contada pelo comunista e historiador argentino Leon Pomer, que publicou que o “Brasil matou 95% da população masculina do Paraguai” e por aí vai e a versão brasileira é de Júlio José Chivenato que nos apresenta como submissos à política extrema inglesa e outros “bichos”.
Quem quiser saber a verdade que compre o livro Guia politicamente incorreto da história do Brasil de Leandro Naloch.
Neste livro vamos encontrar a versão correta do problema indígena, quando o Ministério da Educação, que deseduca, fala em genocídio contra os índios e outras safadezas criadas pela mediocridade esquerdista e ladra brasileira.
A raiva contra o IME, o ITA, as Academias Militares e os Colégios Militares é que são escolas de Excelência.
Os alunos destes estabelecimentos de Ensino são, competentes, disputados no mercado de trabalho pelas seguintes razões: São responsáveis, são preparados, são disciplinados, são cumpridores do dever, aprenderam que ser honesto é uma obrigação do cidadão, são leais aos seus superiores e sabem comandar e obedecer.
Nos Colégios Militares, há a seleção pelo mérito e não pela Lei do Gerson.
Lá se desenvolve o caráter do jovem, ensinando osvalores que dignificam o homem.
Como é necessário e urgente destruir os valores da formação moral da Nação Brasileira, é preciso que sejam os mesmos destruídos para que continuem a dominar a safadeza, a falta de caráter, o roubo, o assassinato, a mentira, a desonestidade, a canalhice, a sem-vergonhice, o domínio dos sacripantas, velhacos e outros termos ditos pelos que foram traídos agora e estão mostrando a desgraça para onde marcha o Brasil
Os Colégios Militares formam a elite pensante brasileira.
Nenhum dos mensaleiros, cuequeiros, terroristas, transportadores de dólares, malas, matadores profissionais (Santo André) etc. cursaram algum Colégio Militar.
Eles estudaram na escola do crime.
Aconselhamos os detratores que estudem e leiam Nabuco, Taunay, Calógeras, Rocha Pombo, a coleção Brasiliana, Fragoso, Lira Tavares e não procurem fugir do debate, indo para os EUA ou Europa com medo da falta total de Cultura.
20 de mai. de 2011
DEPOIMENTOS NOVELA SBT AMOR E REVOLUÇÃO CARLOS EUGÊNIO DA PAZ 21 04 2011
“Explicamos que tínhamos deliberado por sua execução e o matamos”
Carlos Eugênio da Paz, o homem da ALN que avalia fuzis “bons para execução”, concedeu uma entrevista à VEJA de julho de 1996. Reproduzo alguns trechos. Ele trata da morte como quem diz: “Está frio e hoje e sexta-feira”. Prestem especial atenção ao trecho em que ele trata do assassinato de um companheiro seu de militância, de quem, segundo disse, gostava… Imaginem o que não faria — e não fez — com inimigos…
(…)
VEJA - Além de assaltar bancos nos anos 60 e 70, as organizações terroristas de esquerda também assassinaram pessoas. Quantas pessoas o senhor matou?
CARLOS EUGÊNIO - Calculo que o total fique perto de dez. Não dá para ter certeza porque, muitas vezes, você atirava de metralhadora para sair de um cerco policial e não podia saber se havia acertado e, menos ainda, se tinha matado. Mas sempre que matei foi para sobreviver. Naquela época, eu acordava de manhã com a metralhadora na mão, enchia os bolsos de granada, pegava uma pistola e saía para rodar pela cidade num carro roubado. Uma vez, em São Paulo, fui perseguido por uma viatura da polícia até que consegui acertar o motorista com um tiro de fuzil. O carro bateu num poste, capotou. Acabei escapando, mas não sei se alguém morreu.
VEJA - Em 1971, Márcio Leite de Toledo, que era militante da ALN, foi morto pela própria organização. Por quê?
CARLOS EUGÊNIO - Tomamos essa decisão em duas reuniões. Em ambas, eu fui a favor da execução. No total, oito militantes foram ouvidos, e a decisão foi unânime. Por quê? Porque ele era um dirigente que sabia tudo sobre a organização, Havia estado em Cuba para treinar guerrilha, mas, ao voltar ao Brasil, dava sinais de fraqueza. Num assalto, em vez de proteger os militantes, como o combinado, fugiu correndo. Estava fraco, querendo deixar a luta. Concordamos que saísse da organização. Mas exigimos que deixasse o Brasil — poderíamos até mandá-lo ao exterior — por um período de pelo menos seis meses. Ele discordava. Queria sair da ALN e ficar no país. Ora, naquela circunstância, com a polícia cada vez mais peno, ele seria preso e levaria outros quinze militantes com ele. Marcamos um ponto com ele, fomos lá, explicamos que tínhamos deliberado por sua execução e o matamos.
VEJA - Quatro pessoas participaram desse assassinato. Duas ficaram de vigília e duas atiraram. O que você fez?
CARLOS EUGÊNIO - Eu atirei.
VEJA - O que acontece quando você pensa nessa morte hoje?
CARLOS EUGÊNIO - É difícil. Eu tinha até simpatia pelo Mauro, mas não vou fingir arrependimento. Tenho certeza de que, se não o matássemos, pelo menos quinze militantes acabariam morrendo, e minha culpa seria maior. A lógica em que vivíamos na época era a lógica da violência, da guerra, e não existe guerra limpa. Nós vivíamos uma situação que só poderia levar a isso. Se você aceita empregar métodos violentos, tem de aceitar a sujeira que vai produzir. É o que sempre acontece. Você começa atirando contra o inimigo, depois acerta o antigo companheiro e assim por diante.
(…)
VEJA - E quem fez [a luta armada]?
CARLOS EUGÊNIO - Fomos nós, garotos, gente com 18 anos na época, ou menos do que isso. Eu tinha 17 anos quando participei de minha primeira ação. Assaltamos um cinema no Rio de Janeiro. Demos treze tiros no guarda que tomava conta da bilheteria. Ele não morreu porque nenhum de nós sabia atirar. Ficou com bala no braço, na perna, no ombro, mas sobreviveu,
Encerro
É isso aí, leitor! Como vocês viram, Carlos Eugênio admite que todos, também os terroristas, estavam numa guerra suja. Vocês perceberam que ele tenta desmoralizar uma de suas vítimas, que era seu “companheiro”. Muito humanas, as organizações extremistas de esquerda explicavam para os “condenados” por que eles seriam executados. Moralmente, isso consegue ser pior do que a ação dos torturadores. Ao “explicar”, é como se tentassem obter a anuência do futuro cadáver.
Carlos Eugênio, insisto, é um “anistiado” pela Comissão de Anistia. As famílias de suas vítimas jamais receberam um tostão do estado. Se entrassem com um pedido junto à comissão, é muito provável que fosse indeferido.
Aliás, por que não nomeiam este senhor para a tal “Comissão da Verdade”? Como a gente nota, sinceridade não lhe falta. Ele diz, com todas as letras, que há “fuzis bons para execução”. Um dos grandes militantes da causa da “Comissão da Verdade” e da revisão da Lei da Anistia é Paulo Vannuchi, ex-ministro dos Direitos Humanos e hoje assessor especial de Lula — cuida da criação do tal instituto. Atenção com o parágrafo que encerra este post.
Vannuchi era da ALN — isto é, era um comandado de Carlos Eugênio. Digam-me: Vannuchi não estava mesmo no lugar certo, a pasta que cuida dos Direitos Humanos?
Por Reinaldo Azevedo
Livros pra inguinorantes, por Carlos Eduardo Novaes
Carlos Eduardo Novaes
Confeço qui to morrendo de enveja da fessora Heloisa Ramos que escrevinhou um livro cheio de erros de Português e vendeu 485 mil ezemplares para o Minestério da Educassão. Eu dou um duro danado para não tropesssar na Gramática e nunca tive nenhum dos meus 42 livros comprados pelo Pograma Naçional do Livro Didáctico. Vai ver que é por isso: escrevo para quem sabe Portugues!
A fessora se ex-plica dizendo que previlegiou a linguagem horal sobre a escrevida. Só qui no meu modexto entender a linguajem horal é para sair pela boca e não para ser botada no papel. A palavra impreça deve obedecer o que manda a Gramática. Ou então a nossa língua vai virar um vale-tudo sem normas nem regras e agente nem precisamos ir a escola para aprender Português.
A fessora dice também que escreveu desse jeito para subestituir a nossão de “certo e errado” pela de “adequado e inadequado”. Vai ver que quis livrar a cara do Lula que agora vive dando palestas e fala muita coisa inadequada. Só que a Gramatica eziste para encinar agente como falar e escrever corretamente no idioma portugues. A Gramática é uma espéce de Constituissão do edioma pátrio e para ela não existe essa coisa de adequado e inadequado. Ou você segue direitinho a Constituição ou você está fora da lei - como se diz? - magna.
Diante do pobrema um acessor do Minestério declarou que “o ministro Fernando Adade não faz análise dos livros didáticos”. E quem pediu a ele pra fazer? Ele é um homem muito ocupado, mas deve ter alguém que fassa por ele e esse alguém com certesa só conhece a linguajem horal. O asceçor afirmou ainda que o Minestério não é dono da Verdade e o ministro seria um tirano se disseçe o que está certo e o que está errado. Que arjumento absurdo! Ele não tem que dizer nada. Tem é que ficar caladinho por causa que quem dis o que está certo é a Gramática. Até segunda ordem a Gramática é que é a dona da verdade e o Minestério que é da Educassão deve ser o primeiro a respeitar.
17 de mai. de 2011
Apologia ao Homossexualismo (Absurdo)
Aqui estão três filmes didáticos e esclarecedores, preparados pelo Ministério da Educação, para crianças do primeiro grau. Serão distribuídos em breve para todas as escolas do Brasil.
Colaborando com o patriótico esforço do governo, além de divulgar os vídeos, pede encarecidamente que cada leitor participe da campanha, mostrando os filmes para os seus filhos e netos, e pra todas as crianças de suas famílias em idade escolar.
16 de mai. de 2011
General Heleno - Programa Canal Livre
Abaixo dividido em blocos:
1 - http://videos.band.com.br/Exibir/General-Augusto-Heleno-participa-do-Canal-Livre---Parte-1/2c9f94b52febc817012ff90c5dc503a0?channel=626
2 - http://videos.band.com.br/Exibir/General-Augusto-Heleno-participa-do-Canal-Livre---Parte-2/2c9f94b62fc7c7db012ff916b2a81bca?channel=626
3 - http://videos.band.com.br/Exibir/General-Augusto-Heleno-participa-do-Canal-Livre---Parte-3/2c9f94b42ff6b9d3012ff917a78a00b1?channel=626
4 - http://videos.band.com.br/Exibir/General-Augusto-Heleno-participa-do-Canal-Livre---Parte-4/2c9f94b42ff6b9d3012ff926adfd00d1?channel=626
14 de mai. de 2011
Huaso el caballo campeon
Homoativistas do PT e MEC apresentam "Bianca"
O pior de tudo, é que em um dos debates (que vcs verão no vídeo), inclusive, se falou de um tal "beijo lésbico", ou seja, um dos vídeos que será mostrado para as crianças terá Beijo Lésbico !!!
Jesus, isso é apologia ao Homossexualismo, é incentivar as crianças a se tornarem Homossexuais !! Isso é crime !!! (se eu já tivesse filho (s) não deixaria que a escola lhe mostrasse tal material )
Cada um tem o direito de ser o que desejar ser, não sou contra nenhum Homossexual, muito pelo contrário, mas tentar impor que as crianças vejam esse material nas escolas é crime !! Crianças tem que brincar, estudar, ter tempo para amadurecer... O respeito a pessoa alheia independe de ser Homo ou Heterossexual e já está garantido constitucionalmente.
Vejam e tomem suas próprias decisões.
13 de mai. de 2011
Desabafo de um Promotor.
| Nada é tão ruim que não possa piorar. Quem não é da área, fique sabendo que em 60 dias (05/07/2011) a nova lei entra em vigor e a PRISÃO EM FLAGRANTE E PRISÃO PREVENTIVA SOMENTE OCORRERÃO EM CASOS RARÍSSIMOS, aumentando a impunidade no país. Em tese somente vai ficar preso quem cometer HOMICÍDIO QUALIFICADO, ESTUPRO, TRÁFICO DE ENTORPECENTES, LATROCÍNIO, etc.. A nova lei trouxe a exigência de manter a prisão em flagrante ou decretar a prisão preventiva somente em situações excepcionais, prevendo a CONVERSÃO DA PRISÃO EM FLAGRANTE ou SUBSTITUIÇÃO DA PRISÃO PREVENTIVA em 09 tipos de MEDIDAS CAUTELARES praticamente inócuas e sem meios de fiscalização (comparecimento periódico no fórum para justificar suas atividades, proibição de frequentar determinados lugares, afastamento de pessoas, proibição de de se ausentar da comarca onde reside, recolhimento domiciliar durante a noite, suspensão de exercício de função pública, arbitramento de fiança, internamento em clinica de tratamento e monitoramento eletrônico). Para quem não é da área, isso significa que crimes como homicídio simples, roubo a mão armada, lesão corporal gravíssima, uso de armas restritas (fuzil, pistola 9 mm, etc.), desvio de dinheiro público, corrupção passiva, peculato, extorsão, etc., dificilmente admitirão a PRISÃO PREVENTIVA ou a manutenção da PRISÃO EM FLAGRANTE, pois em todos esses casos será cabível a conversão da prisão em uma das 9 MEDIDAS CAUTELARES acima previstas. Portanto, nos próximos meses não se assuste se voce encontrar na rua o assaltante que entrou armado em sua casa, o ladrão que roubou seu carro, o criminoso que desviou milhões de reais dos cofres públicos, o bandido que estava circulando com uma pistola 9 mm em via pública, etc. Além disso, a nova lei estendeu a fiança para crimes punidos com até 04 anos de prisão, coisa que não era permitida desde 1940 pelo Código de Processo Penal! Agora, nos crimes de porte de arma de fogo, disparo de arma de fogo, furto simples, receptação, apropriação indébita, homicídio culposo no trânsito, cárcere privado, corrupção de menores, formação de quadrilha, contrabando, armazenamento e transmissão de foto pornográfica de criança, assédio de criança para fins libidinosos, destruição de bem público, comercialização de produto agrotóxico sem origem, emissão de duplicada falsa, e vários outros crimes punidos com até 4 anos de prisão, ninguém permanece preso (só se for reincidente). Em todos esses casos o Delegado irá arbitrar fiança diretamente, sem análise do Promotor e do Juiz. Resultado: o criminoso não passará uma noite na cadeia e sairá livre pagando uma fiança que se inicia em 1 salário mínimo! Esse pode ser o preço do seu carro furtado e vendido no Paraguai, do seu computador receptado, da morte de um parente no trânsito, do assédio de sua filha, daquele que está transportando 1 tonelada de produtos contrabandeados, do cidadão que estava na praça onde seu filho frequenta portando uma arma de fogo, do cidadão que usa um menor de 10 anos para cometer crimes, etc. Em resumo, salvo em crimes gravíssimos, com a entrada em vigor das novas regras, quase ninguém ficará preso após cometer vários tipos de crimes que afetam diariamente a sociedade. Para que não fique qualquer dúvida sobre o que estou dizendo, vejam a lei. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12403.htm http://advivo.com.br/blog/luisnassif/de-sanctis-e-o-codigo-de-processo-penal |
11 de mai. de 2011
Justiça reduz contribuição de militar inativo para a pensão
Oficial da FAB no Rio obtém direito de ter desconto só a partir do teto da Previdência Social
POR LUCIENE BRAGA
Rio - Uma decisão judicial inédita poderá fazer diferença para até 180 mil militares reformados ou da reserva remunerada das três Forças que contribuem com 7,5% por mês de seus proventos para garantir o direito de deixar pensão para suas mulheres ou seus herdeiros. A sentença, da 5ª Vara Federal, acata argumento da Associação Nacional Apoio ao Consumidor e ao Trabalhador (Anacont), que defende que o desconto mensal só pode ser feito a partir do valor que exceder o teto do INSS — hoje, R$ 3.689,66.
Na prática, é possível reduzir o desconto mensal em até R$ 276,72. A decisão para o mandado de segurança em defesa do oficial, um major da Aeronáutica, prevê devolução do dinheiro pago a mais desde a data inicial do processo na Justiça, que foi no ano passado. Mas é possível obter atrasados por quatro anos. “Vamos entrar com ação ordinária para agora pedir os atrasados por cinco anos, além deste primeiro ano. Todos os militares passaram a pagar essa contribuição após a reforma ou reserva desde 2003, a partir da Emenda Constitucional 41, para terem o direito de deixar pensão”, explicou o presidente da Anacont, José Roberto de Oliveira.
Para um major que, em média, recebe R$ 11.528, o desconto mensal efetuado é de R$ 864,60. Como só pode ser feita no valor que exceder o teto do INSS, a contribuição mensal cai para R$ 587,88. Assim, por contribuir com R$ 276,72 a mais por mês, em cinco anos, atrasados superam R$ 17 mil e podem chegar a R$ 21 mil.
Sargentos são principais beneficiados
Para a Anacont, que já tem outras ações do tipo em curso, a maior vantagem será para patentes que ganham abaixo do teto do INSS. “Essas pessoas não vão pagar menos. Elas simplesmente não vão pagar nada porque, como está no Art. 18, só haverá incidência dos 7,5% sobre o valor que exceder o teto do Regime Geral da Previdência Social (RGPS) ”, explica José Roberto de Oliveira.
Segundo ele, são os militares de Terceiro Sargento para baixo que poderão reaver tudo o que contribuíram nos últimos cinco anos. “Como se verifica, o dispositivo constitucional criou nova sistemática quanto à incidência da contribuição previdenciária, que passou a incidir apenas sobre os valores que ultrapassarem o teto estabelecido para os benefícios do RGPS, e não mais sobre a totalidade dos proventos de inatividade”, disse o juiz Firly Nascimento Filho, em sua sentença.
“A decisão é só para militar da reserva remunerada (daquele que ainda pode ser chamado para prestar serviço militar) e reformada (não pode). A sentença aceita como referência decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que determina que o desconto de 7,5% é a partir do teto do INSS”, acrescenta José Roberto.
10 de mai. de 2011
General Heleno passa para a reserva mas sai atirando, em defesa da ditadura militar
10/5/2011 13:16, Por Redação - de Brasília
O general Heleno deixou o comando do DCT e passou para a reserva
No dia em que trocou a farda pelo pijama, em uma solenidade quase secreta no Quartel-General do Exército, o general Augusto Heleno citou em seu discurso a morte do pai, que chegou ao posto de coronel, numa defesa da ditadura militar, imposta após o golpe de Estado de 1964 que, segundo afirmou, era “contra a comunização do país”. Como se falasse com o pai dele, Heleno disse:
– Lutastes, em 1964, contra a comunização do país e me ensinastes a identificar e repudiar os que se valem das liberdades democráticas para tentar impor um regime totalitário, de qualquer matiz.
Sem a presença do ministro Nelson Jobim, o ex-general deixa a corporação após ocupar o primeiro comando brasileiro da Força de Paz da ONU no Haiti e exercer o comando do Exército na Amazônia, de onde foi afastado após uma série de polêmicas entrevistas, desautorizadas por Jobim e pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sobre a presença dos arrozeiros em reservas de mata nativa na Amazônia Legal. Desde a queda, ocupava um posto burocrático no Departamento de Ciência e Tecnologia, que passou a ser ocupado pelo general Sinclair James Mayer. A passagem de comando foi realizada perante o general Enzo Martins Peri, comandante do Exército.
Heleno saiu reclamando que, após ser nomeado para um posto hierarquicamente inferior ao que exercia antes das declarações à imprensa, “ouviram que eu estava sendo colocado na geladeira profissional. Sem dúvida, o DCT nada tinha a ver com meu perfil e minhas aptidões. Por decisão do comandante supremo, eu me tornara o exemplo típico do homem errado no lugar errado”. Ele se referia ao ex-presidente Lula como responsável pela perda do comando.
Bolsonaro ataca líderes do movimento gay em panfleto
POR PEDRO DE FIGUEIREDO
Rio - O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) decidiu distribuir panfletos contra os movimentos de defesa dos homossexuais, o Plano de Defesa dos Direitos Humanos LGBT e o kit de combate à homofobia, que será distribuído nas escolas. Bolsonaro elaborou uma série de mensagens, que estão sendo distribuídas há mais ou menos uma semana. Segundo o deputado, não há nada de pejorativo nas informações contidas no material, mas sim "a realidade" dos fatos.
Panfleto distribuído por Bolsonaro | Foto: Reprodução
Nos panfletos, há uma frase em destaque: "Querem, na escola, transformar seu filho de 6 a 8 anos em homossexual", diz. Em seguida, o material mostra os principais tópicos do Plano de Defesa dos Direitos Humanos LGBT e, ao fim, há uma foto de Bolsonaro acompanhada pela seguinte frase: "Com o falso discurso de combater a homofobia, o MEC em parceria com grupos LGBTs, na verdade, incentivam o homossexualismo nas escolas públicas, bem como tornam nossos filhos presas fáceis para os pedófilos".
No material, o deputado cita ainda frases polêmicas de militantes gays e de políticos vinculados à defesa do kit de combate à homofobia.
Em entrevista a O DIA Online, Bolsonaro afirmou que tem distribuído o material em escolas e em postos públicos por onde passa. A distribuição estaria sendo feita também por correligionários, que levam seu material para condomínios e comunidades carentes. Ele não vê preconceito no material:
"Eu estou apenas evitando que os pais vejam em casa um filho com unhas pintadas após ter visto um vídeo sobre isso na escola. Você não pode ficar falando sobre homossexuais para a garotada dessa idade", afirmou e completou: "A Secretaria de Direitos Humanos tinha que me agradecer por estar divulgando o trabalho deles".
Clique aqui para ver o panfleto distribuído por Bolsonaro.
10 de maio – Dia da Cavalaria
O surgimento da guerra como choque de vontades determinou aos homens incansável busca por lutar com superioridade. Os guerreiros de outrora perceberam, enfim, a importância da situação em que se devia combater: criaram-se plataformas móveis e foram feitas associações aos animais de maior porte, obtendo-se, desse modo, decisiva vantagem em mobilidade e poder de choque. Tal avanço, em sânscrito, foi denominado "akva", origem da palavra “cavalaria”.
O caballus, palavra do latim, foi o animal que melhor encarnou essa forma de combater. Inicialmente empregado em carros de guerra ou bigas no Egito, Suméria e Roma, somente com sua montaria – em simbiose única na Natureza – gerou-se o mais formidável conjunto da História, sob o comando do Cavaleiro, monarca dos horizontes largos e desconhecidos.
A velocidade dos corcéis transformou a percepção humana do tempo e do espaço, expandiu consciências e, sob a égide equestre, uma plêiade de chefes militares fez impérios florescerem e ruírem: Alexandre Magno, Aníbal, Júlio César, Átila, Gengis Khan, Carlos Magno, Frederico II e Napoleão. Frederico II e Napoleão, de modo especial, empregaram magistralmente a Cavalaria, modulando suas missões clássicas de “reconhecer, cobrir, retardar, envolver e perseguir” consolidando-a, assim, como a Arma da Decisão.
No Brasil, as origens da Cavalaria ligam-se à organização do Regimento de Dragões Auxiliares, em Pernambuco, ao término da resistência contra os holandeses em Pernambuco, em meados do século XVII. Após a Independência, a Cavalaria Imperial produziu líderes de indiscutível valor, sintetizados na figura genial e eletrizante do digno patrono da Arma: Marechal Manuel Luis Osorio – Marquês do Herval.
O “Legendário” nasceu no seio de humilde família, a 10 de maio de 1808, na Vila de Nossa Senhora da Conceição do Arroio, Província do Rio Grande. Esse local – no atual município de Tramandaí (RS) – é hoje preservado como Parque Histórico, guardando, também, os despojos do Marechal. Osorio assentou praça na Cavalaria da Legião de São Paulo, aos quinze anos incompletos e teve seu batismo de fogo a 13 de maio de 1823, nos embates de consolidação da Independência.
Ainda alferes, durante a Guerra Cisplatina (1825-28), rompeu, de forma espetacular e audaz, o cerco inimigo em Sarandi (1825). Na Guerra contra Oribe e Rosas (1851-52), à frente do 2º Regimento de Cavalaria Ligeira, desempenhou importante papel em Monte Caseros (1852), sendo promovido a coronel por merecimento.
Intitulado “A Lança do Império”, consagrou-se na Guerra da Tríplice Aliança (1865-70), inicialmente como Comandante em Chefe das Forças de Terra, comandando o III Corpo de Exército e o I Exército na fase final. Sobressaiu-se, particularmente, nas batalhas de Passo da Pátria (1866) – sendo o primeiro soldado em solo paraguaio – e Tuiuti (1866) – maior embate campal da América do Sul. Também combateu em Humaitá e Avaí (1868) – quando, atingido no rosto, envolve-se em um poncho e percorre as linhas a galope, bradando: “Carreguem, camaradas! Acabem com este resto!”.
Herói, à frente de heróicos cavalarianos como Menna Barreto e Andrade Neves! Liderança incomum que magnetizava os soldados, mesmo argentinos e uruguaios. Modéstia e generosidade que cativava a todos, multiplicando sua bravura pelos campos onde se fazia presente. Em tempo de paz, Osorio desempenhou, ainda, profícua carreira política como Senador e Ministro da Guerra, vindo a falecer em pleno exercício desta função, no Rio de Janeiro, em 4 de outubro de 1879, aos setenta e um anos.
Tão grandiosos feitos militares, políticos e exemplos de conduta afirmam-no como modelo de soldado, líder, cavalariano e cidadão, alçando-o ao domínio da lenda, não obstante seu sincero desprendimento.
A inexorável evolução bélica, com os adventos da metralhadora (1893) e do carro blindado (1916), substituiu o cavalo por este como meio de combate. Desde a Segunda Guerra Mundial (1939-45) até as atuais guerras de movimento, não lineares, os blindados, síntese da ação de choque – proporcionada pela mobilidade, proteção e potência de fogo – reafirmam-se como senhores absolutos dos campos de batalha modernos.
A Cavalaria Brasileira – quer Hipomóvel, Mecanizada ou Blindada – inspirada pelo natalício do seu Patrono, o insigne Osorio, renova hoje o compromisso com o passado de glórias e o futuro de desafios, impelida pelo mesmo espírito cavaleiro do “Bravo dos Bravos”, com tudo o que ele compreende de decisão, lealdade e nobreza de atitudes.
- Dia da Cavalaria
8 de mai. de 2011
Dia das Mães
Em pouco tempo, a comemoração alastrou se por todo o país e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de maio. Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas atualmente o Dia da Mãe é no 2º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo.
23 de abr. de 2011
15 de abr. de 2011
31 de mar. de 2011
O MOVIMENTO DEMOCRÁTICO DE 1964
Apesar da retirada pelo Governo do 31 de Março do calendário comemorativo nacional, a lembrança do glorioso Movimento em defesa da Democracia, desencadeado pelo Povo Brasileiro em 1964, permanece mais viva do que nunca na sua memória.
31 de março de 1964 é a data histórica que marcou um “basta” contra os desmandos e a ausência de autoridade que o próprio Governo instalado patrocinava, com o propósito de levar o País ao caos e ao descontrole institucional.
Tal anarquia atendia à estratégia final que levaria à iminente instalação no País de um regime totalitário-sindicalista com inspiração bolchevista.
Instadas pela própria população, as Forças Armadas assumiram o comando das ações, atuando emergencialmente para restaurar a ordem, e, finalmente, dominar a subversão em todas as formas em que se manifestou.
Daí em diante, o controle do Estado foi definitivamente restabelecido e reorganizada a administração nacional, que alcançou um desenvolvimento sustentado com sucessivos recordes de crescimento econômico.
O tempo passou, muita coisa aconteceu nesses quarenta e sete anos, quase meio século, e o País recebeu, entre outros, um excepcional legado de infra-estrutura básica, adquirindo, desse modo, energia para garantir a continuidade do progresso econômico.
Infelizmente, uma parcela de inconformados ainda trabalha negativamente, tentando alcançar os mesmos objetivos retrógrados do passado.
Assim, nuvens negras voltam a pairar, ameaçadoramente, nos nossos horizontes.
Eles, hoje, atuam de forma diferente. Não, pela ameaça do terrorismo ou das guerrilhas e, sim, pela letra do manual “gramsciano” – passo a passo – com paciência e perseverança, procurando anestesiar a opinião pública por meio do favorecimento financeiro e da propaganda insidiosa.
Essa estratégia de “aparvalhamento” da Sociedade apresenta-se com as seguintes faces:
- Ocupação dos cargos públicos (e muitos privados), em todos os níveis, por militantes do partido do Governo;
- Suborno coletivo com dinheiro público, mormente, junto às populações menos favorecidas e sem acesso à informação de qualidade;
- Propaganda governista, por parcela da mídia mercenária, no rádio, nos jornais, na televisão e no cinema.
- Atuação no setor educacional pelo controle dos currículos e dos livros didáticos, incluindo, aqui, a sutil penetração nos estabelecimentos militares de ensino;
- Uma fraca oposição político-parlamentar, caracterizando a figura do “partido único”.
Todo esse aparato, dirigido pelo comando centralizado de uma minoria atuante, tem transformado o regime brasileiro em autêntica ditadura, travestida de democracia virtual.
Dentro desse quadro, as Forças Armadas, como Instituição não cooptável por tais manobras, passaram a ser alvos de irresponsáveis medidas que visam ao seu enfraquecimento ou eventual extinção/substituição. Não só pela prática de sistemática campanha que tenta aviltar a história militar brasileira, como pela gradativa e perigosa redução de sua capacidade operativa.
Com insuficientes orçamentos, protelação das decisões para renovação do material de defesa e constantes reduções do padrão salarial do pessoal militar, tentam atingir o moral e a vontade da Instituição.
É preciso que os neófitos entendam que só existe soberania se ela for respaldada por força de defesa competente, e que sem soberania não pode subsistir o Estado nacional.
No cenário internacional, temos tido freqüentes exemplos de imposição da vontade do mais forte sobre países de expressão militar limitada.
As negociações diplomáticas são desenvolvidas sob aparente igualdade de condições, onde, porém, impera o conhecido adágio, seguido pelos mais fortes: “Seja razoável! Faça como eu quero”.
O argumento final da diplomacia é sempre o da força militar.
Urge, portanto, que a atual Presidente contenha os arroubos dessa minoria inconseqüente, procurando anular-lhes as intenções mesquinhas, que poderão fazer recrudescer animosidades do passado, dificultando as legítimas ações governamentais e, até mesmo, comprometendo o equilíbrio institucional do País.
Por que não trabalharmos todos no sentido único de fazer crescer e desenvolver o Brasil no rumo de seu inexorável destino de grande nação?
O que querem, afinal, esses inconsoláveis perdedores?
Ivan Frota – Presidente.
28 de mar. de 2011
23 de mar. de 2011
SOLDADO!
a calma, te perturbarem o coração. Responda, sereno: Meu amigo, assim falas porque não me viu a amparar os sofridos sertanejos da caatinga nordestina, a curar os enfermos nos grotões da Amazônia, a socorrer os flagelados pelas enchentes de Minas, a agasalhar as infelizes vítimas do frio sulino. Assim falas porque jamais sentistes a dor da saudade dos teus amores a aumentar a cada instante, sob o peso das longas jornadas e das imensas distâncias, pelos confins deste País de Meu Deus! Assim falas porque jamais pesou sobre teus ombros a responsabilidade de transformar meninos em homens, forjando-lhes o caráter e dando-lhes maturidade para tomar as rédeas de suas vidas nas próprias mãos. Jamais, amigo, soubestes o que é passar
dias e noites caminhando sob chuva e frio, sentido o vento minuano a castigar-te o corpo.Nunca tivestes que enfrentar a imensidão verde e abafada da floresta, dias a fio, sobrevivendo apenas do que a mata te oferece. Em tempo algum transpusestes a caatingas sob sol escaldante, jamais vadeaste, a peito nu, um rio dos pampas, em noite de agosto. Dormias, amigo, calma e profundamente, enquanto eu, nas fronteiras, velava por tua segurança. Descansavas na praia, tranquilamente, com tua família, enquanto eu enfrentava dias e dias de barco rio acima e rio abaixo, patrulhando os limites do País!
o sofrimento do povo de Angola e do Timor, de Honduras e da Nicarágua, do Peru, da Bósnia e do Haiti! Ah! Meu amigo, se me visses, qual Ulisses moderno, abrindo dois mil quilômetros de estrada, de Cuiabá a Rio Branco, numa Odisséia real, para que descobrisses um novo Brasil, certamente não falarias assim. Ah! Se tivesses chorado comigo os companheiro mortos cumprindo seu dever, em todos os recantos da Pátria, entenderias porque existo. Mas, amigo, não te sintas constrangido. Apague do rosto essa expressão envergonhada, pois não tens obrigação de saber disso tudo, assim como não é meu papel alardear o que faço, mas sim, trabalhar simplesmente, pois a servidão, a renúncia e a humildade, que em outros seriam apontadas como grandes virtudes, para o soldado espelham apenas o dever de toda uma vida.Saiba, porém, amigo, que onde estiveres, estarei sempre guardando teu sono, silenciosa e anonimamente, como convém a todos os SOLDADOS deste nosso BRASIL!
21 de mar. de 2011
DISCURSO DE CANTINFLAS
Este discurso é trecho do filme Sua Excelência, de 1967, em que o inesquecível Cantinflas, comediante mexicano, pronuncia na Assembleia da ONU no papel de Embaixador de um país fictício. Contém uma lição bem atual apesar de ter sido pronunciado há mais de 40 anos. (Tradução de José Chirivino Álvares)
Coube-me, por sorte, ser o último orador. Isso muito me agrada, pois assim os pego cansados. Não obstante, sei que apesar da insignificância do meu país que não tem poderio militar, nem político, nem econômico, nem muito menos atômico, todos os Senhores esperam com grande interesse minhas palavras já que do meu voto depende o triunfo dos Verdes ou dos Vermelhos.
Senhores Representantes:
Estamos passando por um momento crucial em que a humanidade se enfrenta ante essa mesma humanidade. Estamos vivendo um momento histórico em que o homem científica e intelectualmente é um gigante, mas moralmente é um pigmeu. A opinião mundial está tão profundamente dividida em dois grupos aparentemente irreconciliáveis, que ocorre o caso de que um só voto, o voto de um país fraco e pequeno, pode fazer que a balança penda para um ou para o outro lado. Estamos, portanto, numa grande gangorra. Com um lado ocupado pelos Verdes e com o outro ocupado pelos Vermelhos.E agora chego eu, que sou peso-pluma, e do lado que me colocar, para lá penderá a balança! Façam-me o favor!
Os Senhores não creem que é muita responsabilidade para um só cidadão? E porque também não considero justo que a metade da humanidade - seja qual for ela - venha a ser condenada a viver sob um regime político e econômico que não é de seu agrado, somente porque um frívolo embaixador votou - ou que o tenham feito votar - num sentido ou no outro. E é por isso que não votarei em nenhuma das duas teses. E não votarei em nenhuma das duas teses, por três razões:
Primeira, porque – repito - não seria justo que um só voto de um só representante – que poderia neste momento estar doente do fígado – venha a decidir os destinos de cem nações.
Segunda, porque estou convencido de que os procedimentos - repito e sublinho: os procedimentos dos Vermelhos (os países comunistas) são desastrosos.
E a terceira, porque estou convencido de que os procedimentos dos Verdes (os Estados Unidos da América) tampouco são os mais bondosos que se possa ter
E se não se calarem imediatamente, não sigo com o discurso e os Senhores ficarão com a curiosidade de saber o que eu tinha para lhes dizer. Insisto que falo de procedimentos e não de idéias e nem de doutrinas.
Para mim todas as idéias são respeitáveis, ainda que sejam “ideiazinhas” ou “ideiazonas” e mesmo que eu não esteja de acordo com elas. O que pensa esse Senhor, ou esse outro Senhor, ou aquele Senhor, ou esse de bigodinho que já não pensa nada porque já está dormindo, nada disso impede que sejamos, todos nós, bons amigos. Todos cremos que nossa maneira de ser, nossa maneira de viver, nossa maneira de pensar e até o nosso modo de andar são os melhores; e esse modelo tratamos de impô-lo aos demais e, se não os aceitam, dizemos que 'são isso ou são aquilo' e, imediatamente, entramos em desinteligências.
Os senhores acham que isso está correto?
Tão fácil seria a vida se ao menos respeitássemos o modo de viver de cada um. Faz cem anos que disse uma das figuras mais humildes, mas mais importantes do nosso continente:'O respeito ao direito alheio é a paz'. É disso que eu gosto! Não que me aplaudam, mas que reconheçam a sinceridade das minhas palavras. Estou de acordo com tudo o que disse o Senhor Representante da Salsichônia com humildade (N.T.: referência à Alemanha); com humildade de pedreiros independentes devemos lutar para derrubar a barreira que nos separa; a barreira da incompreensão; a barreira da mútua desconfiança; a barreira do ódio. E no dia em que conseguirmos, poderemos dizer que voamos por cima da barreira.
Mas não a barreira das idéias, isso não, nunca! No dia em que pensarmos iguais, atuarmos iguais, deixaremos de ser homens para converter-nos em máquinas, em autômatos. Esse é o grave erro dos Vermelhos, o querer impor pela força suas ideias e seu sistema político e econômico. Falam de liberdades humanas, mas eu lhes pergunto: existem essas liberdades em seus próprios países? Dizem defender os Direitos do Proletariado, mas seus próprios trabalhadores nem sequer possuem o direito fundamental à greve. Falam da cultura universal ao alcance das massas, mas encarceraram os seus escritores porque eles se atrevem a dizer a verdade. Falam da livre determinação dos povos e, no entanto, há cem anos oprimem uma série de nações sem permitir-lhes que se dêem uma forma de governo que mais lhes convenham.
Como podemos votar por um sistema que fala de dignidade e, ato contínuo, atropela o mais sagrado da dignidade humana, que é a liberdade de consciência, eliminando ou pretendendo eliminar a Deus por decreto?
Não, senhores representantes, eu não posso estar com os Vermelhos ou, melhor dizendo, com sua maneira de atuar. Respeito seu modo de pensar, mas não posso dar meu voto para que seu sistema se implante pela força em todos os países da Terra. Aquele que quiser ser Vermelho que o seja, mas que não pretenda tingir os demais
Um momento, jovens! Senhores! Por que tão sensíveis? Os senhores não agüentam nada, não? Eu ainda não terminei. Voltem aos seus lugares. Sei que estão acostumados a abandonar essas reuniões quando ouvem algo que não é de seu agrado; mas não terminei. Voltem aos seus lugares, não sejam precipitados, ainda tenho que dizer algo sobre os Verdes. Os senhores gostariam de ouvir? Sentem-se!Agora, meus queridos colegas Verdes.
O que disseram os Senhores? - Já votou por nós? Não? Pois não, jovens. Não votarei por vocês porque vocês também têm muita culpa por tudo que acontece no mundo. Vocês são soberbos como se o mundo fosse só de vocês e que os demais tivessem uma importância apenas relativa. E ainda que falem de paz, de democracia e de coisas muito bonitas, às vezes também pretendem impor sua vontade pela força e pela força do dinheiro. Estou de acordo que devamos lutar pelo bem coletivo e individual; que devamos combater a miséria; que devamos resolver os tremendos problemas de habitação, do vestir e do sustento. Mas não estou de acordo é com a forma que vocês pretendem resolver esses problemas. Vocês também sucumbiram ante o materialismo, esqueceram os mais belos valores do espírito. Pensando somente nos negócios, pouco a pouco foram se convertendo nos credores da humanidade e, por isso, a humanidade lhes vê com desconfiança.
No dia da inauguração desta Assembléia, o Senhor Embaixador da 'Ladarônia' disse que o remédio para todos os nossos males estava em ter automóveis, refrigeradores, televisores. E eu me pergunto: para que queremos automóveis se ainda andamos descalços? Para que queremos refrigeradores se não temos alimentos para colocar neles? Para que queremos tanques e armamentos se não temos escolas para nossos filhos? Devemos lutar para que o homem pense na paz, mas não somente impulsionado pelo seu instinto de conservação, se não, e fundamentalmente, pelo dever que tem de superar-se e de fazer do mundo um local de paz e tranquilidade cada vez mais digno da espécie humana e de seus altos destinos. Mas essa aspiração não será possível se não houver abundância para todos; bem-estar comum, felicidade coletiva e justiça social.
É verdade que está em suas mãos - dos países poderosos da terra, Verdes e Vermelhos -, o ajudar a nós, os fracos, mas não com presentes, nem com empréstimos, nem com alianças militares. Ajudem-nos pagando preços mais justos, mais eqüitativos por nossas matérias-primas; ajudem-nos dividindo conosco seus notáveis avanços na ciência, na tecnologia. Não para fabricar bombas, mas para acabar com a fome e com a miséria.
Ajudem-nos respeitando nossos costumes, nossas crenças, nossa dignidade como seres humanos e nossa personalidade como nações, por pequenos e frágeis que sejamos.
Pratiquem a tolerância e a verdadeira fraternidade, e nós saberemos corresponder-lhes. Mas deixem imediatamente de tratar-nos como simples peões no tabuleiro de xadrez da política internacional. Reconheçam-nos como o que somos, não somente como clientes ou como ratos de laboratório, mas como seres humanos que sentem, sofrem e choram.
Senhores representantes, existe outra razão a mais por que não posso dar meu voto:faz exatamente vinte e quatro horas que apresentei minha renúncia como Embaixador do meu país. Espero que seja aceita. Consequentemente, não lhes falei como Excelência, mas como um simples cidadão; como um homem livre; como um homem qualquer; mas que, não obstante, crê interpretar ao máximo as aspirações de todos os homens da Terra; as aspirações e os desejos de viver em paz; o desejo de ser livres; o desejo de entregar aos nossos filhos e aos filhos de nossos filhos um mundo melhor; em que reine a boa vontade e a concórdia.
E que fácil seria, senhores, alcançar esse mundo melhor em que todos os homens brancos, negros, amarelos e pardos, ricos e pobres pudessem viver como irmãos. Se não fôssemos tão cegos, tão obcecados, tão orgulhosos. Se apenas orientássemos nossas vidas pelas sublimes palavras que, faz dois mil anos, disse aquele humilde carpinteiro da Galiléia, simples, descalço, sem fraque nem condecorações:
“Amai-vos, amai-vos uns aos outros!”
Mas, lamentavelmente vocês entenderam mal, confundiram os termos. E o que fizeram? E o que fazem?
“Armam-se uns contra os outros!”
Tenho dito!






